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segunda-feira, 14 de novembro de 2022

Educação seleciona 10 filmes que ajudam aluno a estudar História durante o mês de julho



As aulas de História não estão restritas aos livros. Para saber mais sobre a trajetória de grandes personagens ou conhecer os episódios de uma guerra, um eficiente aliado é o cinema. São inúmeras as produções nacionais e estrangeiras que, além de entreter, ensinam. Por isso, a Secretaria da Educação de São Paulo, por meio da equipe curricular de História, elaborou uma lista com 10 títulos que podem ser vistos em casa ou com amigos durante o recesso de julho (veja lista abaixo).
Para montar a seleção, os educadores levaram em conta: a temática, a faixa etária do público, o acesso ao material e o tipo de linguagem. Todos os selecionados fazem parte da videoteca que dá suporte para as aulas de diversas disciplinas na rede. As escolas que atendem alunos do Ensino Médio contam com um acervo moderno de filmes, mantido pelo programa \"O cinema vai à escola\" da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE).
Entre os títulos, está a produção inglesa \"Billy Elliot\". O filme narra a história de um menino de 11 anos que desiste das aulas de boxe para aprender balé. O pano de fundo, porém, é a Inglaterra do início dos anos 80, quando o punk explodia nas rádios e os operários foram às ruas para exigir melhores condições de trabalho. Já em \"Sob a névoa da guerra\", o tema central é o Vietnã e a fracassada ocupação norte-americana no país asiático. O documentário resgata imagens de arquivo e gravações da Casa Branca entre os anos de 1961 e 1968.
            Outro exemplo é o brasileiro \"Cinema, Aspirinas e Urubu\", de Marcelo Gomes e mostra a imigração europeia ao nordeste nos anos 30 e o governo Vargas. Ainda entre os nacionais, o kit traz \"Vida de Menina\", filme inspirado do diário de Helena Morley e retrata as Minas Gerais do final do século XXI e a relação entre brancos e escravos. O cinema nacional também é representado com \"O pagador de promessas\". O longa mostra o sincretismo religioso a partir da história de Zé do Burro, um homem pobre que tem como promessa carregar pelo sertão nordestino uma pesada cruz de madeira.
\"O cinema tem a habilidade de tratar temas delicados e complexos, como o preconceito, violência e exclusão social em uma linguagem de fácil entendimento jovens. Por isso, utilizamos os filmes na rede estadual com uma importante aliado na educação e que também podem ser utilizados nos períodos de recesso. Além de compor a biblioteca e acervo das unidades, o material auxilia os professores a propor alternativas para o aprendizado\", explica Maria Margarete dos Santos, da equipe curricular de História da Secretaria da Educação.
Filme
Tema
Crianças invisíveis
trabalho infantil/tráfico
Crash, no limite
preconceito racial/ violência nos EUA
Diários de motocicleta
América do Sul/comunismo
O pagador de promessas
sincretismo religioso/reforma agrária
Bem-vindo a São Paulo
sociedade paulista/urbanização
Gran Torino
imigração asiática e mexicana
Sob a névoa da guerra
Guerra Fria/Guerra do Vietnã
Sombras de Goya
inquisição espanhola/guerras napoleônicas
Um noite em 67
bossa nova/tropicália/
O visitante
refugiados/xenofobia

segunda-feira, 7 de novembro de 2022

Cinema nas Escolas


Educação seleciona 10 filmes que ajudam aluno a estudar História durante o mês de julho
As aulas de História não estão restritas aos livros. Para saber mais sobre a trajetória de grandes personagens ou conhecer os episódios de uma guerra, um eficiente aliado é o cinema. São inúmeras as produções nacionais e estrangeiras que, além de entreter, ensinam. Por isso, a Secretaria da Educação de São Paulo, por meio da equipe curricular de História, elaborou uma lista com 10 títulos que podem ser vistos em casa ou com amigos durante o recesso de julho (veja lista abaixo).
Para montar a seleção, os educadores levaram em conta: a temática, a faixa etária do público, o acesso ao material e o tipo de linguagem. Todos os selecionados fazem parte da videoteca que dá suporte para as aulas de diversas disciplinas na rede. As escolas que atendem alunos do Ensino Médio contam com um acervo moderno de filmes, mantido pelo programa \"O cinema vai à escola\" da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE).
Entre os títulos, está a produção inglesa \"Billy Elliot\". O filme narra a história de um menino de 11 anos que desiste das aulas de boxe para aprender balé. O pano de fundo, porém, é a Inglaterra do início dos anos 80, quando o punk explodia nas rádios e os operários foram às ruas para exigir melhores condições de trabalho. Já em \"Sob a névoa da guerra\", o tema central é o Vietnã e a fracassada ocupação norte-americana no país asiático. O documentário resgata imagens de arquivo e gravações da Casa Branca entre os anos de 1961 e 1968.
            Outro exemplo é o brasileiro \"Cinema, Aspirinas e Urubu\", de Marcelo Gomes e mostra a imigração europeia ao nordeste nos anos 30 e o governo Vargas. Ainda entre os nacionais, o kit traz \"Vida de Menina\", filme inspirado do diário de Helena Morley e retrata as Minas Gerais do final do século XXI e a relação entre brancos e escravos. O cinema nacional também é representado com \"O pagador de promessas\". O longa mostra o sincretismo religioso a partir da história de Zé do Burro, um homem pobre que tem como promessa carregar pelo sertão nordestino uma pesada cruz de madeira.
\"O cinema tem a habilidade de tratar temas delicados e complexos, como o preconceito, violência e exclusão social em uma linguagem de fácil entendimento jovens. Por isso, utilizamos os filmes na rede estadual com uma importante aliado na educação e que também podem ser utilizados nos períodos de recesso. Além de compor a biblioteca e acervo das unidades, o material auxilia os professores a propor alternativas para o aprendizado\", explica Maria Margarete dos Santos, da equipe curricular de História da Secretaria da Educação.
Filme
Tema
Crianças invisíveis
trabalho infantil/tráfico
Crash, no limite
preconceito racial/ violência nos EUA
Diários de motocicleta
América do Sul/comunismo
O pagador de promessas
sincretismo religioso/reforma agrária
Bem-vindo a São Paulo
sociedade paulista/urbanização
Gran Torino
imigração asiática e mexicana
Sob a névoa da guerra
Guerra Fria/Guerra do Vietnã
Sombras de Goya
inquisição espanhola/guerras napoleônicas
Um noite em 67
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O visitante
refugiados/xenofobia

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

MAM-BA realiza curso de audiovisual e mídia locativa

Curso ocorre no museu, situado em Salvador, entre março e agosto.
Prazo de inscrição para o primeiro dos quatro módulos ocorre até o dia 2.

 G1/Globo.com-  BA
MAM BAHIA (Foto: Divulgação MAM/BA)Cursos serão ministrados no MAM-BA
(Foto: Divulgação MAM/BA)
O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM) abre inscrição para o primeiro dos quatro módulos do curso ‘Formação em Audiovisual Contemporâneo e Mídia Locativa’. As aulas ocorrem no espaço, que está ocalizado na Avenida Contorno, em Salvador. Será realizada, ao fim dos cursos, uma mostra de vídeo e filmes elaboradas pelos participantes.
O prazo de inscrição para o módulo inicial - 'Cinema, documentário & vídeo-arte: semelhanças, diferenças e produção' - ocorre até o dia 2 de março. Os candidatos devem enviar currículo, carta de interesse e expectativas para o e-mail: labmam@bahiamam.org. Os cursos ocorrem aos sábados, das 9h às 13h e das 14h às 18h. Foram disponibilizadas 30 vagas para cada um dos quatro módulos independentes. Podem participar profissionais, artistas e estudantes que trabalham com cinema, audiovisual, arte eletrônica, interessados em tecnologias móveis e espaço urbano, segundo a organização.
Os módulos seguintes levam os títulos 'Linguagens do audiovisual e edição', que será iniciado no dia 5 de maio; 'Audiovisual e espaço: mídia locativa e narrativa não-linear', a partir de 2 de junho; e 'Audiovisual e interatividade – experimentações com Arduino e PureData', em 21 de julho. Além dos cursos, serão realizados encontros de formação, com pesquisadores e artistas, entre eles Kátia Maciel (UFRJ), Suzete Venturelli (UNB), Gilberto Prado (USP) e André Lemos (UFBA).

http://www.cursosraizesculturais.com.br/

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Curso de formação de gestores culturais

Cultura

Secretaria promove curso de formação de gestores culturais

09/01/2012 09h09


A Secretaria Estadual da Cultura (Secult) inicia o ano oferecendo o Curso de Gestão Cultural, visando capacitar produtores, artistas e gestores culturais do Estado na elaboração de projetos, estudo de programas culturais e a captação de recursos, por meio de editais e fundos de órgãos governamentais e instituições do setor privado das esferas municipal, estadual, federal e internacional.

Serão ofertadas 100 vagas, em três turmas, duas de Formação de Gestores Culturais, direcionadas aos gestores culturais dos municípios do Tocantins, especialmente os que já aderiram ao Sistema Nacional de Cultura, além de gestores de órgãos estaduais e instituições de finalidade cultural. A terceira turma será de Formação de Produtores Culturais, ofertada para produtores e artistas culturais. Todos os cursos serão realizados em Palmas, em duas etapas, no período de janeiro a fevereiro deste ano. A primeira turma acontece dias 30 e 31 de janeiro e 07 e 08 de fevereiro, com local a ser definido.

A iniciativa também marca a abertura do Programa Estadual de Formação Artística (Profoarte), enquanto meta vinculada ao Sistema Nacional de Cultura, ao qual a Secult aderiu em 2011. O Programa será lançado no dia 30 de janeiro, com o início das oficinas. A ação também é reflexo dos Fóruns Estaduais de Cultura realizados em 2011 e da necessidade apresentada pela classe artística quanto à capacitação na elaboração de projetos, especialmente os destinados aos Editais do Fundo Estadual da Cultura.

“Queremos ampliar o acesso dos nossos produtores, agentes e dirigentes culturais aos mecanismos de fomento e instrumentos legais oferecidos tanto a nível Estadual, como o Edital de 2011, quanto Editais, Prêmios e Concursos públicos de incentivo à cultura a nível nacional e internacional”, ressalta a secretária Kátia Rocha.

Inscrições

Os interessados deverão preencher o formulário disponível no site www.cultura.to.gov.br e enviar ao e-mail: diretoria.artecultura@cultura.to.gov.br. Os inscritos serão selecionados mediante apresentação de currículo e carta de intenções, a serem avaliados pelos técnicos da Diretoria de Arte e Cultura, da Secult. A data limite para a inscrição é 20 de janeiro.

Palestrante

O curso será ministrado por Paulo Azevedo, que é consultor, produtor e manager cultural. Formado em gestão cultural pela Universitá di Firenze e artes cênicas pela Faculdade Paulista de Artes. Dentre os projetos dos quais participou, destacam-se: ProArt – Coordenador de Programação (Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, 2006/2008); Fábricas de Cultura - Consultor Interdisciplinar (Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 2007/2008). Atualmente é assessor e consultor pela América Latina do Progetto Quadro e Leonardo (Fundo Social Europeu).

fonte: www.jornalstylo.com.br

http://www.cursosraizesculturais.com.br/

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Faltam 10 dias para o encerramento das inscrições da UNILA

Faltam 10 dias para o encerramento das inscrições no processo seletivo da UNILA O prazo encerra às 23h59 do dia 13 de janeiro As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no site da Universidade. Pelo terceiro ano consecutivo a UNILA opta por um processo seletivo próprio com base na nota do ENEM de 2011, que já pode ser consultada no site do INEP. A nota será acrescida do Fator Escola Pública, quando for o caso, que varia de acordo com o número de anos que o candidato tenha cursado o ensino médio na rede pública. Neste ano serão oferecidos 16 cursos, sendo que quatro desses são novos: Arquitetura e Urbanismo, Saúde Coletiva, Música e Cinema e Audiovisual. Todos os cursos destinarão 25 vagas para estudantes brasileiros, à exceção do curso de Música, que vai oferecer 13 vagas. Haverá prova de habilidades específicas para os cursos de Arquitetura e Urbanismo e também para Música, em data que será confirmada posteriormente. O processo seletivo vai oferecer 775 vagas para todos os cursos, sendo que metade delas será destinada para estudantes de outros países da América Latina. O processo de seleção nesses países já está acontecendo e as inscrições são feitas pelos respectivos Ministérios de Educação. O resultado da seleção os alunos brasileiros será divulgado no dia 20 de janeiro. Assistência estudantil - Estudantes que ingressarem em 2012 e que desejarem solicitar benefícios do Programa de Assistência Estudantil da UNILA poderão fazer após a confirmação da aprovação no processo seletivo. Os documentos necessários para solicitar benefícios como moradia estudantil, alimentação e transporte devem ser enviados pelos Correios no período de 21 a 31 de janeiro, ou entregues pessoalmente na Secretaria de Assuntos Estudantis e Comunitários (SAEC), na sede da UNILA. Confira aqui mais informações sobre os benefícios da Assistência Estudantil. publicidade

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Curso de Cinema na Casa de Cultura de Teresina

Curso de Cinema da Casa da Cultura abre inscrições gratuitas Quem curte cinema e deseja aprender um pouco mais sobre o universo que engloba a sua produção já tem compromisso certo para as manhãs de sábado entre fevereiro e junho deste ano. Está de volta o curso de cinema “Pela Lente”, promovido pela Prefeitura de Teresina - por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves -, e ministrado pelo cineasta Monteiro Júnior. Como dito, as aulas acontecem nas manhãs de sábado, sempre das 9h às 13h e terão início no dia 04 de fevereiro. As inscrições já estão abertas, e podem ser feitas na Casa da Cultura de Teresina (na Rua Rui Barbosa, 348 – Centro-Sul), das 8h às 13h. Ao todo, foram disponibilizadas 20 vagas. A novidade para este ano é que o curso será totalmente gratuito. “O critério para a seleção será uma entrevista com os candidatos”, explica Monteiro Júnior. A seleção dos 20 participantes do curso de cinema será feita nos sábados 14, 21 e 28 de janeiro, no prédio da Casa da Cultura, 10h às 12h. Ao final do curso, todos os integrantes participarão de uma produção audiovisual, bem como ocorreu em 2011, quando os alunos da temporada passada do curso produziram o curta-metragem “A Todo Custo”. “A intenção do Pela Lente é proporcionar um contato com o fazer cinema, as principais etapas desde o roteiro à edição; incentivar a produção audiovisual do Estado, carente de um curso exclusivamente voltado aos mecanismos de concepção de um filme”, revela Monteiro Júnior sobre o curso.


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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

UNILA tem curso de Cinema Brasileiro em 2012

Sexta, 23/12/2011 - 10h49 - Atualizado Sexta, 23/12/2011 - 11h16 Novo curso da UNILA: Cinema e Audiovisual A proposta é de formar realizadores em audiovisual O curso de Cinema e Audiovisual será um dos mais novos cursos que a UNILA vai oferecer em 2012 em Foz do Iguaçu e, para se preparar para esse desafio, a Universidade vem discutindo o tema em reuniões nas quais são convidados cineastas e docentes ligados à área, provenientes de vários países da América Latina. Eles têm o objetivo de estruturar a proposta do curso, as grades, as ementas das disciplinas, e fazer o levantamento de equipamentos necessários para o pleno funcionamento das atividades. Durante essa semana, o grupo responsável pela estruturação do curso voltou a se reunir para analisar as propostas já desenhadas em encontros anteriores, tornando claro quais as principais características do curso e o perfil do egresso, tendo como base a proposta de formar realizadores em audiovisual. “O curso pretende criar nos estudantes uma cultura cinematográfica que tenha forte foco em América Latina, envolvendo a produção de cinema e vídeo de forma contextualizada com as questões do nosso continente. Eles transitarão em diversas áreas como produção, roteiro, direção e montagem, sempre dentro de um contexto acadêmico”, diz o vice-reitor Gerónimo de Sierra. Com o avanço da proposta de estruturação da grade, os alunos de Cinema e Audiovisual terão contato inicial com uma abordagem introdutória sobre o cenário latino-americano ainda no primeiro ciclo de estudos, além das aulas comuns a todos os estudantes, como América Latina, línguas e metodologia científica. Nesse primeiro momento eles terão as disciplinas de Introdução ao audiovisual, Imagem e sociedade, e Leitura de obras audiovisuais. Salas para projeção e equipamentos necessários para a realização do curso também já foram levantados pelos idealizadores e passarão agora por processo de licitação. Participaram da reunião nos dias 20 e 21 de dezembro os convidados José Pedro Charlo, Alvaro Buela, Giba Assis, Fabián Nuñez, Nelson Bucker, Solange Stecz e os professores da UNILA Bruno Lopes e Alai Diniz. Para o curso de Cinema e Audiovisual serão oferecidas 50 vagas, sendo 25 para estudantes brasileiros e 25 para de outra nacionalidades. As inscrições são feitas pelo site e prosseguem até o dia 13 de janeiro.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Cefojor, Curso de Cinema em Angola

Cinema
Cefojor promove curso de formação cinematográfica

Angop
Albino Carlos, director do Cefojor
Albino Carlos, director do Cefojor

Luanda - O Centro de Formação de Jornalistas (Cefojor), em colaboração com o Instituto Cultural Alemão “Gothe”, promove, em Luanda, uma acção formativa no domínio cinematográfico.



Segundo o director do Cefojor, Albino Carlos, que avançou a informação hoje à Angop, o curso visa promover o resgate e incentivo na população e nos criadores o hábito de assistir e fazer cinema em Angola.


“Tendo em conta a carência nos documentários e nos filmes de produção nacional exibidos no país, estamos a promover este curso pensando na competências de formação de quadros para desenvolver o sector”, reforçou.


Com a duração de um mês, o curso conta com a participação de jovens criadores, realizadores e produtores da Televisão Pública de Angola, amantes de cinema e alunos do curso de jornalismo do Cefojor.

Albino Carlos avançou que o curso serve também para os jovens ocuparem os seus tempos livres de forma saudável, apostando na formação em artes.


Considerou o sector cinematográfico valioso, pois permite que o povo se retrate com os seus próprios olhos e tenha a capacidade de ver o mundo nos seus variados estados.


O responsável frisou ainda haver uma necessidade de uma maior aposta na formação do sector cinematográfico, como fonte para diminuir o índice de desemprego e do desenvolvimento da cultura angolana.


Albino Carlos disse que, com uma indústria de cinema no país, haverá mais emprego, especialmente para os jovens, diminuir o nível de delinquência e desenvolver a cultura angolana.


“O sector do cinema é um dos meios fundamentais, porque pode empregar muitos jovens e fazer com que a nossa produção literária tenha escoamento e fixação a nível de telenovelas e documentários. Temos um país belo e um potencial turístico muito grande que necessita de reportar e para servir de produção para grandes filmes”, sublinhou.


Apontou também para a necessidade de haver mais apoios e políticas muito bem equacionadas, fundamentalmente de incentivo aos criadores

portalangope

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Unila vai ter curso de cinema em 2012

Terça, 22/11/2011 - 11h41 - Atualizado Terça, 22/11/2011 - 16h54

UNILA abre processo seletivo 2012

Inscrições abrem na quinta-feira. São ofertadas 388 vagas para brasileiros, em 16 cursos
Not�cias de Foz do Igua�u: Foz do Igua�u, PR

A Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) em Foz do Iguaçu divulgou na terça-feira (22) o edital nº 31/2011, que contém as bases para o Processo Seletivo 2012 para alunos brasileiros. Em 2012 a UNILA oferece 388 vagas, em 16 cursos de Graduação. Destes, quatro cursos são novidades na instituição: Cinema e Audiovisual, Música, Arquitetura e Urbanismo, e Saúde Coletiva.

As inscrições serão abertas na próximo quinta-feira (24), à 01h00, e seguem até o dia 13 de janeiro de 2012, às 23h59 (horário de Brasília), exclusivamente pelo site da Universidade. Para concorrer a uma vaga, o candidato deve ter prestado o ENEM de 2011 e ter concluído (ou estar em vias de concluir) o ensino médio.

A avaliação será mediante a nota obtida no exame. Estudantes oriundos de escolas públicas terão um acréscimo na nota final, dependendo dos anos do ensino médio que o candidato cursou na rede pública de ensino.

Cursos - O processo seletivo 2012 oferece quatro novos cursos de graduação: Cinema e Audiovisual, Música, Saúde Coletiva e Arquitetura e Urbanismo. Além disso, a instituição conta com outros 12 cursos que já estão em andamento: Antropologia – Diversidade Cultural Latino-Americana; Ciências Biológicas – Ecologia e Biodiversidade; Ciências Econômicas – Economia, Integração e Desenvolvimento; Ciências da Natureza – Biologia, Física e Química (licenciatura); Ciência Política e Sociologia – Sociedade, Estado e Política na América Latina; Desenvolvimento Rural e Segurança Alimentar; Engenharia de Energias Renováveis; Engenharia Civil de Infraestrutura; Geografia – Território e Sociedade na América Latina; História da América Latina; Letras, Artes e Mediação Cultural; Relações Internacionais e Integração.

Mais informações - As dúvidas relativas ao Processo Seletivo 2012 poderão ser sanadas pelo e-mail selecao.alunos2012@unila.edu.br. A UNILA também atende às dúvidas via Facebook e Twitter, ou, ainda, pelo telefone +55 (45) 3576-7309.

fonte: ClikFoz

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Curso de cinema em Aracajú, no NDP Orlando Vieira


NPD Orlando Vieira abre inscrições para nova oficina
Aulas de Realização em Audiovisiual de 5 a 14 de novembro
Aniversário é comemorado com mais uma oficina (Foto: Divulgação)
Dando continuidade às comemorações de aniversário dos seus cinco anos, o Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira, uma das unidades da Fundação Municipal de Cultura e Turismo (Funcaju), abre inscrições para a oficina de Realização em Audiovisual. As aulas acontecerão entre os dias 5 e 14 de novembro, em período integral.
Desta vez, o NPD está disponibilizando 20 vagas para alunos e quatro para assistentes: um de direção, um de fotografia, um de direção de arte e outro de produção. A oficina será ministrada por Anderson Craveiro e tem como objetivo capacitar pessoas no conhecimento básico em realização audiovisual, desde a elaboração do roteiro à edição.
Ainda durante a oficina, o Núcleo vai trazer Orlando Vieira para atuar no curta-metragem que será produzido coletivamente pelos alunos. A participação do consagrado ator sergipano é uma forma de homenageá-lo pelos seus 80 anos, comemorados recentemente, e de lembrar o aniversário do NPD, que leva seu nome.
A oficina de Realização em Audiovisual é promovida pela Prefeitura Municipal de Aracaju, através da Funcaju e do Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira. Atuando de forma articulada, o NPD conta com a parceria da Secretaria de Estado da Cultura, por meio do projeto 'Orlando Vieira 80 anos' e do Fórum Permanente de Artes Visuais.
Inscrições para assistentes
Os interessados devem fazer o download da ficha de inscrição (http://www.4shared.com/document/MaCuYA5F/FICHA_DE_INSCRIO-_ASSISTENTE.html), preencher e enviar para o e-mail inscricoes.npdaracaju@gmail.com. O e-mail deve ser enviado com o assunto 'ASSISTENTE'. O prazo para envio é até a meia-noite do dia 29 de outubro. Para participar da seleção, é necessário apresentar conhecimento na área escolhida e ter sido aluno do NPD.
Os assistentes receberão uma ajuda de custo e auxiliarão o ministrante no desenvolvimento das suas atividades. Serão automaticamente excluídas as fichas enviadas fora da data e horário estabelecidos, como também as direcionadas para outros e-mails do NPD Orlando Vieira. A seleção será feita pelo próprio ministrante, através de análise de questionário disponibilizado na ficha de inscrição. O resultado será divulgado no blog npdorlandovieira-aju.blogspot.com, no dia 31 de outubro.
Inscrições para alunos
Os interessados em participar do curso devem fazer o download da ficha de inscrição (http://www.4shared.com/document/IGuRcj_d/FICHA_DE_INSCRIO_-_REALIZAO_AU.html). Em seguida, é preciso preencher e enviar a ficha para o e-mail inscricoes.npdaracaju@gmail.com. O prazo para envio será até a meia-noite do dia 1º de novembro. Serão automaticamente excluídas as fichas enviadas fora da data e horário estabelecidos, como também as direcionadas para outros e-mails do NPD Orlando Vieira. A seleção será feita pelo próprio ministrante, através de análise de questionário disponibilizado na ficha de inscrição. O resultado será divulgado no blog npdorlandovieira-aju.blogspot.com, no dia 3 de novembro.
Ministrante
Anderson Craveiro é graduado em Artes Visuais Multimídia, especialista em Comunicação Visual em Mídias Interativas e mestrando em Comunicação. É professor universitário nos cursos de Artes Visuais-Multimídia e Curso de Pós-Graduação de Comunicação Visual da UNIPAR. Além de ministrar cursos e oficinas de Cinema, atua em produções cinematográficas como diretor e diretor de fotografia.
Fonte: Ascom NPD Orlando Vieira

domingo, 23 de outubro de 2011

Ferramentas atuais impulsionam produção de curtas e documentários


Cinema

Novas cenas possíveis

Ferramentas atuais impulsionam produção de curtas-metragens e documentários
Por: Guilherme Bryan e Jéssica de Souza
Publicado em 23/10/2011
 
Novas cenas possíveis
Os Famosos e os Duendes da Morte: Esmir começou fazendo curtas (foto: © divulgação)
O cinema brasileiro vive um de seus momentos mais produtivos e rentáveis. Em dezembro de 2010, Tropa de Elite 2, de José Padilha, ultrapassou a marca dos 3 milhões de espectadores e se tornou a maior bilheteria nacional de todos os tempos. A chamada “retomada”, a partir dos anos 1990 – com o retorno da política de financiamentos –, contribuiu para aquecer a produção nacional e ampliar sua diversidade. E, com o barateamento­ decorrente das novas tecnologias e ferramentas, uma nova geração de “fazedores” de cinema, sobretudo documentários e curtas-metragens, põe a mão na massa, conquista espectadores e prêmios internacionais.
Com duração máxima de 30 minutos, o curta é porta de entrada no mundo da produção cinematográfica. Nesse formato estreou muita gente talentosa, como Jorge Furtado (diretor do curta Ilha das Flores, 1989, premiado no Festival de Berlim, e do longa O Homem Que Copiava, 2003), Cao Hamburger (do curta Frankenstein Punk, 1985, e do longa O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, 2006) e Carla Camurati (de A Mulher Fatal Encontra o Homem Ideal, 1987, e Carlota Joaquina, Princesa do Brazil, 1995).  O mesmo passo será dado agora por Esmir Filho, que teve os curtas Alguma Coisa Assim, de 2006, e Saliva, de 2007, exibidos no Festival de Cannes, na França, e estreou no ano passado em longa-metragem com Os Famosos e os Duendes da Morte.
A editora Talita Arruda, curadora do Porta Curtas Petrobras – principal canal de exibição pública e de catalogação dos curtas brasileiros na internet –, considera que a produção brasileira vive um momento de realizações amadurecidas. “As novas tecnologias barateiam, agilizam e democratizam a produção, permitindo ainda mais a exploração de temas e expressões diversas e plurais. Também permitem novos canais de veiculação. A entrada da internet potencializa a difusão e estimula o debate sobre as formas de fazer e pensar cinema”, afirma.
“A tecnologia digital alterou muitas coisas e a área do audiovisual se popularizou a partir de dois fatores novos: a democratização do acesso à produção, auxiliada­ pelas incontáveis oficinas de vídeo oferecidas em todos os cantos do país, seja como trabalho social, seja como atividade alternativa para pessoas da área; e a difusão das produções por caminhos facilitadores, como o Youtube, e até mesmo a possibilidade de gravar um DVD que pode ser copiado e reproduzido em qualquer lugar”, diz Marília Franco, professora do curso de Cinema da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP).

Experimentação

Outra frente de expansão do acesso ao cinema por um outro tipo de público – não habituado nem às tecnologias nem às salas comerciais convencionais – são os circuitos alternativos de exibição, de acordo com Cynthia Alario, diretora da Rede Brazucah. A produtora existe desde 2002 e já realizou exibições gratuitas para milhares de espectadores, principalmente na periferia das grandes capitais. Desde 2007, a atividade é fortalecida por uma parceria celebrada com o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região – o projeto Cine B.
Com estrutura itinerante composta por telão, projetor, pipoca e pesquisas de opinião, as mais de 150 exibições do Cine­ B levaram 50 títulos nacionais a 22 mil espectadores. A parceria criou também um selo para o lançamento de dois DVDs com cinco curtas cada um, eleitos pelo público. O primeiro deles saiu com tiragem de mil exemplares, é vendido a preços populares durante as exibições e traz as animações Historietas Mal Contadas (15 minutos) e Vida Maria (9 minutos), O Troco (11), Xadrez das Cores (22) e A Mula Teimosa e o Controle Remoto (15).
Engenheiro elétrico e animador gráfico, Márcio Ramos, diretor de Vida Maria – animação em 3D sobre mulheres no sertão nordestino e a dificuldade de se alfabetizarem –, decidiu caminhar em direção contrária aos novos canais de exibição e voltar seu trabalho não para o público da internet, mas para professores, cinéfilos, representantes de organizações não governamentais, alunos de cursos de gestão, funcionários de empresas privadas e estatais e frequentadores de igrejas. “Minha ideia não é ir em busca de milhões de cliques. Quero, por enquanto, que quem veja meu curta o faça em situação dedicada, em grupo real, e não virtual.”
Alice Gomes, jovem realizadora formada em Jornalismo, trabalhou como assistente de direção nos longas Inesquecível, dirigido por Paulo Sérgio Almeida, e Cazuza – O Tempo Não Para, de Sandra Werneck e Walter Carvalho. No ano passado, dirigiu o curta-metragem Lápis de Cor, mistura de animação com live-action (inspirado em linguagem e ritmo de animação, mas filmado com atores de carne e osso), que conta a história de Cláudio, um menino pobre que vive só com a mãe, adora desenhar e acredita que com um desenho colorido conseguirá trazer o pai de volta para casa. “Esse formato é parte essencial da indústria audiovisual. É a melhor vitrine da produção do país, em que os diretores e técnicos se iniciam e podem exercer sua criatividade mais livremente”, comemora Alice.
Segundo o Porta Curtas Petrobras, os títulos catalogados entre 2010 e 2011 passaram de 5.000 para 7.200. Esses números, porém, podem ser maiores. A presença desse recurso audiovisual nas escolas também é representativa. Em abril de 2007, a própria equipe do site criou o projeto Curta na Escola. Em apenas quatro anos, cerca de 26 mil escolas se cadastraram e foram exibidos 366 curtas com aplicabilidades pedagógicas para mais de 15 milhões de alunos.
Muitas escolas de cinema incentivam a incursão dos alunos em curta-metragem, como forma de aprendizado. “O aluno faz vários durante um curso e os resultados de toda a produção são avaliados por uma banca. Se fizesse longas, faria menos e teria menos oportunidade de aprender com suas indefinições”, destaca Ana Paul, roteirista e coordenadora do curso Intensivo Digital da Academia Internacional de Cinema, em São Paulo. Mas nem tudo são flores: “Se o barateamento da tecnologia deu possibilidade a quem não tinha patrocínios ou verbas próprias, ainda é necessário ter tempo, pôr gasolina no carro, fazer inúmeras ligações, arrumar recursos para direção de arte, pesquisar locações e viabilizar pessoas para formar equipe e elenco”, pondera.

Visão pessoal

O documentário também tem se mostrado importante via de acesso para os realizadores. “Há um pensamento que curtas-metragens são mais fáceis de fazer, mas ignora-se que precisam de uma narrativa e uma estética de impacto para funcionar. E isso pode ser muito mais difícil do que fazer um longa. Em uma analogia com a literatura, é a diferença entre o conto e o romance”, destaca Ana Paul.
“O documentário, marcante em toda a história do audiovisual brasileiro, vive um momento especial, catalisado por uma inédita valorização como gênero no Brasil. O cinema não ficcional me parece hoje o gênero mais inovador da produção nacional, com títulos como Santiago, de João Moreira Salles, e Jogo de Cena, de Eduardo Coutinho”, avalia o crítico Amir Labaki. Ele é idealizador do festival internacional É Tudo Verdade, criado em 1994, que desde 2000 confere ao melhor longa-metragem documentário um prêmio de R$ 120 mil.
“Há quatro anos, cerca de um terço dos lançamentos nacionais em salas era de documentários, o que representa algo como 30 títulos por ano. Há 15 anos, a média era de dois”, comenta Labaki, também diretor de 27 Cenas sobre Jorgen Leth­ (2009). “Nesse período, a produção se multiplicou e se sofisticou esteticamente. Não sou o comentarista mais neutro da importância do festival nesse processo, mas muito me orgulham o pioneirismo e a persistência”, diz.
Para Pedro Butcher, editor do portal Filme B, especializado no mercado de cinema no Brasil, o gênero vem crescendo um pouco no mundo todo. “Mas, no Brasil, apesar de dar muito pouco público, tem uma produção forte, é mais bem aceito no circuito comercial do que em outros países e, em geral, é reconhecido pela crítica. Também temos circuito de arte forte, e muitos documentários são exibidos em cinemas do sistema Arteplex em sessões únicas”, analisa.
“Na produção que poderíamos chamar de mais espontânea, todo tipo de temática e formato tem sido experimentado, mas chama a atenção o exercício da narrativa em primeira pessoa, de experimentos narcisistas a investigações com valor antropológico. Sem contar uma explosão de registros realistas de pequenas comunidades, regiões pouco conhecidas, eventos populares e produções para televisão, com apoio de leis de incentivo e editais. Nesse caso, destaca-se a quantidade de trabalhos que abordam a história da música brasileira e biografias de artistas”, avalia Marília Franco, da USP. Segundo o Filme B, Vinicius, realizado por Miguel Faria Júnior em 2005, foi o documentário mais visto no Brasil nas últimas décadas: cerca­ de 270 mil espectadores.
Amir Labaki considera Santo Forte, dirigido por Eduardo Coutinho em 1999, um ponto de referência dessa nova fase do estilo no Brasil: “Esse é um marco simbólico, ao ganhar prêmio de melhor filme no Festival de Brasília, em disputa com ficções. E um marco estético, pois consolidou o dispositivo do ‘cinema de conversa’­ de Coutinho, que ele desenvolveria pela década seguinte e teve enorme influência sobre o conjunto da produção”. Coutinho é um dos mais importantes documentaristas brasileiros, desde os anos 1960, quando começou o hoje clássico Cabra Marcado para Morrer, realizado em duas etapas, antes do golpe de 1964 e depois da abertura, em 1981. Na década passada, assinou algumas obras-primas, como Edifício Master, Peões, O Fim e o Princípio e Jogo de Cena, disponíveis em DVD e reveladoras da versatilidade do diretor com a linguagem. Os documentários também são cada vez mais objeto de estudos acadêmicos, em cursos de graduação e pós-graduação. “No entanto, o conjunto de publicações sobre o assunto é ainda pequeno. Escasseiam, e não só no Brasil, reflexões teóricas que organizem um pensar sobre esse tipo de produção que se rebela contra uma análise formatada por conceitos que tentam disciplinar sua manifestação”, afirma Marília Franco, coordenadora de um grupo de pesquisa na ECA-USP, o Aruanda, justamente com o propósito de tentar suprir essa lacuna. 
fonte: redebrasilatual.com.br