quarta-feira, 23 de novembro de 2022

Curso de Produção Executiva







Curso de Produção Executiva EAD, “ON Line” . As aulas ( textos e vídeos) estão dentro desse site

Objetivo do curso: formar Produtores Executivos na área da cultura.

Neste curso, o aluno vai aprender as diferenças entre Produtor, Produtor executivo e Diretor de Produção. Ele é direcionado mais a quem quer fazer cinema, televisão, vídeo, documentários, apesar de que a maioria das matérias servem para qualquer produtor executivo na área da cultura.

Hoje, cada vez mais, a profissão do Produtor Executivo é valorizada no meio artístico. Isso porque trata-se de um profissional com perfi dinâmico e polivalente, capaz de atuar em qualquer setor da produção cultural.

Sua importância é fundamental, pois é ele quem executa o projeto e quem substitui o produtor ou a empresa produtora.

Nosso curso contém matérias bastante relevantes para aqueles que desejam atuar na área, dentre as quais destacamos as orientações relacionadas à análise técnica de projetos culturais, elaboração de cronograma de produção, planejamento de ações, cronograma financeiro de desembolso, captação de recursos, contratos, direitos autorais, direitos trabalhistas, comercialização. Conhecimentos que, se dominados de modo eficaz, habilitam o Produtor Executivo a produzir um filme, uma peça de teatro, um DVD, um evento, etc.

Veja AQUI a diversidade de matérias e conhecimentos ao seu alcance.

segunda-feira, 14 de novembro de 2022

Educação seleciona 10 filmes que ajudam aluno a estudar História durante o mês de julho



As aulas de História não estão restritas aos livros. Para saber mais sobre a trajetória de grandes personagens ou conhecer os episódios de uma guerra, um eficiente aliado é o cinema. São inúmeras as produções nacionais e estrangeiras que, além de entreter, ensinam. Por isso, a Secretaria da Educação de São Paulo, por meio da equipe curricular de História, elaborou uma lista com 10 títulos que podem ser vistos em casa ou com amigos durante o recesso de julho (veja lista abaixo).
Para montar a seleção, os educadores levaram em conta: a temática, a faixa etária do público, o acesso ao material e o tipo de linguagem. Todos os selecionados fazem parte da videoteca que dá suporte para as aulas de diversas disciplinas na rede. As escolas que atendem alunos do Ensino Médio contam com um acervo moderno de filmes, mantido pelo programa \"O cinema vai à escola\" da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE).
Entre os títulos, está a produção inglesa \"Billy Elliot\". O filme narra a história de um menino de 11 anos que desiste das aulas de boxe para aprender balé. O pano de fundo, porém, é a Inglaterra do início dos anos 80, quando o punk explodia nas rádios e os operários foram às ruas para exigir melhores condições de trabalho. Já em \"Sob a névoa da guerra\", o tema central é o Vietnã e a fracassada ocupação norte-americana no país asiático. O documentário resgata imagens de arquivo e gravações da Casa Branca entre os anos de 1961 e 1968.
            Outro exemplo é o brasileiro \"Cinema, Aspirinas e Urubu\", de Marcelo Gomes e mostra a imigração europeia ao nordeste nos anos 30 e o governo Vargas. Ainda entre os nacionais, o kit traz \"Vida de Menina\", filme inspirado do diário de Helena Morley e retrata as Minas Gerais do final do século XXI e a relação entre brancos e escravos. O cinema nacional também é representado com \"O pagador de promessas\". O longa mostra o sincretismo religioso a partir da história de Zé do Burro, um homem pobre que tem como promessa carregar pelo sertão nordestino uma pesada cruz de madeira.
\"O cinema tem a habilidade de tratar temas delicados e complexos, como o preconceito, violência e exclusão social em uma linguagem de fácil entendimento jovens. Por isso, utilizamos os filmes na rede estadual com uma importante aliado na educação e que também podem ser utilizados nos períodos de recesso. Além de compor a biblioteca e acervo das unidades, o material auxilia os professores a propor alternativas para o aprendizado\", explica Maria Margarete dos Santos, da equipe curricular de História da Secretaria da Educação.
Filme
Tema
Crianças invisíveis
trabalho infantil/tráfico
Crash, no limite
preconceito racial/ violência nos EUA
Diários de motocicleta
América do Sul/comunismo
O pagador de promessas
sincretismo religioso/reforma agrária
Bem-vindo a São Paulo
sociedade paulista/urbanização
Gran Torino
imigração asiática e mexicana
Sob a névoa da guerra
Guerra Fria/Guerra do Vietnã
Sombras de Goya
inquisição espanhola/guerras napoleônicas
Um noite em 67
bossa nova/tropicália/
O visitante
refugiados/xenofobia

sexta-feira, 11 de novembro de 2022

Produzindo cinema em tempo de crise

Vale a pena rever esse post



Financiamento público de projetos culturais – Crowdfunding

O ano de 2015 começa com fortes sinais de crise econômica. Essa crise naturalmente irá afetar o lucro das empresas e conseqüentemente a possibilidade delas investir em cultura através das leis de incentivos fiscais.

Encontrar novos caminhos para financiar seu projeto é a saída de todo artista produtor

Uma das janelas de saída desse gargalo é o chamado crowdfunding, ou financiamento coletivo. Já existem no Brasil várias plataformas, ou melhor, sites que são feitos para apresentarem seus projetos, receberem os recursos que viabilizam a sua realização. Eles cobram uma pequena comissão por esse serviço. Se dentro de um prazo estipulado o financiamento não se concluir em sua totalidade, os recursos são devolvidos para quem patrocinou.

É um jogo limpo que tem feito sucesso em todo mundo. Alem do mais, dá muita independência ao realizador, diferente dos projetos financiados pelas leis de incentivos, onde cada valor gasto tem que ser devidamente explicado, trazendo uma grande mão de obra durante toda a produção.

Cada plataforma tem um estilo, um prazo de captação de recursos, um prazo de dias. Existem plataformas também especializadas como em musica, outras em projetos de vídeo e assim por diante.

Na maioria das vezes a captação acontece com as pessoas conhecidas dos produtores e de pessoas que vieram ao site através da divulgação feita por eles.

Sucesso do Projeto:

5 dicas são fundamentais para o sucesso de seu projeto:

1-Interesse público do projeto
As pessoas gostam de patrocinar projetos que busquem o interesse do grande público


2_Boa apresentação
A boa apresentação é fundamental para a venda de seu projeto. Se você trabalha com arte, tem obrigação de ter um projeto com boa apresentação. Seus possíveis patrocinadores tendem a avaliar seu trabalho pela qualidade de seu projeto de apresentação.


3_ Conteúdo importante
È importante que você defenda a importância cultural de seu projeto. È importante que você demonstre que você e seus parceiros possuem autoridade para realizá-lo, que estudaram, pesquisaram e conhecem bem o que irão fazer.

Continua em www.cursosraizesculturais.com.br


Temas como produção cultural, captação de recursos, crowdfunding, direitos autorais, merchandising, redes sociais, cinema, vídeo, produção executiva, patrocínio comercial, curta metragem, direito trabalhista, prestação de contas, tecnologias, equipamentos, entre muitos outros são assuntos desse curso : http://cursosraizesculturais.com.br/

segunda-feira, 7 de novembro de 2022

Cinema nas Escolas


Educação seleciona 10 filmes que ajudam aluno a estudar História durante o mês de julho
As aulas de História não estão restritas aos livros. Para saber mais sobre a trajetória de grandes personagens ou conhecer os episódios de uma guerra, um eficiente aliado é o cinema. São inúmeras as produções nacionais e estrangeiras que, além de entreter, ensinam. Por isso, a Secretaria da Educação de São Paulo, por meio da equipe curricular de História, elaborou uma lista com 10 títulos que podem ser vistos em casa ou com amigos durante o recesso de julho (veja lista abaixo).
Para montar a seleção, os educadores levaram em conta: a temática, a faixa etária do público, o acesso ao material e o tipo de linguagem. Todos os selecionados fazem parte da videoteca que dá suporte para as aulas de diversas disciplinas na rede. As escolas que atendem alunos do Ensino Médio contam com um acervo moderno de filmes, mantido pelo programa \"O cinema vai à escola\" da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE).
Entre os títulos, está a produção inglesa \"Billy Elliot\". O filme narra a história de um menino de 11 anos que desiste das aulas de boxe para aprender balé. O pano de fundo, porém, é a Inglaterra do início dos anos 80, quando o punk explodia nas rádios e os operários foram às ruas para exigir melhores condições de trabalho. Já em \"Sob a névoa da guerra\", o tema central é o Vietnã e a fracassada ocupação norte-americana no país asiático. O documentário resgata imagens de arquivo e gravações da Casa Branca entre os anos de 1961 e 1968.
            Outro exemplo é o brasileiro \"Cinema, Aspirinas e Urubu\", de Marcelo Gomes e mostra a imigração europeia ao nordeste nos anos 30 e o governo Vargas. Ainda entre os nacionais, o kit traz \"Vida de Menina\", filme inspirado do diário de Helena Morley e retrata as Minas Gerais do final do século XXI e a relação entre brancos e escravos. O cinema nacional também é representado com \"O pagador de promessas\". O longa mostra o sincretismo religioso a partir da história de Zé do Burro, um homem pobre que tem como promessa carregar pelo sertão nordestino uma pesada cruz de madeira.
\"O cinema tem a habilidade de tratar temas delicados e complexos, como o preconceito, violência e exclusão social em uma linguagem de fácil entendimento jovens. Por isso, utilizamos os filmes na rede estadual com uma importante aliado na educação e que também podem ser utilizados nos períodos de recesso. Além de compor a biblioteca e acervo das unidades, o material auxilia os professores a propor alternativas para o aprendizado\", explica Maria Margarete dos Santos, da equipe curricular de História da Secretaria da Educação.
Filme
Tema
Crianças invisíveis
trabalho infantil/tráfico
Crash, no limite
preconceito racial/ violência nos EUA
Diários de motocicleta
América do Sul/comunismo
O pagador de promessas
sincretismo religioso/reforma agrária
Bem-vindo a São Paulo
sociedade paulista/urbanização
Gran Torino
imigração asiática e mexicana
Sob a névoa da guerra
Guerra Fria/Guerra do Vietnã
Sombras de Goya
inquisição espanhola/guerras napoleônicas
Um noite em 67
bossa nova/tropicália/
O visitante
refugiados/xenofobia

segunda-feira, 10 de outubro de 2022

Cinema, educação e o povo brasileiro.






Os americanos, sempre focados em resultados, usam com habilidade a indústria do cinema para educar. Por meio dela, passam mensagens importantes para desenvolver e fortalecer seu povo e seu país.

No clássico filme "O Gladiador" (2000, direção de Ridley Scott), as lições de liderança são poderosas. Em uma das cenas, o ator Russell Crowe, no papel do mais vencedor dos gladiadores, cai numa cilada juntamente com um pequeno grupo de combatentes. Sem saber o que enfrentariam, o gladiador junta o grupo, estrutura-o em bloco e conclama: "Se ficarmos juntos, e só assim, teremos alguma chance de sobreviver". Ao final, realizam o que parecia impossível: vencem.

Em outro filmaço, "Apolo 13" (1995, direção de Ron Howard), quando a cápsula tem problemas técnicos e o oxigênio a bordo torna-se escasso, a base em Houston se reúne e encontra uma solução. O que se vê nessa cena é uma espetacular lição de trabalho em equipe voltada para a inovação; a ela segue-se uma lição de estruturação de processos para que os tripulantes repitam a bordo a construção da traquitana que havia sido feita em terra.

Liderança, Gestão por Processos, Cultura Organizacional, Foco em Resultados, Produtividade: todos esses componentes, sabemos bem, são essenciais para o sucesso das organizações, sejam elas empresas ou países. Mesmo sabendo disso, não é fácil educar as pessoas para que adquiram esses comportamentos e suas atitudes assegurem sucesso.

Hollywood e a indústria do cinema são craques em passar essas mensagens de forma impactante. É raro que um longa americano não seja também um instrumento de sensibilização e educação para que pessoas e organizações compitam e vençam.

Mais recentemente vi "Whiplash" (2014, Damien Chazelle). O filme impressionou-me muito. Sabemos que as artes exacerbam emoções; como disse Paul Klee, "a arte não reproduz o visível, o faz visível". Enquanto assistia ao filme lembrei-me de meu primeiro chefe, um alemão, ex-Mercedes-Benz, em 1975. Um verdadeiro general. Cruel, frio, intolerante. Mais tarde, no começo dos anos 1980, outro chefe tinha a estranha mania de escolher um de nós para estralar-lhe o pescoço... Tremíamos quando ele entrava na grande sala onde trabalhávamos. É provável que até hoje existam novos Terence Fletcher, o duríssimo maestro de "Whiplash", provocando reações de medo e amor em seus comandados.

Deveríamos olhar para eles como professores durões que nos fazem crescer, e a quem passamos a amar depois, ou como carrascos a serem eliminados nas sociedades maduras? De qualquer forma, a obra possibilita a discussão sobre estilos de liderança em um mundo que busca a comunhão entre resultados, inovação e a alegria de viver.

A despeito de tudo isso, lamentavelmente, nossa população desaprende com novelas e conteúdos desagregadores. Recebe a mensagem de que empresários são bandidos, têm amantes, não pagam impostos e cometem crimes. Em nossos momentos de lazer, quando estamos abertos e vulneráveis a mensagens sub-reptícias, vemos todo tipo de pilantragem. Obviamente, isso fica gravado no subconsciente da audiência.

Mesmo os filmes brasileiros, com raras exceções, são vazios em termos de mensagens sobre competir honestamente e vencer.

Fico imaginando o impacto nocivo disso sobre jovens e adolescentes a quem faltou um exemplo concreto, alguém que passasse ao vivo mensagens positivas de trabalho, luta e sucesso. Valores são transmitidos, quase sempre, por pessoas a quem admiramos. Por isso ainda encontra tanto eco a frase bíblica sobre "o exemplo que arrasta".

Cinema, TV e teatro são território de ídolos. As atitudes deles em cenas exaltam valores e crenças capazes de desencadear no espectador comportamentos positivos - ou negativos. É por isso que as "cinelogias", como conceituadas pelo italiano Antonio Meneghetti, são muitas vezes usadas por nossa equipe de educadores nos cursos para fixar mensagens, chamar a atenção para atitudes, resgatar valores. E têm grande impacto e bons resultados.


Estamos muito atrasados em educação. Não podemos perder nenhuma oportunidade para educar. Nenhum canal. Temos que unir forças - diretores e roteiristas de cinema, de TV, de teatro - pela educação do nosso povo. Consultores organizacionais também, selecionando as mensagens-chave. Juntos podemos divertir e educar. Afinal, a arte nos faz rir e chorar, mas também pode nos fazer aprender e evoluir.

sábado, 4 de julho de 2015

Marília Pêra receberá homenagem no Festival de Cinema de Gramado



A carioca conta com mais de 24 filmes em sua trajetória profissional e será presenteada com o Troféu Oscarito, destinado a grandes atores do cinema brasileiro

Marília Pêra vai receber uma homenagem especial
Foto: Divulgação

Com um currículo recheado de trabalhos de sucesso, seja para a televisão, teatro ou cinema, Marília Pêra arrasa em suas atuações e, por esse motivo, vai receber uma homenagem para lá de especial no início de agosto deste ano.

A carioca conta com mais de 24 filmes em sua trajetória profissional e será presenteada com o Troféu Oscarito, destinado a grandes atores do cinema brasileiro, no 43º Festival de Cinema de Gramado.

Além da homenagem destinada à Marília, o site oficial do evento divulgou a entrega do Troféu Cidade de Gramado para o cineasta Daniel Filho e as obras que estão concorrendo na competição principal.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Os desafios de fazer cinema no Ceará



Quatro fimes cearenses concorrem na Mostra Competitiva de Curta-Metragem. Os idealizadores discutem os desafios para realizar produções



Dos 333 filmes de todo o País inscritos na Mostra Competitiva Brasileira de Curta-Metragem do 25º Cine Ceará, quatro produções cearenses foram selecionadas. Os curtas realizados no Estado, que integram a seleção de 16 escolhidos para concorrer à premiação, têm em comum algumas características: são independentes, realizados sem incentivo público e com pouco orçamento. Mas, a despeito dos desafios, são filmes que propõem outros olhares ao fazer cinematográfico.


“Cada realizador vai criando suas estratégias e tenho realizado, até o momento, projetos simples e com equipes e orçamentos pequenos”, diz Virgínia Pinho, selecionada pelo curta Miragem. Ela, que tem formação na Escola Pública de Audiovisual da Vila das Artes, critica a instabilidade no fomento ao audiovisual no Estado. “O incentivo público hoje se dá basicamente por meio dos editais públicos e das escolas de formação, e nem sempre tem continuidade”.


Concorrendo com a animação Micro-Macro, o cineasta Diego Akel afirma que muitos idealizadores, na busca por viabilizarem seus filmes, acabam se perdendo ao tentar se encaixar no que supostamente o mercado do audiovisual quer. “Eu penso o contrário: o que a gente tem de bom que quer partilhar como mundo? Cada um faz o seu mercado e, a partir da criação autoral, vai criando seu cenário de produção”, diz Akel, celebrando o momento de inventividade vivido pelo cinema de animação.


Já para produzir trabalhos como o filme Cenário, os estudantes do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Ceará (UFC) fazem “de tudo”, inclusive rifa, é o que diz a diretora do curta, Carol Veras. “A gente tem de fazer filme nessa cidade e, por isso, acaba fazendo sem dinheiro”. Apesar dos recursos escassos, a realizadora comemora a qualidade das produções que compõem a mostra competitiva do festival.


“Tentamos edital da Secretaria da Cultura do Estado, mas não deu certo e acabamos finalizando com campanha de financiamento coletivo”, conta Vanessa Cavalcante, que integra a mostra com o curta Muriel. Ela completa: “Estamos vivendo um momento difícil, porque até quem ganha edital público demora para receber o dinheiro”.


Vanessa destaca ainda que, após todo o desafio que é produzir, vem a luta pela distribuição. A torcida que fica, aponta a realizadora, é que a efervescência do audiovisual no Estado deixe de ser “pontual”, durante a realização do Cine Ceará, e passe a “movimentar o ano inteiro”.



PROGRAMAÇÃO


Hoje, 23


9h - Mostra Acessibilidade: Cine Holliúdy, no Cineteatro São Luiz


10h - Debates com realizadores da 5ª noite, no Hotel Mareiro


14h - Mostra Olhar do Ceará, no Centro Dragão do Mar


14h30 - Master Class com Leonardo Simões, no Cena 15


16h - Mostra Novo Cinema Espanhol, no Dragão do Mar


18h30 - Mostra principal, no Cineteatro São Luiz



SERVIÇO




25º Cine CearáQuando: até amanhã, 24.


Onde: Cineteatro São Luiz (Rua Major Facundo, Praça do Ferreira - Centro).Entrada gratuita.


Site: www.cineceara.com