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quinta-feira, 11 de junho de 2015

Manaus recebe oficina gratuita de Estratégias Criativas na Produção de Documentário

Gustavo Soranz ministra oficina de Estratégias Criativas na Produção de Documentário


A oficina “Estratégias criativas na produção de documentários” acontecerá em Manaus nos dias 13 e 20 de junho, de 9h às 12h. A atividade será encabeçada por Gustavo Soranz, doutorando em Multimeios pela Unicamp e professor do curso de Comunicação da Uninorte, e terá 20 vagas. No dia 13, serão ministradas as principais funções do documentário. Já no dia 20, o foco são as estratégias criativas para a produção dos filmes.

Realizada por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), a oficina acontecerá na Casa do Cinema (rua Ferreira Pena, nº 145, Solar Georgette, Centro). Segundo o professor, o objetivo da atividade é apresentar estratégias de elaboração de projetos de documentário que tenham um olhar diferenciado para seus temas, ao mesmo tempo em que segue os modelos mais utilizados para seleção de projetos audiovisuais em editais. “O método que será apresentado na oficina segue o modelo do Doc TV, usado em editais do Governo Federal desde 2003. Ele também serve comumente de guia para editais locais”, explicou Soranz.
Embasar é fundamental

A análise de trechos de documentários também fará parte da oficina. Dentre as obras escolhidas, a preferência é por filmes curtos, que serão exibidos na íntegra, e feitos na Amazônia, a partir dos quais se poderá ilustrar as estratégias criativas que são o mote da oficina. “Nessa seleção de filmes, estarão alguns títulos que provavelmente serão reconhecidos pelos participantes, com os quais serão apresentadas as funções do documentário”, afirmou Soranz, complementando que a escolha por filmes amazônicos se deu para gerar uma proximidade maior para o público.

Durante o segundo dia de oficina, será dada maior atenção ao documentário “Cine Metro“, curta documentário dirigido pelo próprio Soranz sobre um antigo cinema de rua de São Paulo. O filme foi produzido durante a participação do professor num curso na Academia Internacional de Cinema, em São Paulo, e será exibido pela primeira vez durante a oficina. “A oficina em si é uma contrapartida para a SEC, por eu ter feito esse curso na AIC. A ideia agora é que o filme circule em festivais. Ele já está inscrito na Mostra de Curtas de São Paulo, mas ainda não saiu o resultado da seleção”.

Os interessados podem comemorar: a oficina é gratuita e depende apenas do envio de e-mail para soranz@yahoo.com até sexta-feira, 18h. Na A mensagem teve ter como assunto “CURSO DOCUMENTÁRIO” e apresentar uma breve explicação dos motivos de interesse em participar da oficina.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

O Curso de Cinema: Memorial recebe inscrições para curso de extensão em cinema



Aulas começam dia 17 de agosto e buscam a expansão do conhecimento sobre cinema documentário

Uma boa notícia para os amantes de cinema: estão abertas as inscrições para o curso de extensão no Memorial da América Latina. O curso América Latina em foco: Iniciação à criação de documentários (curta-metragem), tem como objetivo aprofundar o conhecimento sobre cinema documental.

O programa inclui aulas teóricas e práticas com base em filmes e elaboração de um curta-metragem coletivo. O curso é destinado a estudantes de graduação, professores de educação básica, especialmente os da rede pública, e interessados em geral.

As aulas começam dia 17 de agosto e vão até 30 de novembro, aos sábados, das 9h às 13h. As inscrições devem ser feitas presencialmente, de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h, no Anexo dos Congressistas do Memorial da América Latina (portão 13), mediante pagamento de taxa no valor de R$ 200.

fonte: http://saopaulo.sp.gov.br/

Para saber mais sobre O Curso de Cinema acesse cursosraizesculturais.com.br

sexta-feira, 24 de maio de 2013

O Curso de Cinema: Aprenda a ser um diretor de animê!



Curso intensivo de cinema com ex-produtor da Gainax

Num esforço para incentivar a produção de cultura pop em sua cidade natal, Yonago, o co-fundador do estúdio Gainax, Takami Akai(produtor de Tengen Toppa Gurren Lagann) vai recrutar por volta de 18 jovens para um curso intensivo de cinema.

O curso “Gaina Eizō Juku” vai contecer no fim de agosto. Os alunos escolhidos ficarão uma semana inteira com Akai e com o diretor independente Go Shibata, e vão produzir um filme de 10 minutos ao final do curso. Incluindo hospedagem na cidade e os custos do curso, o preço fica em torno de U$963 dólares, ou seja, próximo de RS2000. Vale a pena?

O curso é patrocinado pela própria Gainax, o estúdio responsável por clássicos como Neon Genesis Evangelion e Gurren Lagann. Mais detalhes (se você souber japonês, o que já te daria uma boa chance de tentar fazer o curso) na página do curso no Facebook.

Não tem quase nada a ver com a matéria, mas não custa nada…

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fonte:http://henshin.uol.com.br/

terça-feira, 14 de maio de 2013

O Curso de Cinema: Tom Cavalcante passará sete meses nos Estados Unidos para curso de cinema




Tom Cavalcante vai morar nos Estados Unidos por sete meses, em 9 de maio de 2013

Tom Cavalcante está prestes a deixar o Brasil. No dia 22 de junho, o humorista embarca para os Estados Unidos, onde ficará por sete meses e fará um curso de cinema. As informações são da coluna de Flávio Ricco desta quinta-feira (9). Mesmo com a temporada fora do país, Tom já tem shows agendados quando retornar ao Brasil.

No último dia 21, o humorista era um dos presentes no show do Roberto Carlos, na Arena Grêmio, em Porto Alegre. O cantor comemorou seus 72 anos com uma mega apresentação para mais de 50 mil pessoas. A grande festa teve direito a fogos de artifício e champanhe.

Muito amigo de Chico Anysio, Tom prestou uma pequena homenagem ao humorista, que também foi seu colega de trabalho por muitos anos. "Um ano sem a lenda do humor nacional. Meu querido mestre vive na minha lembranca e no meu coração", escreveu em sua conta do Instagram.

Sem aparecer muito em eventos sociais, Tom Cavalcante gosta mesmo de curtir um show. Em fevereiro, o humorista prestigiou a apresentação de Elton John, em São Paulo.

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fonte: http://www.purepeople.com.br/

segunda-feira, 22 de abril de 2013

O Curso de Cinema: SP ganha a primeira escola internacional de efeitos visuais da América Latina




Escola é parceria da Saga e da Gnomon, de Hollywood.


A AXIS School of Visual Effects, escola internacional de efeitos visuais inicia o funcionamento na Chácara Santo Antonio, área nobre da zona sul de São Paulo, visando fazer do Brasil um polo de computação gráfica reconhecido mundialmente. Primeira escola internacional de arte digital da América Latina, a AXIS é também a primeira parceira da conceituada Gnomon School of Visual Effects.

Todos os cursos são desenvolvidos pela Gnomon e as aulas serão ministradas por instrutores que desenvolveram e evoluíram suas habilidades em Hollywood, na sede da escola que tem entre seus colaboradores artistas digitais de filmes como “Avatar”, “Star Trek”, “Prometheus”, “Super 8″, “Lanterna Verde” e “Planeta dos Macacos”, e de games como “World of Warcraft”, “Starcraft 2″ e “Diablo 3″.

Para ingressar na AXIS há uma série de requisitos, como portfólio comprovando sólido embasamento artístico digital ou tradicional, fluência na língua inglesa e disponibilidade em tempo integral, inclusive para passar o último módulo do curso full time – Digital Production For Entertainment -, na Gnomon, em Los Angeles. Conheça mais sobre a escola aqui.

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fonte: http://cinemacomrapadura.com.br/

segunda-feira, 8 de abril de 2013

O Curso de Cinema: Cinema Russo é tema de curso na USP




Módulo começará na quinta-feira, 1108/04/2013 12h34


A partir de quinta-feira, 11, e até 2 de maio, a professora e tradutora de russo Neide Jallageas de Lima estará ministrando na Universidade de São Paulo (USP) o Curso de Cinema Russo, Módulo 2. As aulas serão ministradas sempre às quintas-feiras, entre as 14h30 e as 17h30. Serão quatro quintas-feiras: 11, 18 e 25 de abril, e 2 de maio.

As inscrições poderão ser efetuadas até a véspera do início do curso, a quarta-feira, 10, na Secretaria da Faculdade de Letras da USP. O número do telefone para informações é (11) 3091-4645 e o prédio fica na Avenida Professor Luciano Gualberto, 403, no Butantã, e a sala em que o curso será ministrado é a de número 212.

Segundo a Professora Neide Jallageas, o Módulo 1 do Curso de Cinema Russo foi ministrado em 2011. Agora, entre 11 de abril e 2 de maio, acontece o Módulo 2 e, futuramente, serão promovidos os Módulos 3 e 4.

O Módulo 1 focalizou o nascimento do Cinema Russo em 1908 e as suas realizações subsequentes nas décadas de 1910 e 1920. O Módulo 2 vai se ocupar do chamado Realismo Soviético. Os Módulos 3 e 4 deverão concentrar as suas abordagens sobre as produções mais recentes da cinematografia russa.

Neide Jallageas é, também, editora do KINORUSS, os Cadernos de Cinema virtuais que focalizam o Cinema Russo. Estes Cadernos, que só dispõem da versão eletrônica, são veiculados em duas edições anuais. Os Cadernos KINORUSS podem ser acessados no endereço www.kinoruss.com.br .

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fonte:http://www.diariodarussia.com.br/

terça-feira, 26 de março de 2013

O curso de cinema: Edital Ancine – Inscrições abertas e contempla mercado de cinema no Brasil





Edital Ancine – Inscrições abertas e contempla mercado de cinema no Brasil – Djnorway/SXC

São Paulo (19) – As empresas brasileiras produtoras, distribuidoras e exibidoras de longas-metragens nacionais, já podem se inscrever de até 20 de maio para o Prêmio Adicional de Renda (PAR), daAgência Nacional de Cinema (Ancine). De acordo com o edital de 2013, divulgado nesta terça-feira (19), o prêmio contempla o mercado cinematográfico brasileiro com recursos no valor total de R$ 8 milhões.

As empresas produtoras e distribuidoras poderão inscrever filmes nacionais lançados no circuito comercial entre 1º de dezembro de 2011 e 30 de novembro de 2012. Para as empresas exibidoras é necessário ter cumprido no ano de 2012 a cota de tela, que determina a exibição de três a 14 filmes nacionais, num período que varia de 28 a 63 dias, de acordo com a dimensão do complexo de salas. Outra exigência para as empresas é que os longas-metragens exibidos tenham sido lançados no mercado após 1º de julho de 2011.

O PAR foi criado em 2005, com o objetivo de premiar as empresas de acordo com o desempenho comercial dos filmes brasileiros no mercado exibidor. Desde a primeira edição, a Ancine concedeu um total de R$ 58 milhões às empresas, que devem obrigatoriamente aplicar os recursos no desenvolvimento de novos projetos, de acordo com a sua área de atuação.

Paulo Virgilio
Repórter da Agência Brasil
Edição: Fábio Massalli
Edição final: William Camargo/Folha Paulistana

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fonte: http://www.folhapaulistana.com.br/

sexta-feira, 22 de março de 2013

Curso de Cinema: Mulher vive transformista em documentário de cineastas baianos

'Jéssica Cristopherry' celebra a parceria entre Paula Lice, Rodrigo Luna e Ronei Jorge e o lançamento da Buh!Fu Filmes, que reunirá seus trabalhos audiovisuais




Em ordem, Carolina Vargas, Paula Lice, Mitta Lux, Valérie O’hara, Rainha Loulou



Imagine uma atriz, nascida mulher, tentando mergulhar no controverso universo dos homens que representam o feminino nas noites de Salvador. Esta é a proposta de 'Jéssica Cristopherry', documentário que celebra a parceria entre os cineastas Paula Lice, Rodrigo Luna e Ronei Jorge e o lançamento da produtora Buh!Fu Filmes. Compartilhando roteiro e direção, o trio mostra, através de Jéssica, o universo dos artistas-transformistas da cena noturna.


O filme documenta a criação de Jéssica Cristopherry, alimentada pelos desejos transformistas da atriz e mulher Paula Lice. Para isso, ela conta com o auxílio de cinco das mais respeitadas transformistas de Salvador: Mitta Lux, Valérie O’hara, Carolina Vargas, Rainha Loulou e Gina d’Mascar.

A produção mostra o passo-a-passo da montagem da personagem, que vai se desnudando e se revelando como uma homenagem ao trabalho dos atores que investem e acreditam no transformismo como arte. Enquanto assiste ao nascimento de Jéssica, o público acompanha ainda o papo da atriz com o diretor teatral pernambucano Rodrigo Dourado, pesquisador apaixonado da cena transformista.




Transformistas ajudaram a produzir Paula Lice



O filme conta com a produção executiva da Movioca - Content House + Buh!Fu Filmes, com colaboração da Domínio Público, Uhu Filmes e Pequena Sala de Ideias; e recursos do Governo do Estado da Bahia, através do Edital Demanda Espontânea/2011.

Proposta
'Jéssica Cristopherry' é um filme de amor pela cena transformista e seus artistas. Ganhando pouco e investindo muito, esses artistas alimentam largas horas de show, dublando e interagindo com públicos diversos. Potencializam a ambiguidade entre ser e não ser mulher, cantar e não cantar, viver e não viver em um mundo glamourizado.

Gravações
Filmado no tradicional Beco dos Artistas, nos bares All Club e Melancia Blue, o documentário investiga o universo trans, em que as identidades biológicas e de gênero são desconstruídas. Nessa cena em que, tradicionalmente, as representações do feminino são performadas por homens, Jéssica quer saber como uma atriz, mulher de nascença, pode se tornar uma outra mulher, para além de sua identidade biológica.




Paula Lice e Valérie O’hara no Beco dos Artistas



Exibições
O filme tem estreia marcada para o próximo dia 26 de março (terça), às 20h30, no Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha. Além do lançamento no cinema, 'Jéssica Cristopherry 'cumprirá uma microtemporada nos bares em que foi gravado: All Club e Melancia Blue, no Beco dos Artistas, sob a batuta de Gina d’Mascar e Rainha Loulou.

Exibições no Beco dos Artistas:
27/03, no ALL CLUB, 22h, com Gina de Mascar.
03/04, no ALL CLUB, 22h, com Gina de Mascar.
07/04, no Melancia Blue, 22h, com Rainha Loulou.

Entrevista com os diretores de 'Jéssica Cristopherry', Rodrigo Luna e Paula Lice:

iBahia - Por que vocês decidiram trabalhar com o tema?

Rodrigo Luna - Um dia, numa estreia de uma peça de Paula Lice, ela confessou seu desejo semi secreto de se experimentar como transformista. Ronei, de bate pronto, disse que serial lindo fazer um filme sobre isso, esse desejo de uma mulher querendo se transformar numa super diva, um filme digno de Sundance. Eu, que por acaso também estava ali, disse pra gente marcar logo uma reunião que o projeto era massa. Passamos três anos nos reunindo esporadicamente para conceber de fato o projeto, e fomos contemplados no primeiro edital em que o escrevemos.

Paula Lice - Bom, Jéssica é uma brincadeira de criança minha, era o nome que eu usava para batizar minhas personagens. Acompanho a cena transformista de Salvador há anos, o desejo de me "montar" e dublar já foi realizado em trabalhos de escola e bares da cidade dedicados a isso. Unir os dois fetiches não foi difícil.


"Elas foram completamente desenvoltas, nos dando um material riquíssimo para trabalhar na edição" (Rodrigo)



iBahia - Como funcionou essa parceria Paula Lice, Rodrigo Luna e Ronei Jorge?

Rodrigo Luna - Com o filme aprovado, tivemos nossa primeira reunião realmente prática, e descobrimos que cada um de nós tinha um filme diferente na cabeça. Ali mesmo combinamos que acontecesse o que acontecesse, mesmo se o apocalipse estivesse acontecendo e perguntassem pra gente o que a gente estava fazendo, teríamos que responder: o mesmo filme! De fato, Jéssica acabou se tornando um quarto filme, um amálgama dessas visões, e que ainda se transformou mais durante o processo de montagem.

iBahia - Como foi trabalhar com as transformistas Rainha Loulou, Mitta Lux, Valérie O’hara, Carolina Vargas e Gina d’Mascar?

Rodrigo Luna - Desde o principio, decidimos que não queríamos 'dirigir' elas, no sentido tradicional. Nossa ideia era montar algumas situações e deixar todos bem a vontade, colhendo o que rolasse, mas com Paula em cena, que poderia direcioná-las caso fosse necessário. Acontece que elas foram completamente desenvoltas, nos dando um material riquíssimo para trabalhar na edição.






iBahia - No ano passado, a cineasta Ceci Alves lançou um assunto semelhante. Vocês assistiram? Se inspiraram nele para criar o doc?

Paula Lice - Ceci e nós fomos aprovados no mesmo ano, 2011, na mesma safra de editais, então, não foi uma inspiração. Além do que, Ceci produziu uma ficção sobre um caso real de homofobia que levou à morte de uma travesti por policiais, na década de 90. Jéssica é um documentário sobre a corporificação de um desejo de mulher pelo transformismo, homenageando carinhosamente o trabalhos desses artistas, atores transformistas da noite soteropolitana. São temas diferentes, portanto.

iBahia - Tiveram alguma dificuldade durante todo o processo de produção?

Rodrigo Luna - Acho que só as dificuldades normais inerentes a qualquer produção audiovisual… Tivemos que adiar as filmagens por causa da greve da polícia, por exemplo, mas tudo foi se contornando.


"É um documentário sobre a corporificação de um desejo de mulher pelo transformismo" (Paula)



iBahia - O que você espera que aconteça com a difusão do seu doc?

Paula Lice - Meu macro desejo é que ele acrescente às discussões sobre gênero, desejos, sexualidade, em suas livres expressões. E se o olhar para esses artistas for mais respeitoso e afetuoso por conta do filme, ele terá cumprido sua meta principal.

iBahia - Pretende continuar trabalhando com o tema em outras produções?

Paula Lice - Eu, pelo menos, sim. Há muitos desdobramentos sendo gestados agora para trazer mais futuros nesse campo pra gente.

Lançamento do documentário 'Jéssica Cristopherry'
Data - 26 de março, às 20h30
Local - Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha
Duração - 52 minutos
Entrada franca

Ficha Técnica:
Roteiro e Direção: Paula Lice, Rodrigo Luna e Ronei Jorge/ Produção Executiva: Movioca Content House e Buh!Fu Filmes/ Colaboração: Domínio Público, Uhu Filmes e Pequena Sala de Ideias. Direção de produção e Assistência de Direção: Roberta Martins/ Direção de Fotografia: Jeronimo Soffer/ Som Direto e Mixagem: Napoleão Cunha/ Edição: Rodrigo Luna/ Direção Musical: Ronei Jorge/ Elenco: Aldo Zeck, Bruno Santiago, Jean Carlos Macêdo, Luiz Santana, Paula Lice, Rodrigo Dourado e Valécio Santos.




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fonte: http://www.ibahia.com/