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segunda-feira, 14 de novembro de 2022

Educação seleciona 10 filmes que ajudam aluno a estudar História durante o mês de julho



As aulas de História não estão restritas aos livros. Para saber mais sobre a trajetória de grandes personagens ou conhecer os episódios de uma guerra, um eficiente aliado é o cinema. São inúmeras as produções nacionais e estrangeiras que, além de entreter, ensinam. Por isso, a Secretaria da Educação de São Paulo, por meio da equipe curricular de História, elaborou uma lista com 10 títulos que podem ser vistos em casa ou com amigos durante o recesso de julho (veja lista abaixo).
Para montar a seleção, os educadores levaram em conta: a temática, a faixa etária do público, o acesso ao material e o tipo de linguagem. Todos os selecionados fazem parte da videoteca que dá suporte para as aulas de diversas disciplinas na rede. As escolas que atendem alunos do Ensino Médio contam com um acervo moderno de filmes, mantido pelo programa \"O cinema vai à escola\" da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE).
Entre os títulos, está a produção inglesa \"Billy Elliot\". O filme narra a história de um menino de 11 anos que desiste das aulas de boxe para aprender balé. O pano de fundo, porém, é a Inglaterra do início dos anos 80, quando o punk explodia nas rádios e os operários foram às ruas para exigir melhores condições de trabalho. Já em \"Sob a névoa da guerra\", o tema central é o Vietnã e a fracassada ocupação norte-americana no país asiático. O documentário resgata imagens de arquivo e gravações da Casa Branca entre os anos de 1961 e 1968.
            Outro exemplo é o brasileiro \"Cinema, Aspirinas e Urubu\", de Marcelo Gomes e mostra a imigração europeia ao nordeste nos anos 30 e o governo Vargas. Ainda entre os nacionais, o kit traz \"Vida de Menina\", filme inspirado do diário de Helena Morley e retrata as Minas Gerais do final do século XXI e a relação entre brancos e escravos. O cinema nacional também é representado com \"O pagador de promessas\". O longa mostra o sincretismo religioso a partir da história de Zé do Burro, um homem pobre que tem como promessa carregar pelo sertão nordestino uma pesada cruz de madeira.
\"O cinema tem a habilidade de tratar temas delicados e complexos, como o preconceito, violência e exclusão social em uma linguagem de fácil entendimento jovens. Por isso, utilizamos os filmes na rede estadual com uma importante aliado na educação e que também podem ser utilizados nos períodos de recesso. Além de compor a biblioteca e acervo das unidades, o material auxilia os professores a propor alternativas para o aprendizado\", explica Maria Margarete dos Santos, da equipe curricular de História da Secretaria da Educação.
Filme
Tema
Crianças invisíveis
trabalho infantil/tráfico
Crash, no limite
preconceito racial/ violência nos EUA
Diários de motocicleta
América do Sul/comunismo
O pagador de promessas
sincretismo religioso/reforma agrária
Bem-vindo a São Paulo
sociedade paulista/urbanização
Gran Torino
imigração asiática e mexicana
Sob a névoa da guerra
Guerra Fria/Guerra do Vietnã
Sombras de Goya
inquisição espanhola/guerras napoleônicas
Um noite em 67
bossa nova/tropicália/
O visitante
refugiados/xenofobia

segunda-feira, 7 de novembro de 2022

Cinema nas Escolas


Educação seleciona 10 filmes que ajudam aluno a estudar História durante o mês de julho
As aulas de História não estão restritas aos livros. Para saber mais sobre a trajetória de grandes personagens ou conhecer os episódios de uma guerra, um eficiente aliado é o cinema. São inúmeras as produções nacionais e estrangeiras que, além de entreter, ensinam. Por isso, a Secretaria da Educação de São Paulo, por meio da equipe curricular de História, elaborou uma lista com 10 títulos que podem ser vistos em casa ou com amigos durante o recesso de julho (veja lista abaixo).
Para montar a seleção, os educadores levaram em conta: a temática, a faixa etária do público, o acesso ao material e o tipo de linguagem. Todos os selecionados fazem parte da videoteca que dá suporte para as aulas de diversas disciplinas na rede. As escolas que atendem alunos do Ensino Médio contam com um acervo moderno de filmes, mantido pelo programa \"O cinema vai à escola\" da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE).
Entre os títulos, está a produção inglesa \"Billy Elliot\". O filme narra a história de um menino de 11 anos que desiste das aulas de boxe para aprender balé. O pano de fundo, porém, é a Inglaterra do início dos anos 80, quando o punk explodia nas rádios e os operários foram às ruas para exigir melhores condições de trabalho. Já em \"Sob a névoa da guerra\", o tema central é o Vietnã e a fracassada ocupação norte-americana no país asiático. O documentário resgata imagens de arquivo e gravações da Casa Branca entre os anos de 1961 e 1968.
            Outro exemplo é o brasileiro \"Cinema, Aspirinas e Urubu\", de Marcelo Gomes e mostra a imigração europeia ao nordeste nos anos 30 e o governo Vargas. Ainda entre os nacionais, o kit traz \"Vida de Menina\", filme inspirado do diário de Helena Morley e retrata as Minas Gerais do final do século XXI e a relação entre brancos e escravos. O cinema nacional também é representado com \"O pagador de promessas\". O longa mostra o sincretismo religioso a partir da história de Zé do Burro, um homem pobre que tem como promessa carregar pelo sertão nordestino uma pesada cruz de madeira.
\"O cinema tem a habilidade de tratar temas delicados e complexos, como o preconceito, violência e exclusão social em uma linguagem de fácil entendimento jovens. Por isso, utilizamos os filmes na rede estadual com uma importante aliado na educação e que também podem ser utilizados nos períodos de recesso. Além de compor a biblioteca e acervo das unidades, o material auxilia os professores a propor alternativas para o aprendizado\", explica Maria Margarete dos Santos, da equipe curricular de História da Secretaria da Educação.
Filme
Tema
Crianças invisíveis
trabalho infantil/tráfico
Crash, no limite
preconceito racial/ violência nos EUA
Diários de motocicleta
América do Sul/comunismo
O pagador de promessas
sincretismo religioso/reforma agrária
Bem-vindo a São Paulo
sociedade paulista/urbanização
Gran Torino
imigração asiática e mexicana
Sob a névoa da guerra
Guerra Fria/Guerra do Vietnã
Sombras de Goya
inquisição espanhola/guerras napoleônicas
Um noite em 67
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refugiados/xenofobia

quinta-feira, 28 de março de 2013

O Curso de Cinema: O anúncio da morte do cinema português foi exagerado






Nuno Sena diz que "o anúncio da morte do cinema português 'por falta de apoio financeiro público' foi algo exagerado. A décima edição do IndieLisboa, que acontece a partir de 18 de Abril, está aí para o mostrar.


São muitos os filmes que escapam a lógicas de financiamento tradicionais. Ainda assim, sem orçamentos públicos, não se fazem filmes em África, como "Tabu". E aquilo que não se produziu em 2012 só se vai notar em 2014, alerta o director do Indie. Mas volta a desdramatizar. "Está a chegar ao cinema uma mistura de gerações. Há a geração dos já consagrados ou dos que chegam agora a uma consagração, como Miguel Gomes, João Pedro Rodrigues e João Canijo, e, ao mesmo tempo, temos uma nova geração de realizadores como João Salaviza, Gabriel Abrantes ou Gonçalo Tocha. Estou optimista."




1. Quando eu digo que "o anúncio da morte do cinema português 'por falta de apoio financeiro público' foi exagerado", pretendo desdramatizar um pouco. Há uma lógica que foge ao domínio exclusivo dos apoios públicos. Muitas das produções do Indie deste ano foram feitas à margem dos sistemas tradicionais de financiamento. Isso não é a solução, atenção. Não é viável um cinema que não tenha parte do seu orçamento garantido por entidades públicas. Mas é interessante e saudável que haja uma diversidade de financiamentos. Quando o IndieLisboa começou, em 2004, não me recordo de mais do que um ou dois projectos com essas lógicas alternativas. Este ano, temos vinte, trinta produções portuguesas feitas dessa forma.


Estes filmes resultam de um grande investimento pessoal, de trabalho em rede, de partilha de recursos e de uma procura de pequenos financiamentos. No ano que passou, não tendo havido financiamentos públicos, existiram dois eventos responsáveis pela produção de muitos filmes, o Estaleiro /Curtas Vila do Conde e Guimarães Capital da Cultura 2012. Daqui resultaram projectos de pequeno orçamento. Claro que com esse dinheiro não se faz uma longa-metragem em África, não se faz um "Tabu". E, atenção, nas lógicas de produção há um efeito de "delay". Aquilo que não se produziu em 2012 só se vai notar em 2014...





2. Há um problema do país em pensar que as soluções estão sempre no Governo e, concretamente, em relação à cultura, há um problema de pensar que a viabilidade do sistema cultural depende apenas de um único agente e que esse agente é o Estado. Mas o Estado não pode retirar-se completamente, e foi esse o sinal em 2012. O período com o anterior secretário de Estado da Cultura (Francisco José Viegas) foi muito pouco frutífero. Em 2013, apesar de tudo, parece haver um retomar de um certo bom senso. Há sinais animadores do Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), os concursos foram retomados, a Lei do Cinema entrou, finalmente, em vigor - ainda falta perceber como é que esse dinheiro vai chegar aos cofres do ICA e como vai ser distribuído. Os operadores de televisão dizem-se "aflitos", mas estamos a falar de migalhas dentro daquilo que são as suas receitas. Em qualquer país europeu há um contributo directo dos agentes de conteúdos audiovisuais para a produção de cinema; estamos a falar de conteúdos que alimentam horas de televisão, horas de cabo. Até os operadores de telemóvel deveriam ter sido chamados para contribuir, pois os conteúdos vão estar também nessas redes.





3. Depois de anos de crescimento no cinema, entre 1995 e 2005, voltámos a regredir. Recordo que entre 85 e 95 chegámos a ter menos de 200 salas de cinema. Havia capitais de distrito sem uma única sala. Esses anos coincidem com o apogeu do mercado de vídeo, que matou muitas salas. Em 1995, batemos no fundo. Justiça seja feita ao ministério Carrilho, que permitiu a construção e recuperação da rede de cine-teatros. Agora já não é o videoclube, mas sim a net a grande adversária do cinema em sala. Em Portugal, o número de espectadores nunca foi famoso - na melhor altura cinematográfica, o português ia uma vez e meia por ano ao cinema, uma das taxas de frequência mais baixas da Europa. Hoje temos um mercado a encolher e encolheria mais se não fossem os bilhetes vendidos em sistema "low cost": é o cartão Zon, o cartão Medeia...


Tem de haver uma educação para o cinema. O Plano Nacional de Cinema, ideia plasmada do Plano Nacional de Leitura para colocar crianças e jovens a ver cinema nas escolas, foi anunciado com pompa e circunstância pelo anterior secretário de Estado, mas está com dificuldade de implementação. Não se percebe porque é que esse projecto não é feito em rede com os agentes que estão no terreno, nomeadamente com os festivais de cinemas, que já têm uma espécie de serviço educativo, como o Indie. E os filmes vão ser vistos nas salas de aula? Não é suficiente levar o cinema às escolas, é preciso levar as escolas ao cinema. Os filmes têm que ser enquadrados. Tem de haver educação visual, com análise de carácter técnico e estético...





4. O cinema português sempre reflectiu muito o país, de forma mais metafórica ou mais directa - há uma curiosa evolução, sem juízos de valor, na forma como o cinema português deixou de ser tão metafórico para ser mais directo, ao falar de questões sociais como a imigração. E o festival desse ano reflecte isso. Temos um filme sobre a comunidade guineense, que eu nunca tinha visto reflectida no nosso cinema. O filme "Bobô", de Inês Oliveira, mostra o encontro entre uma mulher lisboeta e a sua empregada doméstica, guineense. Num outro filme, "A Batalha de Tabatô", do João Viana, há uma personagem, imigrante guineense em Lisboa, que vai à Guiné visitar um familiar. É um mergulho em raízes que muitos destes imigrantes já nem conhecem.
Por outro lado, na competição de longas, temos filmes como "Lacrau", de João Vladimiro, sobre as raízes rurais portuguesas. Ou "Campo de flamingos sem flamingos", de André Príncipe, documentário observacional sobre a paisagem rural portuguesa. E temos o filme de João Canijo, "Amor", sobre a comunidade piscatória das Caxinas. Ele interessou-se mais pelas caxineiras, não tanto pelos homens que vão para a pesca, mas mais pelas mulheres que ficam em terra. E é aqui reflectido um Portugal que, apesar das mudanças e dos dinheiros da Europa, tem uma sociedade muito estratificada, segundo papéis sociais idênticos aos que eram há cem anos.





5. Em edições futuras do festival, a emigração será, certamente, um dos temas presentes... Defendemos um cinema de enorme atenção ao real, ainda que seja um real transformado pela ficção. Esta herança do realismo português nunca será abandonada. Apesar de tudo, muito do cinema português ainda está dentro de algum casulo no que respeita aos temas. Talvez a ficção ainda esteja a perder alguma timidez no tratamento de personagens novas que não faziam parte da paisagem portuguesa há vinte anos. Penso que o tal casulo começou a ser furado com o visionismo do Pedro Costa, com "No Quarto da Vanda" ou mesmo na "Casa de Lava", que coloca no centro do seu filme personagens que fogem ao perfil das personagens tradicionais.





6. Fazendo um balanço dos dez anos de Indie, só ficaremos totalmente satisfeitos quando atingirmos todo o público potencial, na ordem das cem mil pessoas. E o Indie gostava de ser como os Dias da Música do CCB, uma iniciativa que gera dinâmicas, que cria vocações, que cria público. Já temos espectadores que começaram a vir ao IndieJúnior, com sete, oito anos, e que agora vêm às sessões normais...

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terça-feira, 12 de março de 2013

Cinema é mais negócio



Há tempos a produção cultural bra- sileira não marcava pontos, roubando mercado da
concorrência. Mas em 2012 as salas de cinema do País contaram com 15, 6 milhões de
espectadores...
Há tempos a produção cultural bra- sileira não marcava pontos, roubando mercado da
concorrência. Mas em 2012 as salas de cinema do País contaram com 15, 6 milhões de
espectadores dos filmes nacionais, de acordo com os dados da Agência Nacional de Cinema
(Ancine). Foram lançados 83 filmes nacionais no ano, e deles pelos menos cinco superaram a
marca de 1 milhão de espectadores. O recordista foi "Até que a Sorte nos Separe", com 3,3
milhões de ingressos vendidos. Mas tudo isso representou ainda pouco mais de 10% do público
de cinema do País no ano passado.
O fato é que a participação de público dos filmes nacionais subiu no ano passado em média
10,62%. No último trimestre de 2012, os títulos brasileiros chegaram a alcançar 22,17% de
participação média. Boa parte desse crescimento deveu-se também à expansão do número de
salas de cinema, especialmente com a febre de inauguração de shopping centers País afora. O
mercado exibidor cresceu 6,93%, e essa evolução se deu especialmente em áreas com menor
número de cinemas em relação à Região Sudeste. Ou seja, a expansão maior foi nas Regiões
Norte, Nordeste e Sul, somando um total de 2.515 novas salas.
No ano passado foram lançados filmes nacionais em 63 salas, em média, enquanto em 2011
essa média foi de 48 salas. O ano de 2012 também registrou números recordes de arrecadação e
público para o mercado de cinema em geral no Brasil. A arrecadação das salas de exibição do
País cresceu 12,13%, em relação a 2011, atingindo R$ 1,6 bilhão. O público foi de 146,4 milhões
de espectadores.
Os investidores privados em projetos cinematográficos nacionais estão cada vez menos
resistentes a apostar em mais qualidade da produção doméstica, prevendo bilheteria
compensadora de suas aplicações - e este pode ser um caminho firme para o cinema local.



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fonte: http://www.ancine.gov.br/

quarta-feira, 6 de março de 2013

Mercado de cinema no Brasil quebra recorde histórico em 2012, diz Ancine


Arrecadação foi de R$ 1,6 bilhão; e público total foi de 146,4 milhões.



Leandro Hassum e Danielle Winits em ação durante cena do longa 'Até que a sorte nos separe', comédia dirigida por Roberto Santucci (Foto: Divulgação)

O mercado de cinema no Brasil atingiu o recorde histórico de R$ 1,6 bilhão, apresentando crescimento durante o segundo semestre de 2012, segundo balanço divulgado pela Agência Nacional do Cinema (Ancine) nesta segunda-feira (14).

Ainda de acordo com os resultados, o público acumulado também bateu o recorde, alcançando 146,4 milhões de pessoas. Deste total, 130 milhões assistiram a produções estrangeiras, gerando renda de R$ 1,4 bilhão. (Acesse o relatório completo da Ancine aqui).

Ao todo, 15,5 milhões de espectadores foram aos cinemas em 2012 para ver filmes brasileiros. Dos 83 lançamentos nacionais, cinco superaram a marca de 1 milhão de pessoas.

Segundo levantamento da Ancine, o longa-metragem nacional com maior número de espectadores em 2012 foi "Até que a sorte nos separe", de Roberto Santucci, com 3,3 milhões de ingressos vendidos. Outro destaque foi "De pernas pro ar 2", do mesmo diretor, que, mesmo estreando no dia 28 de dezembro, obteve mais de 1 milhão de espectadores.

Ingrid Guimarães e Maria Paula nas filmagens da
comédia 'De pernas pro ar 2' (Foto: Divulgação)

Entre os filmes estrangeiros, "Os vingadores" fez a maior bilheteria no país em 2012, com R$ 129,6 milhões de renda e cerca de 11 milhões de espectadores. Já "Amanhecer: Parte 2", último filme da saga "Crepúsculo", ficou em segundo lugar, com R$ 99,5 milhões e visto por 9,4 milhões de pessoas.

Manoel Rangel, diretor-presidente da Ancine, aponta a expansão do parque exibidor e o aumento do número médio de salas ocupadas pelos lançamentos nacionais. "Os filmes brasileiros foram lançados em 63 salas, em média. Em 2011, essa média foi de 48 salas. Já o nosso parque exibidor cresceu 6,93%, sendo que o ritmo desse crescimento foi mais acelerado nas regiões Norte, Nordeste e Sul, chegando a um total 2.515 salas", afirma.


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fonte: globo.com

terça-feira, 5 de março de 2013

Abertas até 18 de março inscrições para cursos da Casa Amarela Eusélio Oliveira


Abertas as inscrições para os cursos de extensão em Cinema e Vídeo, Fotografia e Cinema de Animação da Casa Amarela Eusélio Oliveira, da Universidade Federal do Ceará. O período de inscrição vai até 18 de março ou até completar o número de vagas.

O candidato deve se dirigir àquele equipamento cultural da UFC (Av. da Universidade, 2591 – Benfica), munido de cédula de identidade, CPF e foto 3x4 (recente). Deve ainda efetuar o pagamento relativo ao curso escolhido, através de uma Guia de Recolhimento da União, disponível na Secretaria da Casa Amarela.

O Curso de Cinema e Vídeo terá início no dia 20 de março. Com duração de três meses (90 horas), oferecerá turma única (segunda a quinta-feira, das 19h às 21h) e requer investimento total de R$ 350,00.

O Curso de Fotografia será ministrado em dois meses (60 horas). Oferece duas turmas (turma I, com início no dia 9 de abril – às terças, quartas e quintas-feiras – das 14h às 16h; turma II, com início em 8 de abril – às segundas, quartas e quintas-feiras, das 19h às 21h) e requer pagamento de R$ 300,00. Já o Curso de Cinema de Animação terá a mesma duração (60 horas) (aulas às terças, quartas e quintas-feiras, das 15h às 17h) e requer o mesmo montante.

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segunda-feira, 4 de março de 2013

Filme do Amazonas 'ganha o mundo' e participa de festivais internacionais


"A Floresta de Jonatas" esteve no Festival de Roterdã, na Holanda.
Filme de Sérgio Andrade deve entrar no circuito nacional ainda este ano.



Inspirado em história real, filme foi o primeiro produzido na Região Norte a ser contemplado com edital do Ministério da Cultura. (Foto: Divulgação/Festival do Rio)

Depois de se tornar o primeiro filme amazonense a competir nos festivais de cinema do Rio de Janeiro e de São Paulo, “A Floresta de Jonatas” ganhou o mundo no início de 2013. Em fevereiro, a produção de Sérgio Andrade participou do Festival de Roterdã, na Holanda, onde teve cinco exibições “muito bem sucedidas”, de acordo com o cineasta.

Em entrevista ao G1, Andrade definiu a experiência na Europa – ele também esteve no Festival de Cinema de Berlim, na Alemanha – como “enriquecedora”. “O filme foi bem aceito tanto pelo público quanto pela crítica. O Festival de Roterdã é bastante conceituado, então foi uma honra ver todas as sessões do filme lotadas”, disse.

Sérgio Andrade está animado com possibilidade
de levar "A Floresta de Jonathas" para outras
partes do mundo (Foto: Divulgação)

Na Alemanha, o cineasta amazonense não exibiu “A Floresta de Jonatas”, mas aproveitou a presença em Berlim – onde participou de discussões com outros representantes da sétima arte – para divulgar o filme e conhecer profissionais do cinema de todo o mundo. “Foi um momento de trocar experiências com gente que produz audiovisual na África, China, na própria Alemanha e em outros lugares do mundo. Eu tive contato com o mercado e apresentei esse projeto e o meu próximo, que ainda está em fase de captação de recursos”, contou Andrade, referindo-se ao filme “Antes o Tempo Não Acabava”, uma história de ficção que ele garantiu ser o oposto de “A Floresta de Jonatas”.

Após o sucesso na Holanda e o intercâmbio na Alemanha, a próxima parada na carreira internacional de “Jonatas” é em Praga, na República Tcheca. Ao mesmo tempo, o filme participa da Semana do Cinema Latino em Boston, nos Estados Unidos. “Não dá para comparar públicos. Os norte-americanos têm outra noção, outros conceitos. Mas não estou nervoso. Muito pelo contrário, meu sentimento é de alegria por estar levando essa produção pra fora”, garantiu.

Os brasileiros também terão chance de ver o trabalho do cineasta. No segundo semestre, ele pretende colocar o filme nas salas de cinema. Enquanto isso, “Jonatas” continua ganhando fama em festivais no país. “A próxima exibição dele no Brasil é na Mostra do Filme Livre no Rio de Janeiro. Também há planos de ir para Brasília e São Paulo novamente. A atenção internacional que o filme teve rendeu expectativas altas e a chance de aumentar o público”, afirmou.


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fonte: globo.com

sexta-feira, 1 de março de 2013

Oportunidade para diretores de filmes


Oportunidade para diretores de filmes: Sundance Institute e Nokia buscam filmes curtos para Festival




A Nokia e o Sundance London Film and Music Festival 2013 estão convidando diretores e cineastas para enviar um trailer (15 a 60 seg.) para um curta-metragem inspirado no cenário da musical underground de uma cidade de escolha do diretor, o vídeo poderá ser uma animação ou live-action.

Dois trailers serão selecionados pelos júri do Sundance Institute e da Nokia. Os vencedores receberão: Um orçamento de $5000 dólares cada, para finalizar a produção do seu curta Dois Nokia Lumia920 Exibição garantida no Sundance London Film Festival Sessão de consultoria com um dos jurados Viagem com tudo pago para participar do Festival em Londres E ainda, um grande vencedor levará um prêmio de $5000 dólares!

Para mais detalhes, datas e para participar aqui: http://re.po.st/R5CZW2 Atenciosamente, Claudia Lins Community Relations Manager cell +1-415-955-7668 Talenthouse Inc. www.talenthouse.comblog.talenthouse.com Siga-nos: https://twitter.com/talenthouse_pt Curta: https://www.facebook.com/TalenthousePortugues San Francisco, CA


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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Steven Spierlberg presidente?

Steven Spielberg será o presidente do júri no Festival de Cannes 2013

O diretor de Lincoln deverá ajudar a escolher o novo filme vencedor da Palma de Ouro em 2013.


por Bruno Carmelo





Conhecido por suas grandes produções comerciais, que vão dos filmes de guerra às ficções científicas, Steven Spielberg tem se transformado aos poucos em um cineasta respeitado no circuito de arte. Depois de uma grande consagração na Cinemateca Francesa, com uma retrospectiva elogiosa de toda a sua obra, Spielberg foi convidado a ser o presidente do festival de Cannes em 2013.



O cineasta aceitou o convite e emitiu uma nota, com a seguinte mensagem: "É uma honra e um privilégio ser o presidente do júri em um festival que prova, ano após ano, que o cinema é a linguagem mundial". O anúncio vem logo após o sucesso de comercial de Lincoln, drama que agradou o público e a crítica, embora não tenha obtido o prêmio máximo no Oscar. Spielberg sucede ao italiano Nanni Moretti, presidente da edição de 2012, quando o drama austríaco Amor, de Michael Haneke, foi o vencedor da Palma de Ouro.



Ainda falta saber quem serão os outros membros do júri e, acima de tudo, quais serão os cerca de vinte filmes escolhidos para a competição oficial. Por enquanto, o sangrento Only God Forgives e o drama The Bling Ringaparecem bem cotados entre os títulos americanos, enquanto The Nymphomaniac e Twelve Years a Slave têm sido citados como bons candidatos europeus.

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fonte: adormecida.com.br