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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

WorkShop para Cinema e TV no Centro Cultural em Campo Grande

MS Notícias, EC



A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, através do Programa Educativo do Centro Cultural José Octávio Guizzo, oferece o Workshop para Cinema e TV. A oficina acontece de 7 a 11 de Fevereiro e é ministrada pela atriz Nadja Mitidiero.
O curso intensivo na técnica de Stanislavki analisa a personagem no drama voltado para o Cinema e TV e é direcionado para atores e diretores, amadores ou profissionais da arte. Os horários são: de terça a sexta-feira, das 19 às 21 horas e no sábado, das 16 às 18 horas.
O objetivo da oficina é aplicar as técnicas e ferramentas em cenas extraídas de roteiros de cinema. As cenas serão filmadas e disponibilizadas aos alunos, que aprenderão técnicas de análise e compreensão textual levando ao entendimento e construção da personagem, além de ferramentas para extrair do texto, o objetivo maior e os objetivos específicos, desenvolvendo habilidade para realizar escolhas e definir as ações da personagem através de toda a obra, capacitando a identificação do seu estado emocional e a preparação antes da cena, mesmo em texto descontinuado, tão comum no cinema e na televisão.
“Campo Grande sempre morou no meu coração, é a cidade onde passei os anos mais importantes da minha vida, onde tive um primeiro contato com o teatro, meu primeiro curso foi no Centro Cultural Octavio Guizzo. É um prazer, depois de todas as minhas voltas pelo mundo, retornar as raízes que me são tão queridas e devolver a essa terra acolhedora tudo que aprendi.
Este método é como uma chave mestra que abre as portas das inúmeras possibilidades de se interpretar e dirigir um mesmo script. Transforma o ator de mero instrumento do diretor em ator criador. Aos diretores proporciona a oportunidade de ver o filme sob a perspectiva interna da cena e desenvolver vocabulário para comunicar ao ator a interpretação desejada pela direção”, explica a atriz.
Nadja Mitidiero é natural de Londrina, no Paraná e atualmente mora em São Paulo após uma temporada de cinco anos estudando e trabalhando na Inglaterra, onde foi contemplada com uma bolsa de estudos para o curso de pós-graduação da escola dramática Mountview Academy of Theatre Arts.
Durante esse período ganhou experiência ao interpretar Shakespeare em inglês, mergulhar em Tchecov, além de fazer o treino completo, com canto e dança. A atriz também atua em peças teatrais, cinema e comerciais.
Foi professora no OB Education lecionando através de workshops de teatro para escolas de ensino médio. No Brasil, Nadja fez bacharelado em Direito antes de se formar como atriz na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) no Rio de Janeiro. Trabalhou com os diretores Hamilton Vaz Pereira e Paulo de Moraes, em “A Vida Não Promete” e “Feliz Aniversário”, respectivamente.
Também atuou nas companhias de teatro físico, Omâme Teatro, atuando em duas de suas peças - Nariz de Prata e Medeia, que passou pelo Rio de Janeiro e São Paulo e na Akropolis Cia de Artes, com a qual atuou durante um ano como atriz no projeto As Belas Adormecidas e como produtora da peça Else, que ficou em cartaz no teatro Sergio Porto no Rio de Janeiro. Além de ter participado das novelas: Celebridade e Da Cor do Pecado.
Serviço:
O workshop terá certificado e as vagas são limitadas a dez alunos. O investimento é de R$ 100,00 (preço único). O pagamento deverá ser realizado no ato das inscrições, quando os alunos receberão o texto O Jardim das Cerejeiras, para que leiam já para o primeiro dia do curso.
As inscrições devem ser realizadas até sexta-feira, das 8 às 18 horas, na secretaria do Centro Cultural José Octávio Guizzo, na rua 26 de Agosto, 453. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3317-1795.

midiamax.com.br
http://www.cursosraizesculturais.com.br/



segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

As contradições do cinema brasileiro


Artigo no www.meioemensagem.com.br mostra as contradições do cinema brasileiro


O cinema brasileiro vivenciou um ano de números contraditórios. Enquanto as salas estiveram lotadas e o público compareceu em peso para assistir aos grandes lançamentos internacionais, o meio foi praticamente deixado de lado pelos anunciantes e pelas agências na elaboração dos planos de mídia.

Pelo lado positivo, o cinema bateu recordes no Brasil. No último ano, 141,7 milhões de ingressos foram vendidos, o que representa um aumento de 5% em relação ao ano de 2010 – que teve o arrasador Tropa de Elite que, sozinho, levou mais de 11 milhões de pessoas às salas de cinema nacional.

Ao contrário de 2010, o ano passado não teve um destaque isolado de determinado filme, mas acabou sendo muito bom para o mercado cinematográfico no conjunto geral. O faturamento total das bilheterias das salas de cinema do País foi de R$ 1,4 bilhão, superior ao total de 2010, que foi de R$ 1,24 bilhão. Os dados foram divulgados pela Filme B, que analisa e monitora o mercado cinematográfico nacional.

Segundo as estatísticas do portal, 333 filmes foram exibidos nas salas de cinema do Brasil no ano passado. Desses, o campeão (em termos de renda gerada) foi a animação Rio, feita pelo brasileiro Carlos Saldanha. Feito em 3D (fator que colabora para o preço maior do ingresso e, consequentemente, a elevação do valor arrecadado com a bilheteria), o filme que narra a saga da arara azul Blu rendeu R$ 68,734 milhões de faturamento. Em segundo lugar ficou o filme Amanhecer – Parte 1, da saga Crepúsculo, que gerou uma renda de R$ 64,141 milhões.

Apesar de estar na vice-liderança no faturamento, a história dos vampiros ficou em primeiro lugar na lista dos filmes com maior público no ano. A primeira parte do último capítulo da saga Crepúsculo levou 6,9 milhões de pessoas aos cinemas. Já Rio fechou o ano com um publico de 6,3 milhões de pessoas.

Público em alta, publicidade em baixa

Mesmo com esses bons números, o meio cinema ainda foi pouco explorado como mídia. Entre os meses de janeiro e outubro de 2011, de acordo com as últimas análises do projeto Inter-Meios, o setor encolheu 5,10% em faturamento com publicidade, em comparação com o mesmo período de 2010, recebendo R$ 69 milhões de investimentos.

Para se ter uma ideia da pouca representatividade do setor, de todo o montante investido em publicidade no Brasil, em todas as mídias (TV Aberta, TV Paga, Rádio, Internet, Mídia Exterior, Jornais, etc), o cinema abocanha apenas 0,30%.

Veja a lista dos filmes que mais faturaram (em bilheteria) no Brasil em 2011:

1- Rio – R$ 68,734 milhões
2- Amanhecer – Parte 1 – R$ 64,141
3- Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2 – R$ 57,730
4- Os Smurfs – R$ 52,198
5- Piratas do Caribe 4 – R$ 49,226
6- Enrolados – R$ 39,803
7- Gato de Botas – R$ 36,051
8- Transformers: o lado oculto da lua – R$ 35,916
9- Carros 2 – R$ 33,730
10- Velozes e Furiosos - R$ 33,414


http://www.cursosraizesculturais.com.br/

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Curso de cinema com José Carlos Avellar

Começa nesta segunda curso de cinema com José Carlos Avellar

'Formas de ver: Introdução ao olhar cinematográfico' será na Biblioteca de Botafogo

Jornal do Brasil
Ajudar o espectador a desenvolver outros modos de apreciar um filme, a partir da reflexão sobre a relação entre a imagem cinematográfica e a música, e como esta relação se desenvolveu desde o final do cinema mudo até o som estéreo dos dias de hoje. Com essa proposta, o jornalista, crítico e ensaísta de cinema José Carlos Avellar ministra o curso “Formas de ver: Introdução ao olhar cinematográfico” na Biblioteca de Botafogo, com inscrições gratuitas.
A atividade integra o projeto de ocupação cultural da Biblioteca Municipal de Botafogo “Estação Pensamento & Arte”, que segue até o final de 2011.
José Carlos Avellar ministra o curso “Formas de ver: Introdução ao olhar cinematográfico”
José Carlos Avellar ministra o curso “Formas de ver: Introdução ao olhar cinematográfico”
Professor da Escola de Cinema Darcy Ribeiro, curador do Cineclube e editor dos Cadernos ECDR, e autor de O chão da palavra - Cinema e literatura no Brasil, dentre outros livros, Avellar responde também pela programação da sala de cinema do Instituto Moreira Salles, representa o Internationale Filmfestspiele Berlin no Brasil.
SERVIÇO
Curso “Formas de ver: Introdução ao olhar cinematográfico”
Dias e horário: 21, 22 e 23/11, das 19h às 21h
Local: Biblioteca Popular Municipal de Botafogo - Rua Farani 53, Botafogo.Inscrições gratuitas: (21) 3235-3799 - 40 vagas

Jornal do Brasil

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Mini curso explora o cinema brasileiro nas décadas de 50 e 60




O cinema brasileiro tem uma história longa e diversificada nas produções e nos movimentos culturais mais conhecidos, como o Cinema Novo. As empresas de cinema criadas como tentativa de industrializar o setor também possuem um papel importante. Duas delas, as produtoras Atlântida e Vera-Cruz, são o tema do III módulo do minicurso “Conversas sobre Cinema e Filosofia”, que acontece nesta quinta-feira, 27, das 10h às 12h, no auditório do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da UFPA.
Este módulo é chamado “O Cinema Brasileiro das Décadas de 50 e 60 – A Aventura da Atlântida e da Vera Cruz”. Na palestra, a professora da Faculdade de Filosofia e coordenadora do minicurso, Verônica Capelo, irá apresentar dados sobre a história e a produção cinematográfica das empresas, bem como cenas de alguns filmes. Entre eles, “Assim era a Atlântida”, do diretor Carlos Manga.
História - A Atlântida, empresa carioca, e a Vera Cruz, paulista, são duas produtoras importantes para se compreender o espírito da cinematografia brasileira dos anos 50 e 60. “A Atlântida e a Vera Cruz representam duas tendências. A Atlântida era uma produtora de baixo custo, que explorava uma imagem mais caricaturada, mostrando o brasileiro carnavalesco, o pandeiro, a festa”, explica a professora.
Já a Vera Cruz era uma produtora mais industrial. Criada em parceria com empresários italianos, ela produzia filmes tecnicamente mais bem feitos. “Em ambas as produtoras, temos filmes que são muito bons, como ‘São Paulo S.A’ e ‘O Homem do Sputnik’. Este, inclusive, sendo uma das primeiras comédias tendo como tema a Guerra Fria”, acrescenta Verônica.

Extensão - O minicurso é uma realização do Projeto de extensão “Troca de Olhares: Interfaces Entre Cinema e Filosofia”. De acordo com a professora, a ideia de criar um projeto que desse conta das relações entre as duas áreas surgiu de experiências próprias não apenas como cineclubista, mas também como acadêmico.
“Há mais de seis anos, eu ministro uma disciplina chamada ‘Recursos Audiovisuais no Ensino de Filosofia’, durante a qual utilizo pinturas e filmes e relaciono-os com as teorias de filósofos, como Gilles Deleuze, Maurice Merleau-Ponty e Michel Foucault. Essa relação existe também porque, a partir dos filmes, nós temos um espelho, uma representação de nós mesmos”, afirma.
Dois outros módulos foram realizados no início deste ano, no âmbito do minicurso “Conversas sobre Cinema e Filosofia: Breve História do Cinema”; e “Gêneros e Escolas Cinematográficas”. De acordo com a professora Verônica Capelo, ainda acontecerão outros módulos, inclusive, uma reedição daquele sobre “História do Cinema”.
A participação no minicurso é gratuita e aberta para todos os interessados. Certificados serão distribuídos para os presentes que assinarem a lista de frequência.
Serviço
Minicurso O Cinema Brasileiro das Décadas de 50 e 60 – A Aventura da Atlântida e da Vera Cruz. Dia 27 de outubro, das 10h às 12h, no auditório do IFCH.
Texto: Dilermando Gadelha – Assessoria de Comunicação da UFPA

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Cinemas de rua abrem com multiplas atrações no Rio

Cinemas de rua reabrem com múltiplas atrações no Rio FOLHA "Em breve, num cinema perto de você." A expressão vai se tornar cada vez mais recorrente no Rio e em Niterói. Em pouco mais de um ano e meio, seis tradicionais cinemas de rua terão voltado a funcionar nas duas cidades. Quem começou esse boom foi o cine Joia, uma sala que não fica na rua, mas tem tal espírito. Situado numa galeria de Copacabana (zona sul), ele fechou as portas em 2005. Em abril, foi reaberto por empresários e cineastas, com melhorias na estrutura. Mas o charme da acanhada sala (87 lugares) foi mantido. "A nossa programação é de clássicos e obras de novos diretores. E em toda estreia fazemos debate com os realizadores", diz Carol Ficheira, gerente operacional do espaço, também usado para eventos literários e artísticos. Outro cinema que vai servir para diferentes fins é o Paissandu, no Flamengo (zona sul). O empresário Léo Feijó alugou o local por dez anos para que ele volte a funcionar, após três anos fechado. Templo da cinefilia, o Paissandu exibia filmes da nouvelle vague e do cinema novo. Com a reabertura, em junho próximo, terá sala de exibição e salão para shows, peças e eventos. "Em respeito à tradição, vamos exibir filmes mais autorais", diz Feijó. A aura em torno do Paissandu se deve muito ao programador da sala nos anos 1960, Fabiano Canosa. Ele planeja reativar no primeiro semestre de 2012 o Tijuca Palace, fechado desde 1982. Professor de cinema da PUC-Rio e conservador-chefe da Cinemateca do MAM, Hernani Heffner exalta a revalorização desses espaços. "Ali há uma relação artística e mais ampla com o cinema do que nas salas do shopping. São locais de arquitetura particular, nos quais o público está realmente interessado no espetáculo cinematográfico. Fazem parte da identidade cultural e memória afetiva da cidade", diz ele. O governo do Rio quer reativar o cine Olaria (zona norte), fechado há 15 anos, transformando-o em 2012 em centro cultural, como a prefeitura fará com o ex-cine Imperator, no Meier (zona norte). Aberta em 1954, a sala transformou-se em 1993 em uma casa de shows, hoje abandonada. No primeiro semestre de 2012, passará a abrigar filmes, shows e peças. Responsável pelo mais antigo curso de cinema do país, a Universidade Federal Fluminense, em Niterói, já recebeu da CEF R$ 10 milhões para a compra do cine Icaraí, fechado desde 2006. Futuro palco da Orquestra Sinfônica Nacional, mantida pela UFF, o espaço também exibirá produções de alunos e ex-alunos, além de filmes de arte. Fonte:O documento.com.br / Folha