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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

O Curso de Cinema: Pioneiro José Medina volta às telas em curso de cinema em Sorocaba




Carreira é relembrada como início do cinema brasileiro.

Academia Brasileira de Letras de Sorocaba propõe rua com nome do artista.

A história do cineasta José Medina foi recontada em cinco dias durante o curso "Cinema & Literatura - John Steinbeck entre a Literatura e o Cinema" para relembrar a carreira do sorocabano que é conhecido como o pioneiro do cinema brasileiro.

Participaram do curso na Academia Sorocabana de Letras, em seu Espaço Cultural CASA 52, os estudantes de cinema, jornalismo, literatura e letras e, claro, os amantes do cinema. "O nosso objetivo é relembrar esse profissional que mudou a história do cinema brasileiro", comenta o professor Paulo B. C. Schettino.

Em quatro horas diárias os participantes conheceram um pouco mais da vida de José Medina e da importância dele como percursor do cinema brasileiro. Essa é a segunda vez que o cineasta sorocabano é utilizado como objeto de estudo quando o assunto é o início do Brasil nas telas.

No ano passado, José Medina já foi tema de um curso: "Cinema & literatura - Deu Sorocaba na 'Cabeça' no CB! O Caso José Medina" e agora a Academia Sorocabana de Letras recomeça o movimento para relembrar a importância dele para o cinema. "Ele saiu à frente de muitos nomes lembrados hoje, como por exemplo, José Steinbeck, que fez produções após filmes de José Medina. Dois filmes inicia essa caminhada: "Exemplo Regenador" e "Fragmentos da Vida"


Paulo B. C. Schettino Relembra o pioneirisno do cineasta sorocabano José Medina (Foto: arquivo pessoal)

Início da história
José Medina adaptou o conto Norte-Americano "O guarda e o Hino" - de O. Henry - e abriu as portas do mundo para o Brasil com o "Fragmentos da Vida". "imagine um sorocabano na década de 20 ir para São Paulo, aprender a fazer cinema em uma produtora rudimentar, adaptar um conto norte-americano e ganhar o mundo. Não podemos deixar a memória desse escritor morrer esquecida, Sorocaba tem que se lembrar dos pinoneiros, das celebridades, das pessoas que mudaram a história, reescreveram os percursos do cinema", enfatiza Schettino.

De volta
O curso realizado em cinco dias é uma continuidade do tema "Cinema & literatura - Deu Sorocaba na 'Cabeça' no CB! O Caso José Medina" que contou a história do cineasta e a importância dele para a arte, "Seus dois únicos filmes foram preservados, “Exemplo Regenerador” e “Fragmentos da Vida”, e justo esse último é que nos fornece o elo para revisitar agora o duplo universo do imaginário do festejado escritor, jornalista, dramaturgo e romancista estadunidense, John Steinbeck – prêmio Nobel de Literatura de 1962", comenta ele.

John Steinbeck chega 30 anos depois com uma adaptação de "Fragmentos da Vida". O elo entre esses dois cineastas é tão grande que o professor Paulo B. C. Schettino faz alusões entre os dois escritores, José Medina como pioneiro e John Steinbeck como um seguidor do brasileiro "como Medina ele também adaptou o conto O Guarda e O Hino - de O. Henry - e escreveu 'Páginas da Vida', despontando décadas depois também para o cinema".

A Academia Sorocabana de Letras propõe até a criação de uma rua ou avenida com o nome de José Medina para que os sorocabanos não se esqueçam dele como alguém que abriu as portas do Brasil para o mundo do cinema.

Carreira
Paulo B. C. Schettino é graduado em física pela Universidade do Rio de Janeiro, técnico em cinema, fez mestrado e doutorado em Ciências da Comunicação e pós-doutorado em Cinema.

fonte: 

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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

O Curso de Cinema: Os melhores cursos online gratuitos de Arte, Cinema, História da Arte e Música


Já pensaste em estudar artes nas melhores universidades do mundo sem que tenhas que sair de casa? Consulta a lista dos melhores cursos online grátis nas áreas de Arte, Cinema, História da Arte e Música



Crédito: Ojo Fotos
Se tens paixão por temas ligados às artes, aprende mais sobre ele com uma lista de cursos online gratuitos oferecidos pela Universia Portugal



Tens paixão por temas ligados às artes? Já pensaste em aprender mais sobre eles? AUniversia Portugal reuniu uma lista de cursos sobre Artes, Filmes, História da Arte e Música das melhores universidades do mundo. Consulta:


Arte como cultura: concepções e problematizações (Unesp) - Site oficial


Estética e Filosofia da Arte (Oxford University) - iTunes ou Site oficial - Série de palestras sobre a Estética e Filosofia da Arte. A primeira parte da série destaca Platão, Aristóteles, David Hume e Immanuel Kant.


Arte no Tempo: Uma Visão Global - Curso oferecido pelo site Learner.org - Este curso examina temas que ligam obras de arte criadas em todo o mundo em diferentes épocas.


A Exposição da Fotografia Digital - iTunes Vídeo (Universidade de Harvard) - Há muitos cursos que ensinam os alunos o aspecto artístico de "como se tornar um fotógrafo melhor" ou "como melhorar o seu olho", mas este não é um deles. Em vez disso, os alunos ganham uma compreensão dos aspectos técnicos de uma câmera digital. Saiba, por exemplo, por que gerenciamento de cores é importante e qual é a diferença entre o esporte e modo retrato no dial da câmera.


Fundamentos da Cibercultura Americana (UC Berkeley) - YouTube - Este curso oferece 43 lições sobre os Fundamentos da Cibercultura Americana.


Introdução aos Estudos Visuais (Pennsylvania State University) - iTunes - Este curso apresenta vários movimentos da arte, as influências culturais, gêneros artísticos, artistas e suas obras de arte.


Introdução ao Pensamento Visual (UC Berkeley) - YouTube - iTunes Vídeo – Assista às 13 lições do curso de Introdução ao Pensamento Visual.


Lighting Essentials - (The University of New South Wales) iTunes Vídeo - Este curso explora os conceitos básicos da iluminação para aplicações de vídeo, fotografia e outros usando fontes de luz contínua, luz fluorescente e natural.


Fotografia (Coventry University) - Site Phonar - iTunes - App - O PHONAR fornece acesso gratuito para um curso de fotografia. Trata-se de um projeto pioneiro de fotografia realizado pela Universidade de Coventry, no Reino Unido.


Os Elementos do Desenho (Oxford University) - iTunes - Site Oxford University - Stephen Farthing R.A. apresenta oito aulas de desenho prático usando coleções de John Ruskin para explicar os princípios básicos de desenho.
Existencialismo na Literatura e Cinema (UC Berkeley) - iTunes - Curso oferecido pela UC Berkeley.


Holocausto em Cinema e Literatura (University of California) - YouTube - Curso apresentado por Todd Presner.


Filosofia no Cinema e Outras Mídias (MIT) - iTunes - YouTube - Site oficial - Este curso analisa obras de filme em relação a questões temáticas de importância filosófica. A ênfase é colocada sobre a capacidade do filme para representar e expressar sentimentos, bem como cognição.


A Experiência de Cinema (MIT) - iTunes Vídeo - Site oficial - Este curso enfatiza as qualidades intrínsecas artísticas de filmes individuais.


Filmes Ocidentais: Mito e Ideologia de Gênero (Wesleyan University) - iTunes - Filmes ocidentais formam o mais antigo do gênero do cinema americano.
Aulas Teóricas de Música da Dave Conservatorie (Royal College of Music) - Site da Dave Conservatorie - O curso tem uma variedade enorme de aulas que vão desde a teoria básica até a leitura completa de partitura. As aulas são da Royal College of Music.


Cursos Gratuitos de Música (Berklee College of Music) - Site Oficial - O curso oferece aulas gratuitas de música de Berklee College of Music e sua escola de extensão online, a Berkleemusic. As lições estão disponíveis em vários formatos. O estudante pode assistir, ler, baixar e compartilhar o conteúdo educacional com seus amigos e colegas músicos.


Escutando Música (Yale University) - Faça o download do curso aqui - O curso apresenta uma nova proposta para se aprender música. O professor sugere que escutar música não é uma atividade para relaxar, mas sim, um processo ativo e gratificante. As palestras trabalham com elementos básicos da música clássica ocidental, como ritmo, melodia e forma.


A Política na Música (Yale University) - iTunes - Site Oficial - O curso tem como objetivo analisar a influência da música nas questões políticas.


Palestras de Leonard Bernstein (Harvard University) - YouTube - O curso conta com seis palestras públicas de Leonard Bernstein, professor de música da Harvard University.




fonte: http://noticias.universia.pt/

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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

O Curso de Cinema: Escola de Audiovisual Vila das Artes inicia aulas nesta semana no Ceará



As aulas acontecerão durante toda a semana.
Haverá exibições de filmes, debates, dentre outros assuntos.

A Escola Pública de Audiovisual da Vila das Artes dará início às suas atividades de formação do curso de realização em audiovisual, pontos de corte e cursos livres do núcleo de produção digital (NPD), no dia 12 de agosto de 2013.

Para dar boas-vindas aos novos alunos, será realizada a semana inaugural, nos dias 12, 13, 14 e 16 de agosto, com programação aberta ao público que incluirá exibições de filmes e debates, das 18h30 às 21h30. após as exibições, realizadores, professores, ex-alunos participarão de um bate-papo, mediado pela coordenadora da escola, Rúbia Mércia, com as novas turmas e os demais presentes. “A semana inaugural é importante para apresentar a escola não só para os novos alunos, mas também para a cidade. as exibições e os debates são uma forma de colocar o cinema contemporâneo em pauta e estimular novas realizações”, destaca a coordenadora.

Em sua terceira turma, o curso de realização em audiovisual irá formar 40 novos alunos, em dois anos. na primeira etapa do processo seletivo participaram cerca de 500 candidatos. as aulas, teóricas e práticas acontecem de segunda a sexta, no período da tarde.

O curso “pontos de corte: formação de agentes culturais e exibidores independentes” também inicia as atividades com 40 novos alunos. as aulas, as terças e quintas-feiras, das 18h30 às 21h45min serão ministradas em módulos teórico-práticos.

Já o NPD deve realizar, durante todo o segundo semestre, cursos técnicos e profissionalizantes, de curta duração. Para essa nova etapa da escola, a coordenadora adianta que o objetivo é realizar atividades integradas entre os programas existentes. “Temos pensando muito na ideia de redes, de integrar os três programas da escola, criar intercessões. isso faz com que um programa acabe por potencializar o outro”, diz.

Serviço: Mais informações falar com Rúbia Mércia – Coordenadoria da Escola Pública de Audiovisual. (85) 9964.7330 ou (21) 8898.1232. Raísa Christina – Assistente da Coordenação da Escola Pública de Audiovisual. (85) 9906.8352.


fonte: http://g1.globo.com/


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terça-feira, 13 de agosto de 2013

O Curso de Cinema: Falta de estrutura atingiu primeiras turmas de dança e cinema da UFPE


Falta de estrutura atingiu primeiras turmas de dança e cinema da UFPE
Infraestrutura melhorou e universidade promete novas salas e equipamentos.
Muitos alunos já entraram nas graduações em contato com as artes.

Jéssica contou que primeira turma sofreu pela falta de estrutura da UFPE. (Foto: Vitor Tavares / G1)

Cursos do Centro de Artes e Comunicação (CAC) da Universidade Federal de Pernambuco(UFPE), as graduações em dança e cinema também formaram seus primeiros profissionais no primeiro semestre de 2013. Diferente de outros cursos, muitos estudantes das duas áreas já eram formados ou já estavam envolvidos com as duas artes antes mesmo de ingressar na universidade. Em comum, graduandos ouvidos pelo G1 reclamaram que faltou estrutura física, como equipamentos e salas específicas.

Apesar de já trabalhar como bailarina e professora de dança, Jéssica Ferreira reconhece que, durante o tempo de graduação, se tornou uma profissional com uma visão diferente no modo de ensinar e de entender o corpo. Já o médico Douglas Santos conciliou a profissão da área de saúde com os estudos do audiovisual e já ingressou em um mestrado no Departamento de Comunicação da UFPE.



Jéssica atua como professora de dança em Olinda
(Foto: Vitor Tavares / G1)

Desde 2007 que Jéssica já possui sua escola de dança, no bairro de Peixinhos, em Olinda. Ex-aluna do curso de matemática da Universidade de Pernambuco (UPE), teve que largar a graduação para poder se dedicar integralmente à dança. “Quando vi que tinha aberto o curso, quis logo fazer. Mas minha família, que sempre viu a dança como um hobby, não apoiava a mudança. Tive que encarar e decidir que era isso que queria para minha a vida”, contou.

Jéssica se dedicava ao balé desde criança, em escolas específicas para bailarinos. Desde então, a paixão aumentou e, junto a ela, a intenção de se graduar para poder ensinar. “O curso da Federal forma professores, e não bailarinos. A UFPE respaldou o conhecimento que eu já tinha, trouxe o conhecimento do corpo e mostrou a dança como uma área de estudo e aprendizado”, definiu Jéssica, que enxerga sua área de modo tão importante quanto matemática e biologia, por exemplo.
Durante o curso, os graduandos em dança puderam aprimorar técnicas, mas sempre alinhando à teoria. “A técnica não é tudo, mas não podemos desperdiçá-la. O ensino na universidade mostra que a dança não é só a reprodução, mas também uma ciência, uma área do conhecimento, que entende o corpo humano”, destacou Jéssica.

A graduação de dança, no início, não contava com salas apropriadas. Atualmente, duas salas foram concluídas e devem ser entregues totalmente prontas para os alunos ainda em 2013, de acordo com a pró-reitora para Assuntos Acadêmicos da UFPE, Ana Cabral. A coordenação do curso ainda aguarda a visita dos avaliadores do Ministério da Educação (MEC). Foram formados na primeira turma oito estudantes, de um total de 30 aprovados.

De acordo com Jéssica, seus companheiros de sala hoje se encontram em escolas de dança, dando aulas em colégios ou tentando ingressar na carreira acadêmica.

Douglas é médico e bacharel em cinema.
(Foto: Douglas Deó / Acervo Pessoal)

Filmes
Não é de hoje que o cinema pernambucano vem despontando como um dos mais importantes no cenário nacional, com filmes e diretores premiados. Diante do crescimento, surgiu em 2009 o curso de cinema da UFPE. Apesar de poder ser concluído em três anos em meio, de acordo com a coordenação do curso, foi apenas após oito semestres que a graduação formou a primeira turma, com cinco alunos, de um total de 25 aprovados. Apesar do número baixo, muitos dos estudantes apenas adiaram a graduação – por terem outros compromissos paralelos ou por estarem realizando intercâmbio através do programa Ciência Sem Fronteiras, do governo federal.

Douglas Deó, laureado da primeira turma da UFPE, agora é bacharel em cinema e médico. Ainda atuando como clínico, pretende investir na carreira audiovisual e deixar mais de lado a medicina. Nos mais de quatro anos de curso, ele não teve tempo para se aprimorar no cinema como técnica, na produção, já que isso demandava tempo para viagens longas. Diante disso, tornou-se um estudante aprofundado na parte teórica, sendo aprovado no mestrado assim que terminou a graduação.

Douglas também nunca tinha tido contato com produção audiovisual anteriormente. “Ter uma base é sempre bom, mas você consegue desenrolar lá dentro. Além das cadeiras oferecidas, você conhece pessoas que já atuam na produção de filmes, cria um contato muito grande. Mas ter o interesse de buscar e apreender é imprescindível. Quem tem a pretensão de fazer o curso tem que saber que o cinema é uma arte coletiva, tem que ter a noção de dificuldade, pois viver de arte é uma forma complicada. Você precisa ter jogo de cintura”, contou.

A grade de professores de cinema na UFPE é formada por profissionais migrados de outras áreas, como comunicação e arquitetura. A base para os estudantes, então, vem de múltiplos campos do conhecimento. “A ideia é abranger a teoria e prática, com estudos de campo e dentro da universidade mesmo. O que acontece - como problema geral das universidades públicas – é que, se fosse esperar estrutura ideal, não teríamos o curso nunca. Quando começou, não tinha estrutura. Mas, nos quatro anos, tiveram conquistas, equipamentos que foram construídos”, relatou Douglas.

Segundo a pró-reitora Ana Cabral, a ampliação do CAC está prevista para ser inaugurada no começo de 2014. Com as novas instalações, será possível reorganizar as salas do centro, dando mais espaço para alguns cursos. "Tivemos problemas com a empresa que estava construindo. Mas a nossa previsão é concluir o prédio até o final de ano, com uma programação de readequar espaços de cursos como os de comunicação", comentou Ana Cabral.

A pró-reitora informou ainda que foram comprados R$ 250 mil em equipamentos para o Laboratório de Som e Imagem (LIS) da UFPE. Também estão reservados mais R$ 636 mil para a compra de outros materiais para os cursos de comunicação, a serem disponibilizados para a diretoria do CAC ainda em 2013. O curso de cinema da UFPE recebeu nota 4 na avaliação do MEC, cuja nota máxima é 5.

fonte:http://g1.globo.com/

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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

O Curso de Cinema: Curso em SP aborda cinema, teatro e novas tecnologias




No próximo dia 2, a Editora Intermeios promove o curso O Cinema, o Teatro e as Novas Tecnologias Digitais. Serão seis encontros ministrados pelo cineasta e dramaturgo Evaldo Mocarzel e baseados nos documentários que ele realizou em parceria com diversos grupos teatrais de São Paulo, como o Teatro da Vertigem, Os Satyros e Os Fofos Encenam. Como o nome sugere, o curso vai explorar as relações do cinema com as artes cênicas a partir das possibilidades linguísticas trazidas pelas tecnologias digitais. As aulas ocorrerão na Rua Luis Murat, 40, em Pinheiros. O valor é de R$ 300. Mais informações no site intermeioscultural.com.br.

fonte: http://www.dm.com.br/

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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

O Curso de Cinema: Curso de cinema do Centro Europeu exibe filmes na Cinemateca

A mostra terá curtas, videoclipes, comerciais e filmes para mídias digitais produzidos por alunos da instituição




(foto: Divulgação)


No próximo sábado (20), o curso de cinema do Centro Europeu promove a estreia de três filmes produzidos pelos alunos como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). O evento vai acontecer na Cinemateca de Curitiba, às 20h, com entrada gratuita.

Os filmes Burnout, Mute e José da Cruz – O Sabiá têm em média entre 15 e 20 minutos e abordam temáticas diferentes. Burnout, tem roteiro e direção de Lincoln Barela, e conta uma história de vingança, em que Daniel ao perder o emprego é apunhalado pelas costas pela única pessoa em que confiava.

Em Mute, dirigido e roteirizado por Bruna Michelin, Alice, uma garota surda-muda de 17 anos, encontra Bernardo, um pianista com personalidade forte. Os dois iniciam uma conversa em um banco de praça e aos poucos se entendem, em um jogo entre som e silêncio. O terceiro filme é um documentário sobre a vida e obra do importante músico curitibano da primeira metade do Século XX, José da Cruz, conhecido como "O Sabiá". A direção e o roteiro são de Bruno Monteiro.

Além dos três TCCs, serão exibidos na mesma sessão videoclipes, comerciais e filmes para mídias digitais realizados como exercícios didáticos pelos alunos do Curso de Cinema do Centro Europeu.

UM POUCO SOBRE O CENTRO EUROPEU
O Centro Europeu foi fundado em 1991 e desde então revolucionou o ensino, oferecendo cursos que atendem à real necessidade de mercado nas áreas mais valorizadas. São cursos de Profissões, Especializações, Idiomas, Música Eletrônica e o novo Academia de Direito (que entre outros, oferece o preparatório para a prova da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB). Pioneiro no Brasil em oferecer cursos completos, sofisticados e do mais alto nível em períodos de até um ano, é uma das principais instituições de ensino da América Latina e tem entre os diferenciais a exclusiva parceria com o Swiss Education Group (SEG), maior e mais conceituado grupo europeu de ensino das áreas de Gastronomia, Hotelaria e Negócios.

Serviço:

Local: Cinemateca

Endereço: Rua Carlos Cavalcanti, 1.174 - São Francisco

Data e horário: Dia 20 de julho de 2013 (sábado), às 20h

Preço: Entrada Franca

fonte: http://www.bemparana.com.br/


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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

O Curso de Cinema: Festival de Gramado apresenta seis títulos na mostra gaúcha de longas



Entre os títulos estão produções ainda inéditas no circuito comercial


Ator Rafael Tombini em cena do filme Porto dos MortosFoto: Rodrigo Lorandi / Divulgação


Seis longas-metragens gaúchos serão exibidos fora de competição em uma mostra paralela do 41º Festival de Cinema de Gramado, em agosto. Os títulos foram anunciados nesta sexta-feira e entre eles estão produções ainda inéditas no circuito comercial.

Cinco Maneiras de Fechar os Olhos

Realização coletiva assinada por Abel Roland, Amanda Cosptein, Emiliano Cunha, Filipe Matzembacher e Gabriel Motta Ferreira e anunciada como o primeiro longa-metragem integramente realizado nas disciplinas regulares de um curso de cinema no Brasil _ no caso, da PUCRS. Mostra o impacto de uma morte nas vidas de quatro jovens.


Danúbio

Documentário de Henrique de Freitas Lima (autor de entre outros longas, Concerto Campestre e Contos Gauchescos) sobre o pintor, gravador e desenhista gaúcho Danúbio Gonçalves.

Dyonélio

Jaime Lerner (do documentário Referendo) combina ficção e documentário em um tributo ao escritor Dyonélio Machado (1895 - 1985), autor de obras como O Louco do Cati. Inédito no circuito.

Mais Uma Canção

René Goya Filho e Alexandre Derlam apresentam o documentário que destaca a figura do cantor e compositor Bebeto Alves e sua viagem musical em busca das raízes da milonga, jornada que se dá em meio a reflexões sobre a indústria cultural. O filme está sendo exibido em festivais.

Porto dos Mortos

Inventiva incursão do diretor Davi de Oliveira Pinheiro pelo cinema fantástico. A trama se passa em um cenário apocalíptico, onde um policial persegue um inimigo demoníaco por entre zumbis e humanos que sobreviveram à devastação da Terra.


Sobre Sete Ondas Verdes Espumantes

Circulando por festivais e ainda inédito no circuito comercial, o documentário de Bruno Polidoro e Cacá Nazário tem como personagem o escritor e poeta Caio Fernando Abreu, relembrado por meio de seus textos, na lembrança de amigos e admiradores nas imagens registradas nos lugares em que viveu.

fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/

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quarta-feira, 31 de julho de 2013

O Curso de Cinema: Mostra dedicada a Hitchcock reinaugura cinema em BH



Com clássicos, Mostra Hitchcock é o Cinema marca a volta do Cine Humberto Mauro


Mesmo quem não viu o filme 'Psicose' de Alfred Hitchcock conhece a temida música-tema, que ajudou a imortalizar a cena do assassinato de Marion no chuveiroFoto: Divulgação

Ana Gissoni




Com clássicos como Psicose e Os Pássaros, o Cine Humberto Mauro apresenta a “Mostra Hitchcock é o Cinema” para marcar a sua volta. Após passar por uma reforma estrutural, o cinema, no centro de Belo Horizonte, será reinaugurado com o evento, que vai de 31 de julho a 5 de setembro e é promovido pela Fundação Clóvis Salgado. Será apresentada a filmografia completa do cineasta inglês, com 54 filmes, além de produções televisivas apresentadas pelo diretor entre os anos 50 e 60.




O cinema passou por uma reforma completa, desde o piso até a instalação de novos projetores. A cabine agora conta com o sistema digital profissional DCP, que capacita o espaço a exibir conteúdos com maior resolução. Por ser um cinema de repertório, que exibe clássicos das telas, o Cine Humberto Mauro precisou adaptar o espaço da cabine para manter três projetores grandes e continuar com filmes de 35 mm.



Essa reforma possibilita a exibição de 15 filmes do cineasta inglês no formato digital. “É uma mostra que há muito tempo a gente tá querendo fazer. A gente tinha vontade de que BH pudesse fazer uma grande homenagem a um cara que se confunde com a história do cinema”, afirma Rafael Ciccarini, gerente de Cinema da Fundação Clóvis Salgado. “Ele foi importante para a transição do cinema, atravessou a história, sempre ousando. Ele consegue ser ao mesmo tempo artista, alguém respeitado como artista e um cara de público”, diz.



As sessões começam às 13h, com exibições durante o almoço. Serão cinco horários no decorrer do dia com palestras, cursos e debates. Segundo o gerente, as mostras movimentam a cidade e criam um “ambiente de cinefilia”. “Tem toda uma mitologia em torno da figura do Hitchcock, uma força. É um gênio do cinema, tem filmes lendários, é uma figura muito forte, emblemática”, afirma.



A mostra conta com alguns destaques. O dia 17 de agosto será exclusivamente dedicado à obra Psicose. Diferentes versões do longa serão exibidas, incluindo a original remasterizada digitalmente, além de uma palestra sobre o clássico do cinema. Os dias 23 e 24 de agosto terão “32 horas de Hitchcock”, com exibições que começam às 15h e contam com uma sessão comentada pelo cineasta José Mojica, o Zé do Caixão.



O mês especial dedicado ao cineasta promete apresentar a obra completa do inglês, incluindo filmes raros e pouco exibidos. Um exemplo é o longa The White Shadow, considerado por muitos como o primeiro filme de Hitchcock. A mostra também terá um curso com o pesquisador de cinema Luiz Carlos Oliveira Jr. sobre a obra de Hitchcock. O primeiro filme feito pelo cineasta, O Jardim dos Prazeres, em 1925, irá abrir a mostra, que contará com trilha executada ao vivo pela Orquestra Sinfônica de Minas Gerais sob a regência do maestro Marcelo Ramos.



Nascido em 1899, Alfred Hitchcock é considerado ícone dos filmes de suspense. Diretor, produtor e roteirista, o inglês tem sua filmografia dividia em duas fases. A primeira é a britânica, do início de sua carreira ainda no cinema mudo e com seus primeiros filmes no cinema sonoro. A fase tem clássicos como Chantagem e Confissão (1929) e O Homem que Sabia Demais(1934, refilmado em 1956). A outra etapa de sua carreira é a americana, em Hollywood, com filmes como Festim Diabólico (1948), Os Pássaros (1963), Janela Indiscreta (1954) e o clássico Psicose (1960).


Imagem feita em 1963 mostra Hitchcock com aves utilizadas durante gravação de filmeFoto: AFP


Mostra Hitchcock é o Cinema
De 31/7 até 5/9
Cine Humberto Mauro - Palácio das Artes / Fundação Clóvis Salgado
Av. Afonso Pena, 1.537 – Centro – Belo Horizonte/MG
Acesso gratuito
Preço apenas para a sessão de abertura: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada)
Informações: (31) 3236-7400

fonte: Terra

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terça-feira, 30 de julho de 2013

O Curso de Cinema: Tecnologia 3D começa a dar sinais de saturação



Após o festejado revival em 2009 com o filme ‘Avatar’, de James Cameron, o recurso perde público nos Estados Unidos. A tendência de queda, ainda não espelhada no Brasil, pode ser explicada pela má utilização do efeito e pelo consequente desequilíbrio na relação custo-benefício




Imagem do filme 'Avatar', de James Cameron (Divulgação)

Quando o longa Avatar estreou, no final de 2009, a impressão que se tinha era de que o cinema nunca mais seria o mesmo. Dirigido e idealizado por James Cameron, o filme deu um passo adiante no uso da tecnologia em uma produção, com a mistura de imagens de atores reais em 3D e composições de cenários e personagens feitas em computadores. O resultado foi um filme aclamado pela crítica por sua beleza e, ao mesmo tempo, bem recebido pelo público, que o transformou na maior bilheteria de todos os tempos: 2,7 bilhões de dólares, no total. O impacto se deu pela maneira original como Cameron usava o 3D – ele criou equipamentos próprios para isso – e fazia o espectador se sentir dentro do filme. Daí se explicam as estatísticas de Avatar, que somente no fim de semana de estreia nos Estados Unidos teve 71% de sua arrecadação oriunda das salas que exibiam cópias em três dimensões.

As produções que estrearam na sequência seguiram o caminho mostrado por James Cameron. De acordo com dados do site Box Office Mojo. Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton, conseguiu 70% de sua bilheteria de estreia, de 116,1 milhões de dólares, com as exibições em 3D. No caso de Tron: O Legado, de Joseph Kosinski, a fatia do 3D foi de surpreendentes 82% da arrecadação de 44 milhões de dólares no fim de semana de estreia. A aposta na tecnologia era tamanha que até diretores experientes e consagrados como Martin Scorsese (e seu Hugo, indicado ao Oscar de melhor filme em 2012) embarcaram nas três dimensões. Havia quem imaginasse que o cinema jamais abriria mão do 3D.

O que se vê hoje, porém, é uma saturação da tecnologia. Entre junho e julho, no intervalo de duas semanas, duas produções se sucederam no posto de pior estreia em 3D da história. Somente 27% da arrecadação da animação Meu Malvado Favorito 2 no primeiro fim de semana de exibição, nos EUA, veio das salas 3D. Quinze dias antes, outra animação, Universidade Monstros, fez 31% de sua bilheteria com cópias que exigem óculos especiais. E o mau desempenho do 3D não se restringe a animações. Na estreia do novo longa de Brad Pitt, Guerra Mundial Z, apenas 34% dos ingressos comprados eram para sessões em 3D, resultado pouco melhor que o de O Grande Gatsby, com 33%.

Se a tecnologia começou a dar sinais de cansaço em 2012, com longas como Madagascar 3: Os Procurados e sua fatia 45% para o 3D, 2013 parece ser o ano da debacle.


O filme dirigido por James Cameron pode ser considerado o ponto de virada dos filmes em 3D. O longa, que foi filmado utilizando-se do recurso, ganhou em qualidade de imagem e criou um ambiente imersivo para o telespectador: ele realmente se sentia em Pandora, o local fictício onde se passava a história. Com a repercussão que Avatar ganhou na época de sua estreia, tanto as sessões 3D como as 2D no cinema ganharam visibilidade e, não à toa, o filme continua no topo da lista de maiores bilheterias de todos os tempos, com arrecadação de 2,7 bilhões de dólares no mundo todo. No fim de semana de estreia nos Estados Unidos, 71% da bilheteria de 77 milhões de dólares foi resultado das sessões 3D, segundo o site Box Office Mojo.



​Causas da queda – A obrigação de usar óculos nem sempre limpos ou confortáveis, a qualidade por vezes suspeita do 3D e, como consequência, o nem sempre compensador investimento nas sessões com a tecnologia, mais caras, são alguns dos fatores que vêm jogando contra a tecnologia.

A má utilização do 3D se dá pelo que o diretor James Cameron, o criador do fenômeno Avatar, chama de automatismo dos estúdios. Em busca de um caminho fácil para fazer dinheiro, muitas produtoras apostam na conversão pura e simples de filmes feitos em 2D para longas em três dimensões. A técnica de Cameron, ao contrário, consiste em filmar toda a produção em 3D, o que dá uma sensação maior de profundidade ao longa. E custa mais.

Além de um efeito superficial, o processo de conversão, utilizado em filmes como Fúria de Titãs (2010) e O Último Mestre do Ar (2010), pode causar uma piora significativa na qualidade das imagens, uma vez que o material gravado em duas dimensões nem sempre se adequa ao formato de três. “O motivo por que digo que Hollywood não está fazendo direito é que o processo se tornou automático”, disse James Cameron, citando outros dois exemplos da criticada conversão, durante o fórum americano de tecnologia TagDF, no começo de julho. “O Homem de Aço e Homem de Ferro 3 não precisavam estar em 3D. Se você gastar 150 milhões de dólares em efeitos visuais, seu filme já vai ser espetacular.”

O 3D mal feito afugenta espectadores, para quem o boca a boca ainda é a melhor forma de publicidade, de acordo com Humberto Neiva, professor de distribuição e exibição do curso de Cinema da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap). “O público se sente ludibriado por pagar a mais para ver um filme em três dimensões sem qualidade”, diz.

Segundo o professor, o baixo faturamento de animações como Meu Malvado Favorito 2 e Universidade Monstros também pode estar relacionado ao público que esses filmes atingem, o infantil. “Para crianças é mais difícil a utilização dos óculos 3D, elas são mais inquietas”, disse. De olho nesse problema, pesquisadores vêm tentando desenvolver um sistema que dispense a utilização do acessório.

O eterno retorno – Anunciada por muitos como definitiva ao surgir, alguns anos atrás, a onda do 3D no cinema iniciada por Avatar não é a primeira e não será a última. A mais antiga moda da tecnologia de que se tem notícia aconteceu na década de 1950, quando até Alfred Hitchcock aderiu ao recurso – ele o empregou em Disque M para Matar (1954). Na época, porém, a tecnologia era incipiente e apresentava dificuldades técnicas, segundo Pedro Butcher, editor do site especializado FilmeB. Rodados em películas de 35 milímetros, os longas eram instáveis e causavam desconforto ao espectador quando se acrescentava o 3D.

Com a digitalização dos filmes, o problema foi resolvido e os estúdios aprenderam a gerrenciar melhor o recurso. “No começo do 3D, havia uma euforia, um pensamento de que o recurso seria usado para filmes de todos os gêneros, até comédias românticas. Hoje, se sabe que ele funciona melhor em produções de ação, fantasia e animações”, diz Butcher.

Dirigido por Louis Leterrier, o remake do filme de 1981 foi idealizado e filmado como um longa comum, mas convertido às pressas para o 3D pela Warner Bros, o estúdio do filme, antes de seu lançamento. Em entrevista ao site The Huffington Post em maio de 2013, Leterrier confirmou que o procedimento não recebeu tanto cuidado pela Warner e que o resultado foi uma versão “horrível” de sua produção. “Foi conhecidamente feito às pressas e horrível. Foi completamente horrível, o 3D. Nada estava funcionando, foi só um artifício para roubar dinheiro do público. Fúria de Titãs não é um filme meu”, declarou ao site. Apesar de o recurso não ter feito muita diferença nas imagens do longa, tornando-se dispensável, 52% da arrecadação de 33,6 milhões de dólares em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos foram provenientes de sessões 3D, segundo estudo da consultoria PwC.


Brasil ainda curte – As dificuldades que o mercado exibidor americano enfrenta com o 3D não se repetem por aqui -- o que não impede os estúdios americanos de reverem a estratégia de investimento no recurso. Segundo dados da empresa de pesquisas Rentrak Brasil, os melhores resultados de três dimensões no ano passado foram os de Os Vingadores (56,1% da receita total) e A Era do Gelo 4 (48,2%), ambos superados pelo melhor resultado deste ano. O Homem de Ferro teve 64% da sua arrecadação proveniente de sessões com a tecnologia. O aumento foi percebido pela rede Kinoplex, cujas salas 3D foram responsáveis por 24% do público no primeiro semestre, ante 22% no mesmo período de 2012, segundo Patricia Cotta, gerente de marketing da rede.

Para o professor Humberto Neiva, isso se deve ao sentimento de novidade que o 3D traz ao público brasileiro, ao contrário do americano, que está acostumado com o recurso. O maior investimento em salas 3D também influencia, uma vez que amplia a oferta. Oferta que ainda não chegou ao seu limite. Segundo Pedro Butcher, ainda há espaço para o cinema 3D crescer no país. Apenas 747 das mais de 2.500 salas brasileiras estão equipadas para exibir filmes em três dimensões, mas até o final de 2015 o circuito estará completamente digitalizado.

O reduzido número de salas 3D foi apontado por Mariana Caltabiano, diretora e produtora de Brasil Animado (2011), a primeira produção brasileira em 3D, como um dos maiores entraves para a decolagem de longas tupiniquins que se utilizem do recurso. Ela lembra que Brasil Animado, um passeio nas telas por diversos pontos turísticos brasileiros, ficou apenas seis semanas em cartaz no grande circuito porque logo precisava ser substituído por outros filmes. Mas, a bem da verdade, o filme era um fiasco – mais um caso de 3D mal utilizado.

fonte: http://veja.abril.com.br/

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segunda-feira, 29 de julho de 2013

O Curso de Cinema: Curso para a Construção do olhar cinematográfico



Inscrições gratuitas de 29 de julho a 23 de agosto

Com objetivo de estimular a leitura crítica de obras audiovisuais, o Sesc Alagoas através do Grupo de Estudos da Coordenação de Cultura, abre inscrições para o curso: Construção do Olhar Cinematográfico.

A capacitação direcionada para espectadores de desejem estudar o cinema, será desenvolvida no período de 02 de setembro a 19 de novembro de 2013, no Teatro Jofre Soares, Sesc Centro. As aulas acontecem uma vez por semana, das 14h às 18h, e reuniões quinzenais as segundas das 16h30 às 18h30.

INSCRIÇÕES

As inscrições são gratuitas, estarão abertas no período de 29 de julho a 23 de agosto e poderão ser realizadas pelo e-mail cdra@sescalagoas.com.br ou presencialmente na Coordenação de Cultura do SESC Alagoas, na unidade SESC Centro.

Podem se inscrever aluno ou ex-aluno da educação básica, comerciário ou dependente, com renda familiar até três salários mínimos. Para realizar a inscrição é necessário preencher a ficha de inscrição (em anexo), ter ou realizar cadastro no Programa de Comprometimento e Gratuidade. Para cadastrar-se é necessário preencher a autodeclaração e anexar cópia de histórico ou declaração escolar no caso de aluno ou ex-aluno, em caso de comerciário ou dependente, anexar cópia da carteira do SESC.

Ficha de inscrições no site www.sescalagoas.com.br

SOBRE O GRUPO DE ESTUDOS

O grupo de estudos “Construção do olhar cinematográfico” tem como objetivo estimular a leitura de obras audiovisuais de forma crítica, por meio da apresentação da linguagem cinematográfica e investigação da estruturação fílmica em planos, iluminação, montagem, entre outros. Uma ação que faz parte do Programa de Comprometimento e Gratuidade (PCG) do SESC Alagoas, e têm como público-alvo alunos ou ex-alunos da educação básica, comerciários e dependentes com renda familiar até três salários mínimos.

SERVIÇO

Grupo de estudos: Construção do olhar cinematográfico

Inscrições: 29 de julho a 23 de agosto.

Onde se inscrever: pelo e-mail cdra@sescalagoas.com.br ou presencialmente na Coordenação de Cultura do SESC Alagoas, na unidade SESC Centro.

Data de realização do curso: 22 de setembro a 23 de novembro

Local: Tetro Jofre Soares – SESC Centro

Curso gratuito

Informações: 3326-3133

fonte: http://primeiraedicao.com.br/

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sexta-feira, 26 de julho de 2013

O Curso de Cinema: Festival de Brasília abre inscrições para oficinas sobre cinema



Interessados devem solicitar inscrição por e-mail até 16 de agosto.
Atividades acontecem entre 18 e 23 de setembro, durante o evento.



A organização do 46º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro vai oferecer seminários e oficinas sobre a sétima arte durante a realização do evento, em setembro. Os interessados podem fazer a inscrição até o próximo dia 16 de agosto.

Quem quiser participar das atividades previstas na programação deve enviar um e-mail para seminariosoficinas@gmail.com. Serão quatro seminários e quatro oficinas com nomes conhecidos do cinema nacional. Os programas são direcionados para estudantes, profissionais do audiovisual, cineastas, jornalistas, pesquisadores, músicos e participantes em geral.

A “Oficina Integrada de Cinema” vai acontecer entre 18 a 22 de setembro, com cursos de roteiro, direção, trilha sonora para cinema e finalização digital.

Os seminários acontecem de 18 a 23 de setembro, abordando quatro temas: “Olhares Multiculturais: o cinema brasileiro no estrangeiro”, “Humor e Comicidades – A Cultura do Riso no Cinema Nacional”, “Cinema em Alto e Bom Som” e “Estratégias para o Desenvolvimento das Pequenas Empresas do Audiovisual Brasileiro”.

O intuito da organização é propor novos olhares sobre a produção cinematográfica brasileira. Os grupos vão trabalhar vários aspectos da produção de um filme. Os participantes serão convidados a gravar as peças a partir dos roteiros criados. Depois, compositores farão a sincronização da música e dos filmes. Ao final, as produções recém-criadas serão exibidas com acompanhamento de trilha sonora executada ao vivo.

Festival de Cinema
A edição deste ano do festival acontece entre os dias 17 e 24 de setembro, no Cine Brasília.
Além da exibição dos filmes, o festival terá debates com as equipes dos filmes que integram as mostras, seminários e oficinas com nomes do cinema brasileiro.

O evento é a mais antiga mostra competitiva do gênero no país. Neste ano, a organização recebeu 480 inscrições. Ao todo, foram 63 documentários em longa-metragem, 39 longas de ficção, 240 curtas de ficção, 103 documentários em curta-metragem e 35 curtas de animação.

Em 2013, o festival está de volta ao Cine Brasília, que se encontra em obras desde maio de 2012. Inicialmente, a previsão de entrega era para maio último. Segundo a Secretaria de Cultura do DF, o prédio será reinaugurado na abertura do festival, no dia 17 de setembro. O valor da reforma é de R$ 3,5 milhões.

Na data será exibido o filme "Revelando Sebastião Salgado", documentário inédito que traça um panorama sobre a vida e a obra do fotógrafo, conhecido por retratar imagens em preto e branco e luz marcada sobre pessoas ao redor do mundo.

Veja os filmes concorrentes nas cinco categorias da mostra competitiva:

Longa-metragem ficção:

1. "A estrada 47 (a montanha)", de Vicente Ferraz, 106min, RJ, 2013
2. "Avanti popolo", de Michael Wahrmann, 72min, SP, 2013
3. "Depois da chuva", de Cláudio Marques e Marília Hughes, 90min, BA, 2013
4. "Exilados do vulcão", de Paula Gaitán, 125min, RJ/MG, 2013
5. "Os pobres diabos", de Rosemberg Cariry, 98min, CE, 2013
6. "Riocorrente", de Paulo Sacramento, 79min, SP, 2013

Longa-metragem documentário:

1. "A arte do renascimento - Uma Cinebiografia de Silvio Tendler", de Noilton Nunes, 72min, RJ, 2013
2. "Hereros Angola", de Sergio Guerra, 99min, BA, 2013
3. "Morro dos prazeres", de Maria Augusta Ramos, 90min, RJ, 2013
4. "O mestre e o divino", de Tiago Campos, 83min, PE, 2013
5. "Outro sertão", de Adriana Jacobsen e Soraia Vilela, 73min, ES, 2013
6. "Plano B", de Getsemane Silva, 84min, DF, 2013

Curta-metragem ficção:

1. "Au revoir", de Milena Times, 20min, PE, 2013
2. "Fernando que ganhou um pássaro no mar", de Felipe Bragança e Helvécio Marins Jr., 20min, RJ, 2013
3. "Lição de esqui", de Leonardo Mouramateus e Samuel Brasileiro, 23min, CE, 2013
4. "Sylvia", de Artur Ianckievicz, 17min18, PR, 2013
5. "Todos os dias em que sou estrangeiro", de Eduardo Morotó, 20min, RJ, 2013
6. "Tremor", de Ricardo Alves Jr., 14min, MG, 2013

Curta-metragem documentário:

1. "A que deve a honra da ilustre visita este simples marquês?", de Rafael Urban e Terence Keller, 25min, PR, 2013
2. "Carga viva", de Débora de Oliveira, 18min, MG, 2013
3. "Contos da maré", de Douglas Soares, 17min35, RJ, 2013
4. "Luna e Cinara", de Clara Linhart, 14min, RJ, 2012
5. "O canto da Lona", de Thiago Brandimarte Mendonça, 25min, SP, 2013
6. "O gigante nunca dorme", de Dácia Ibiapina, 15min, DF, 2013

Curta-metragem animação:

1. "Deixem Diana em paz, de Julio Cavani", 10min, PE, 2013
2. "Ed.", de Gabriel Garcia, 13min56, RS, 2013
3. "Engole ou cospervilha?", de Marão, David Mussel, Pedro Eboli, Fernanda Valverde, Jonas Brandão, Giuliana Danza, Gabriel Bitar e Zé Alexandre, 8min, RJ, 2013
4. "Faroeste - um autêntico western", de Wesley Rodrigues, 18min25, GO, 2013
5. "Quinto andar", de Marco Nick, 7min40, MG, 2012
6. "RYB", de Deco Filho, 4min, DF, 2013

fonte: http://g1.globo.com/

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quinta-feira, 25 de julho de 2013

O Curso de Cinema: Mostra de Cinema da Diversidade Sexual começa nesta segunda

Evento é realizado até sexta-feira (2), na Unioeste de Cascavel, no Paraná.

Objetivo do evento é discutir a diversidade sexual no ambiente acadêmico.

Começa na noite desta segunda-feira (29) e segue até sexta-feira (2), das 19h às 22h30, a 4ª Mostra de Cinema da Diversidade Sexual de Cascavel e a 2ª Mostra de Cinema da Diversidade Sexual da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste). A iniciativa surgiu há três anos na graduação do curso de Letras.
saiba mais
Unioeste abre inscrições para Mostra de Cinema da Diversidade Sexual

O objetivo doe evento, de acordo com a instituição, é discutir a diversidade sexual no ambiente acadêmico. A mostra é feita por meio de filmes e, a partir disso, feito uma discussão sobre o assunto. No encontro, também é debatido o lugar do homossexual e como lidar com a situação sem que haja conflitos. Ao todo, serão exibidos cinco filmes.

O evento conta com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão (Proex), do Centro de Educação, Comunicação e Artes (Ceca), Colegiado de Letras, Circuito Universitário de Cultura e Arte (CUCA), além de outros parcerios.

Nesta segunda, a abertura do evento será no miniauditório 1, no campus da Unioeste deCascavel. Nos demais dias será no miniauditório 3.
tópicos:

fonte: http://g1.globo.com/

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quarta-feira, 24 de julho de 2013

O Curso de Cinema: Oficinas da Semana do Audiovisual em Manaus tem inscrições abertas





A programação do evento se completa com a exibição de filmes em curta-metragem, dentre produções inscritas por realizadores audiovisuais independentes de todo o País e produções selecionadas pela distribuidora digital de filmes DF5
Manaus, AM, 30 de Julho de 2013JONY CLAY BORGES




A SEDA 2013 vai promover oficinas e debates, além de exibições de filmes em espaços fechados e praças de Manaus (Divulgação)


á estão abertas as inscrições para as oficinas da Semana do Audiovisual 2013 - SEDA - Manaus, a ser realizada no período de 5 a 10 de agosto. Em sua terceira edição na capital amazonense, o evento vai promover também debates e exibições de filmes, dentro da proposta de difundir a linguagem do audiovisual e fortalecer o mercado independente do segmento no País.

A programação do SEDA terá quatro oficinas, com os temas: Cineclubismo, a ser ministrada pelo jornalista e realizador audiovisual Allan Gomes; Elaboração de Projeto em Audiovisual, e Produção Executiva em Audiovisual, ambas a cargo de Lívia Condurú, da Barba Cabelo & Bigode Produções Culturais (PA); e Fotografia em Moda, ministrada por Bruno Zanardo, fotógrafo profissional especializado nas áreas de moda, publicidade e propaganda.

Atividades

As oficinas serão realizadas em diferentes dias e horários. O curso de Elaboração de Projeto acontece de 5 a 7 de agosto, das 16h às 20h; Produção em Audiovisual será de 8 a 10 de agosto, no mesmo horário; e Fotografia em Moda, de 8 a 10 de agosto, das 9h ao meio-dia. Todos os cursos acontecem no Café Teatro (avenida Sete de Setembro, 377, Centro, ao lado do Basa), à exceção de Cineclubismo, cujos local, datas e horários ainda serão definidos.

As inscrições para os cursos podem ser feitas por meio da página do SEDA 2013 - Manaus no Facebook (confira o Serviço).

Além dos cursos, a programação de atividades da Semana inclui ainda debates sobre o audiovisual para a PósTV, canal de comunicação do Circuito Fora do Eixo na Internet. Os debates serão realizados na sede do Coletivo Difusão (rua Monsenhor Coutinho, 801, Centro) e serão transmitidos pela web para serem acompanhados por realizadores e interessados de outras localidades.

Movimentando

A programação do evento se completa com a exibição de filmes em curta-metragem, dentre produções inscritas por realizadores audiovisuais independentes de todo o País e produções selecionadas pela distribuidora digital de filmes DF5. As produções da região Norte deverão ser destaque na seleção de títulos, ainda a ser divulgada pelos organizadores da Semana em Manaus.

Esta é a terceira edição da SEDA 2013 em Manaus. A cada ano, o evento “ganha mais força como festival de cinema livre”, de acordo com os organizadores.

“É um cinema que discute formatos diferenciados dentro do audiovisual, e que traz o debate do mercado independente do audiovisual brasileiro, trabalhando temas como produção, distribuição e exibição. Aliado a isso, desenvolvendo novas tecnologias dentro desse universo”, destaca Thiago Hermido, do Coletivo Difusão, que realiza o evento em Manaus ao lado da Casa Fora do Eixo e da Barba Cabelo & Bigode Produções. A iniciativa tem apoio da Secretaria Municipal de Cultura, Artes e Turismo (Manauscult).

fonte: http://acritica.uol.com.br/

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terça-feira, 23 de julho de 2013

O Curso de Cinema: Atriz Thaís de Campos vem a Belém ministrar oficina para TV e Cinema




Uma das atrizes mais experientes da televisão estará em Belém nos dias 22 e 23 de junho ministrando a oficina “Segredos da Câmera”. Serão duas turmas de 30 alunos cada e o curso é inteiramente gratuito. No ar atualmente na novela “Malhação”, Thaís De Campos é atriz global com mais de 20 anos de carreira, com 13 novelas e 5 mini-séries, destacando entre elas: A Viagem, Duas Caras, Mulheres de Areia, TITITI e Cinquentinha.

De acordo com o ela, o curso é dinâmico e atual, elaborado para despertar e reforçar o potencial criativo do participante, fornecendo base para o desenvolvimento e aperfeiçoamento do participante, para o êxito em sua busca de realização na área televisiva. “Passaremos todas as informações técnicas, com exercícios práticos frente às câmeras, para os vários tipos de representação como: ficção, apresentação de programas, comerciais, castings”, explica a atriz.

Com um total de 12 horas, o curso “Segredos da Câmera” vai trabalhar o aprendizado da técnica atual para as câmeras a partir da exploração da área hipotalâmica, que rege os sentimentos, sensibilidade e intuição. Segundo a atriz esta “é a melhor forma de se assimilar e reter conhecimentos e vivenciar nossas emoções”. No curso a atriz vai trabalhar também a intepretação, empatia com o público, desinibição, a voz e o corpo, o domínio da emoção e a respiração. O objetivo é que o participante chegue ao final do curso com uma estrutura que lhe permita dominar os problemas e carências comuns nesta área.
Sobre a atriz

Thaís De Campos é atriz da TV Globo há 20 anos e atualmente está no ar como “Vilma”, personagem da novela Malhação. Sua estreia na TV foi na novela “Elas por Elas”, em 1982, desde então ela já passou por diversas novelas e mini-séries, além de cinema e teatro. Recentemente dirigiu e produziu o filme curta metragem “Bicho Esquisito”, selecionado para o Festival de Cinema Brasil Internacional 2013. Sua mais recente participação no teatro foi na peça “O Nosso Amor a Gente Inventa” de Miguel Paiva, com direção de Cininha de Paula, em 2009.

Além do Brasil, Thais de Campos também trabalhou na Portugal, onde fundou a primeira escola de televisão portuguesa: “Arte 6 – Escola de TV, Cinema e Teatro”, em 2000 e durante oito anos formou vários atores de sucesso, além de produzir e dirigir peças e programas de TV.

Em 2003 lançou a peça “Há vagas para raparigas de fino trato” de Alcione Araújo, em Lisboa, que seguiu em turnê pelo país, passando pelas cidades de Oeiras, Almada, Abrantes, Caldas da Rainha e Tomar, e outros. Em Julho do mesmo ano produziu o Festival de Teatro de Algés, composto por 7 peças de teatro, de autores renomados como Shakespeare e Lonesco, além de dois musicais e um espetáculo infantil.

Na televisão portuguesa dirigiu para a SIC o episódio de “O Crime não compensa” intitulado “Maldita Fama”; o programa televisivo “Os Anjos na Bahia” para o canal GNT e produziu e dirigiu o programa televisivo “Folia VIP” sobre o Carnaval do Rio de Janeiro, em 2006.

Inscrições até 19 de junho na Gerência de Artes Cênicas e Musicais do IAP

Público: bailarinos, atores, diretores, modelos e telejornalistas.

60 vagas – 2 turmas (manhã e tarde)

Informações para inscrições: (91) 4006 2926 / 4006 2911

(Agência Pará)

fonte: http://www.achebelem.com.br/

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segunda-feira, 22 de julho de 2013

O Curso de Cinema: Inscrições abertas para as oficinas e seminários do 46º Festival de Brasília






Estão abertas as inscrições para os cursos programados para o 46º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. São quatro seminários e quatro oficinas, todos gratuitos, voltados para estudantes, profissionais do audiovisual, cineastas, jornalistas, pesquisadores, músicos e público em geral.

Entre 18 e 23 setembro acontecem os seminários Olhares Multiculturais: o cinema brasileiro no estrangeiro; Humor e Comicidades – A Cultura do Riso no Cinema Nacional eCinema em Alto e Bom Som, coordenados pela professora Tânia Montoro, eEstratégias para o Desenvolvimento das Pequenas Empresas do Audiovisual Brasileiro, coordenado pelo produtor Marcus Ligocki Jr.

As oficinas, por sua vez, foram reunidas na Oficina Integrada de Cinema, que acontece de 18 a 22 de setembro, com cursos de roteiro, direção, trilha sonora para cinema e finalização digital. Todas resultarão na criação de um único produto final. No penúltimo encontro, os integrantes da oficina de direção escolherão roteiros desenvolvidos pela oficina de roteiro e trabalharão sobre eles. Em seguida, os alunos da oficina de trilha sonora comporão as músicas dos filmes que serão finalizados digitalmente.

As inscrições ficam abertas até o próximo dia 16 de agosto. Mais informações pelo telefone (61) 3325-7777 ou pelo e-mail seminariosoficinas@gmail.com.

Confira a programação detalhada:

OFICINA INTEGRADA DE CINEMA

A Oficina Integrada tem como objetivo produzir filmes que tenham sido originados e finalizados durante a semana de aulas. Cada professor disporá de vinte horas/aula com suas turmas, tendo o roteiro como ponto de partida. Após a conclusão dos roteiros, essas peças serão gravadas pelos alunos de direção no penúltimo dia de aula, momento que coincidirá com a preparação das trilhas, a cargo de outros alunos.

Na primeira metade do último dia, os filmes serão finalizados digitalmente e os “trilheiros” checarão as suas composições já sincronizadas aos filmes. Ao final, está prevista a exibição do filme com a devida execução das trilhas ao vivo, o que motivará a avaliação conjunta de roteiros, direção, trilha, finalização digital e dos trabalhos realizados em cada oficina.

OFICINA DE ROTEIRO, com o jornalista, escritor e roteirista Marcus Aurelius Pimenta
de 18 a 22 de setembro, 9h às 12h30

Apresentação geral. Explicações sobre formatação e peculiaridades da escrita para roteiro. Orientação sobre bibliografia básica. Na segunda parte da oficina, os alunos começarão a desenvolver os argumentos, que podem ser tanto de ficção quanto de documentário ou docudrama. Finalização dos argumentos e início da redação dos roteiros. Escolha dos projetos a serem filmados. Finalização dos projetos escolhidos e desenvolvimento dos roteiros iniciados no dia anterior. Exposição e discussão do projeto de cada participante e evolução do texto. Debate e desenvolvimento dos projetos individuais. Produção do texto. Finalização dos roteiros.
Vagas: 25 alunos.
Público-alvo: estudantes e profissionais de audiovisual.

OFICINA DE DIREÇÃO, com o diretor Jorge Bodanzky.
19 a 22 de setembro, 14h30 às 18h

Neste breve curso, o cineasta vai discutir as funções de um diretor de cinema a partir da análise de filmes. Noções de fotografia, iluminação e som. As diferentes linguagens cinematográficas: documentário, docudrama e ficção. O cinema nas novas mídias: Internet, WebTV, smartfones, etc. A questão da imagem no universo audiovisual a partir de exemplos diversos. Suporte para a realização dos exercícios práticos na integração das oficinas.
Vagas: 25 alunos.
Público-alvo: estudantes e profissionais de audiovisual.

OFICINA DE TRILHA SONORA NO CINEMA, com o músico, compositor, arranjador e professor de trilha sonora David Tygel
19 a 22 de setembro, 14h30 às 18h

A oficina é voltada para músicos estudantes e profissionais, sejam eles alunos de Cinema ou apenas interessados. Para participar, devem levar os seus próprios instrumentos, como baixo acústico e/ou elétrico, bateria, teclado, percussões, sopro (sax, trompete, trombone, flauta, clarinete, oboé) ou cordas (violão, guitarra) ou corda clássica (violino, violoncelo). Haverá espaço para DJ também.
Vagas: 12 músicos, sendo 1 DJ, 1 baixo acústico e/ou elétrico, 1 bateria, 1 teclado, 1 percussão, 1 sax, 1 trompete ou trombone, 1 flauta, 1 oboé, 1 violão, 1 guitarra e 1 violino ou violoncelo.
Público-alvo: músicos

OFICINA DE FINALIZAÇÃO DIGITAL, com o diretor e montador José Rubens Hirsch
19 a 22 de setembro, 14h30 às 18h

Técnicas de edição, finalização, masterização e adaptação para Color Grading no ambiente digital. O curso é recomendado para editores de vídeo ou interessados em finalização digital com alguma experiência na área. Na oficina serão dadas as seguintes matérias: curso de montagem integrada, conceito de montagem, diferença entre montagem e edição, visualização da linguagem cinematográfica, roteiro versus montagem. Entre os trabalhos práticos, estão seleção e organização do material, montagem de um curta-metragem e visionamento de trabalhos realizados pelo professor. Com relação à finalização digital, serão abordados set, conformação para colorimetria, efeitos, créditos e composição, som e exibição.
Vagas: 15 alunos.
Público-alvo: editores de vídeos ou interessados em finalização digital com alguma experiência na área.

SEMINÁRIOS

SEMINÁRIO OLHARES MULTICULTURAIS: O CINEMA BRASILEIRO NO ESTRANGEIRO
Dias 20 e 21 de setembro, 14h30 às 18h
Coordenação: Tânia Montoro – UnB

O cinema brasileiro tem merecido, ao longo das últimas décadas, análises e estudos de especialistas de outros países. Tais investigações teóricas, além de possibilitar um aprofundamento do debate, têm acrescentado novas perspectivas, como as relações entre cultura e cinema de diferentes países, a consolidação da indústria de audiovisual nacional, as formas de colonização, as histórias de resistências e as correntes migratórias que tornam imperativas a discussão sobre questões étnicas, raciais e de gênero.

INTEGRANTES

Randal Johnson: Professor de literatura, cinema e cultura brasileira na Universidade da Califórnia; autor de The Film Industry in Brazil,Literatura e cinema: Macunaíma do Modernismo na Literatura ao Cinema Novo e Brazilian Cinema (coeditado com Robert Stam), entre outros trabalhos sobre o cinema brasileiro.

Gian Luigi de Rosa: Professor da Universidade de Salento/Itália, especialista em tradução audiovisual. Organizador do livro Alle Radici del Cinema Brasiliano e autor de diversos ensaios sobre o cinema brasileiro, entre eles Em busca de uma terceira margem cinematográfica.

Paulo Antonio Paranaguá: Historiador de cinema e jornalista do Le Monde/França. Autor de Cinema na América Latina: Longe de Deus e perto de Hollywood e Cine documental en América Latina, entre outros.

Stephanie Dennison: Professora da Universidade de Leeds/ Inglaterra e doutora em estudos brasileiros. Em parceria com Lisa Shaw, é autora de Brazilian National Cinema, Popular Cinema in Brazil e editora de Latin American Cinema e Pop Culture Latin America.

SEMINÁRIO HUMOR E COMICIDADES – A CULTURA DO RISO NO CINEMA NACIONAL
Dia 22 de setembro, 14h30 às 18h
Coordenação: Tânia Montoro – UnB

O seminário é dedicado a pensar o riso e o risível em várias modulações na cultura cômica cinematográfica nacional. Comédia e sátira de um lado, inteligência e astúcia de outro. O riso e o humor são linguagens transculturais, mas carregadas de elementos de historicidade. Nessa perspectiva, o seminário pretende investigar o humor no cinema nacional em suas várias expressões e múltiplas possibilidades de diálogos com o público.

INTEGRANTES

Betse de Paula: Diretora das comédias românticas O Casamento de Louise (2001) e Celeste e Estrela (2002), esta última selecionada para a abertura do Festival de Brasília. Sua mais recente comédia Vendo ou Alugo (2013) recebeu 12 prêmios na edição do Cine PE deste ano.

Elias Thomé Saliba: Professor de História na Universidade de São Paulo e especialista na história cultural do humor brasileiro. Autor deRaízes do Riso: a representação humorística na história brasileira, além de vários outros textos acadêmicos e ensaios jornalísticos sobre a cultura do riso.

Maria Thereza Negrão de Mello: Professora do departamento de História da Universidade de Brasília e organizadora, com Marcia Kuyumjian, do livro Cultura cômica e ambiência cotidiana: história cultural, risibilidade e humor.

Ian SBF: um dos cinco fundadores do Coletivo Porta dos Fundos, que se tornou um dos maiores fenômenos de audiência do audiovisual nos últimos anos. Ian SBF é responsável pela direção dos vídeos, sendo também realizador da série televisiva O Fantástico Mundo de Gregório(2012) e das comédias em longa-metragem Podia ser Pior (2010) e Teste de elenco (2011), esta última lançada diretamente na internet.

SEMINÁRIO CINEMA EM ALTO E BOM SOM
Dia 23 de setembro, 14h30 às 18h
Coordenação: Tânia Montoro – UnB

O propósito é debater a relação entre o cinema nacional e a memória musical, que tem produzido encontros fecundos entre linguagens de formatos híbridos e que, ao lançar biografias e trajetórias de carreiras musicais, permite ao cinema narrar o samba, a bossa nova, o sertanejo, a música de raiz, o frevo, entre outras expressões musicais, fazendo assim a releitura de um cinema sonoro brasileiro.

INTEGRANTES

Walter Carvalho: diretor do documentário Raul – O Início, o Fim e o Meio (2012) sobre Raul Seixas, além das ficções Cazuza – O Tempo não Pára (2004), com Sandra Werneck, e Budapeste (2009), adaptado da obra de Chico Buarque de Hollanda. Prestigiado diretor de fotografia do cinema brasileiro, Walter atuou em cerca de 80 títulos nos últimos 40 anos.

Breno Silveira: diretor de Gonzaga: De Pai pra Filho (2012) e 2 Filhos de Francisco (2005), relatos biográficos dos músicos Luiz Gonzaga/ Gonzaguinha e Zezé di Camargo & Luciano, respectivamente. Atua também como diretor de fotografia, produtor e diretor de videoclipes.

Ana Rieper: diretora de Vou Rifar Meu Coração (2011), premiado documentário sobre a influência da música brega no cotidiano brasileiro. Seus trabalhos na tevê envolvem a direção (entre 2005 e 2010) do programa Afinando a língua, apresentado pelo músico Tony Belotto.

Marcelo Machado: diretor do documentário Tropicália (2012) sobre o movimento musical que revolucionou a história cultural do Brasil em fins da década de 1960. Seus trabalhos para a tevê envolvem a série Música Brasileira, exibida pelo canal Multishow.

Lírio Ferreira: diretor dos documentários Cartola – Música para os Olhos (2007) e O Homem que Engarrafava Nuvens (2009), sobre o “doutor do baião” Humberto Teixeira, eleito melhor filme documentário no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2011. Entre os seus trabalhos ficcionais, destacam-se Baile Perfumado e Árido Movie.

SEMINÁRIO ESTRATÉGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS PEQUENAS EMPRESAS DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO
18 e 19 de setembro, 14h às 18h
Coordenação: Marcus Ligocki Jr

18 de setembro
14h às 16h – Tema: A Conjuntura Econômica
Objetivo: Apresentar a conjuntura atual da economia do audiovisual e os direcionamentos para médio e longo prazo.
Convidados: Hamilton Pereira, secretário de Cultura do DF; Manoel Rangel, diretor-presidente da Ancine; Leonardo Hernandes, coordenador do Fundo de Apoio à Cultura/SEC/DF; Marco Altberg, presidente da ABPITV; Luciane Gorgulho, chefe do Departamento de Cultura, Entretenimento e Turismo /BNDES.
Mediador: Renato Barbieri

16h às 18h – Tema: A Distribuição Cinematográfica
Objetivo: Apresentar a linha de trabalho da distribuidora, os seus modelos de participação no financiamento das obras cinematográficas e a visão sobre o momento atual da produção audiovisual brasileira.
Convidados: Bruno Wainer, diretor executivo da Downtown; Jean Thomas – Imovision/diretor geral; Sílvia Cruz – Vitrine Filmes/diretora geral; Sandro Rodrigues, diretor geral da H2O Filmes
Mediador: Marcus Ligocki Jr

19 de setembro
14h às 16h – Tema: A Inserção das Cinematografias Regionais
Objetivo: Apresentar as atividades atuais, desejos, limitações, bem como a visão de futuro para a produção de conteúdo audiovisual fora do eixo Rio-São Paulo.
Convidados: Renato Barbieri, diretor da Aprocine; André Carvalheira, presidente da ABCV; Isabela Cribari, representante da APCNN; Carlos Gerbase, representante da produção do Rio Grande do Sul; Rodrigo Camargo, coordenador do Núcleo do FSA; Leopoldo Nunes, secretário do Audiovisual/MinC.
Mediador: Marcio Curi

16h às 18h – Tema: Estratégias Empresariais para o Desenvolvimento Audiovisual
Objetivo: Apresentar os cases de produtoras brasileiras de conteúdo audiovisual bem-sucedidos, as estratégias adotadas para seus desenvolvimentos individuais, além de suas visões de futuro para o mercado.
Convidados: Marcio Curi, Asacine; Giba Assis Brasil, Casa de Cinema de Porto Alegre; João Júnior, REC; Marcos Didonet, Total Filmes; Fabiano Gullane, Gulane Filmes; Mariza Leão, Morena Filmes.
Mediador: Christian de Castro

fonte:http://www.cenasdecinema.com/

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sexta-feira, 19 de julho de 2013

O Curso de Cinema: Memorial recebe inscrições para curso de extensão em cinema



Aulas começam dia 17 de agosto e buscam a expansão do conhecimento sobre cinema documentário

Uma boa notícia para os amantes de cinema: estão abertas as inscrições para o curso de extensão no Memorial da América Latina. O curso América Latina em foco: Iniciação à criação de documentários (curta-metragem), tem como objetivo aprofundar o conhecimento sobre cinema documental.

O programa inclui aulas teóricas e práticas com base em filmes e elaboração de um curta-metragem coletivo. O curso é destinado a estudantes de graduação, professores de educação básica, especialmente os da rede pública, e interessados em geral.

As aulas começam dia 17 de agosto e vão até 30 de novembro, aos sábados, das 9h às 13h. As inscrições devem ser feitas presencialmente, de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h, no Anexo dos Congressistas do Memorial da América Latina (portão 13), mediante pagamento de taxa no valor de R$ 200.

fonte: http://saopaulo.sp.gov.br/

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quinta-feira, 18 de julho de 2013

O Curso de Cinema: Estação Cabo Branco e Itaú Cultural abrem inscrições para curso de História da Arte






A Estação Cabo Branco em parceria com o programa Itaú Cultural Artes Visuais abriu inscrições para o Curso de História da Arte - do modernismo ao conteporâneo.

O curso acontecerá nos dias 29, 30 e 31 de agosto no mini auditório 2 da Estação das Artes.

As inscrições são gratuitas e ao todo serão disponibilizadas 115 vagas. Os interessados devem enviar e-mail para estacaocabobranco.curadoria@gmail.com ou telefonar para (83) 3214-8270/8303 ramal 214. No e-mail, o interessado deve escrever: “Solicito inscrição no Curso de História da Arte”, mencionar o nome completo e atividade (função) que exerce.

Só serão consideras inscritos aqueles que receberem um retorno de confirmação de inscrição da equipe da Estação Cabo Branco.

O curso leva em consideração os principais eventos e movimentos artísticos do modernismo a contemporaneidade.

preparação é voltada para artistas de todas as áreas (plástica, visual, design, teatro, cinema outras), estudantes e professores de cursos de Arte e Arquitetura, produtores e demais profissionais da área da arte e cultura.

Perfil dos ministrantes

JOANA D´ARC – Historiadora, mestre em Sociologia, pela UNESP, campi Araraquara (SP) com a pesquisa: Trajetória Artística e Política de uma Neovanguarda das Artes Plásticas no Brasil: 1968-1973, sob orientação do professor Dr. Marcelo Ridenti. Concluiu Especialização em Mediação Cultural pela Agecif e em História da Arte pela Ècole du Louvre ambas em Paris (2001). Doutora em História pela UFPE, com a tese: Cartografias das Artes Plásticas no Recife dos anos 1980: Deslocamentos Poéticos Entre as Tradições e o Novo. Atualmente exerce a direção da Galeria de Arte Janete Costa em Recife (PE), coordena o Coletivo Parangolé: Arte, Cultura, Educação e o grupo de pesquisa Coletivo Arte em Diálogo no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães na cidade do Recife.

LETÍCIA SQUEFF – Professora do Dep. de História da Arte da Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Unifesp (EFLCH/Unifesp). É mestre em História Social e doutora em Arquitetura pela USP. É autora de O Brasil nas Letras de um Pintor (Ed Unicamp, 2004) e Uma Galeria para o Império (Edusp, 2012), em que discute as ideias sobre arte, a formação de uma iconografia política e o colecionismo no Brasil do século XIX. O modernismo brasileiro e suas relações com as vanguardas latino-americanas foi tema de seu pós-doutorado, desenvolvido na Unicamp, cujos resultados parciais vêm sendo divulgados em artigos como “Paris sob o olho selvagem: Quelques Visages de Paris, de Vicente do Rego Monteiro, (In: O selvagem e o civilizado nas artes, fotografia e literatura do Brasil, Editora da Unicamp, 2010).

SÉRGIO MARTINS – Mestre e doutor em História da Arte pela University College London (UCL). Editou o número especial Bursting on the Scene: Looking back at Brazilian Art, do periódico inglês Third Text, e foi curador da exposição Dois Reais (Paço Imperial, 2012), do artista Matheus Rocha Pitta. Tem artigos, ensaios e resenhas publicados nas revistas Third Text, Artforum, Arte & Ensaios, Object, Enclave e Lado 7, entre outras, e também no jornal O Globo. Contribuiu para os catálogos das retrospectivas da Lygia Clark no Itaú Cultural (2012) e de Cildo Meireles no Museu Reina Sofia, em Madrid (2013). Seu livro, intitulado Constructing an Avant-Garde: Art in Brazil, 1949-1979, será publicado em 2013 pela MIT Press (EUA).

PB Agora

fonte:http://www.pbagora.com.br/


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quarta-feira, 17 de julho de 2013

O Curso de Cinema: Sesi-SP abre inscrições para curso teatral




O Sesi-SP, a partir de hoje, abre inscrições para cursos gratuitos de iniciação teatral. As vagas, aqui na região, estão disponíveis nas unidades de Mauá (Avenida Presidente Castelo Branco, 237. Tel.: 4542-8950) e Santo André (Praça Doutor Armando de Arruda Pereira, 100. Tel.: 4996-8633).

Estão disponíveis vagas para os cursos semestrais, nos módulos Jogos Teatrais e Ler a Cena. Parte delas é destinada a alunos do Sesi, mas há chance para outros interessados. A disponibilidade é para pessoas a partir dos 8 anos de idade. Quem quiser se inscrever, deve apresentar CPF, RG ou certidão de nascimento. Menores de idade devem fazer a inscrição acompanhados dos pais. As aulas vão de agosto a novembro.

fonte: http://www.dgabc.com.br/

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terça-feira, 16 de julho de 2013

O Curso de Cinema: Inscrições abertas para curso de interpretação de vídeo


O curso será ministrado de 5 a 9 de agosto; vagas são limitadas
Redação Bonde com assessoria de imprensa

No mês de agosto, a Funcart oferece oficina voltada para alunos que desejam se aprofundar na linguagem audiovisual. As vagas são limitadas e as inscrições já estão abertas na sede da escola, que fica na Rua Senador Souza Naves, 2380. As aulas, ministradas por Carol Ribeiro e Mark Claus, abordarão as especificidades da interpretação para a TV e para o cinema, além de conteúdos como relação ator-câmera, técnica vocal e consciência corporal. Os exercícios serão gravados e assistidos em grupo. O workshop acontece de 5 a 9 de agosto, das 19h30 às 21h30. O investimento é de R$ 150,00.




Mark Claus, um dos professores que conduzem oficina de interpretação para vídeo na Funcart

"A interpretação para vídeo é mais realista e psicológica, bem diferente da expressividade do teatro, que envolve o corpo todo", explica Carol Ribeiro. A oficina pode ser feita por interessados de todas as idades. Tem como público-alvo atores, profissionais ligados à publicidade e até professores que trabalham com aulas gravadas e desejam aprimorar a performance diante das câmeras.

De acordo com Silvio Ribeiro, coordenador da Escola Municipal de Teatro, o workshop vem sendo solicitado por várias pessoas e atende uma grande demanda do mercado em Londrina. É a primeira vez que a Funcart oferece curso voltado para a linguagem audiovisual.

Serviço:

Oficina de interpretação para vídeo
Inscrições abertas
De 5 a 9 de agosto
Das 19h30 às 21h30
Na Funcart (Rua Senador Souza Naves, 2380)
Informações: (43) 3342-2362

fonte: http://www.bonde.com.br/


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segunda-feira, 15 de julho de 2013

O Curso de Cinema: Abertas as inscrições para Curso de Cinema Documentário

Diana Christie

Estão abertas as inscrições para o Curso de Cinema Documentário do projeto Campo Grande Meu Amor. O curso, que ocorre de 01 a 10 de agosto, será ministrado pelo boliviano Iván Molina, diretor da Escola de Cinema e Arte de La Paz (Bolívia), e pela cineasta campo-grandense Marinete Pinheiro.
O curso pretende estimular o olhar criativo e crítico do participante sobre a cidade onde vive, fazendo uma introdução sobre o cinema documentário. Mostrando conceitos, princípios e prática dessa arte.
O projeto, realizado pelo Pontão de Cultura Guaikuru em parceria com a Associação dos Descentes da Tia Eva, é financiado pelo Fmic (Fundo Municipal de Incentivo a Cultura) e pela Prefeitura de Campo Grande. As inscrições vão até o dia 28 de julho. Qualquer pessoa pode participar mas as vagas são limitadas.
O resultado será o DVD "Campo Grande meu amor" composto de vários curtas tendo Campo Grande e seus moradores como tema principal. Os filmes serão exibidos em diferentes meios e localidades durante a semana do aniversário da cidade, de 26 a 31 de agosto.

Serviço: Os interessados devem retirar a ficha no Salão da Tia Eva (Rua Eva Maria de Jesus, s/nº, Vila São Benedito) ou solicitar a ficha de inscrição para o e-mail contato@pontaodeculturaguaicuru.org.br , preenchê-la virtualmente e reencaminhá-la ao e-mail.

fonte: http://www.msnoticias.com.br/


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