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terça-feira, 19 de junho de 2012

Curso gratuito de Cinema em Santo Andre

Santo André oferece curso gratuito de cinema
Do Diário do Grande ABC


Estão abertas as inscrições para o Curso Intensivo de Interpretação para Cinema, que será oferecido pela Escola Livre de Cinema e Vídeo (Avenida Utinga, 136. Tel.: 4997-1167), em Santo André, durante o período de férias. Os interessados precisam se inscrever até o dia 22 na sede da escola, das 9h às 12h e das 13h30 às 21h.

A interpretação cinematográfica é um dos focos do curso gratuito. A partir de exercícios práticos realizados sob o olhar da câmera, os atores devem interagir com aprendizes do Núcleo de Formação, que atuarão como diretores. O curso será coordenado pela professora Luciana Canton, graduada em Cinema pela Universidade de São Paulo, especializada em Interpretação para Cinema pelo New York Conservatory for Dramatic Arts e especializada em Direção e Interpretação para Cinema pela New York University.

No ato da inscrição, é necessário apresentar: cópia do RG, cópia do CPF, foto 3x4, comprovante de endereço, breve currículo e dissertação sobre o interesse pelo curso, concordando ou discordando do seguinte trecho, retirado do livro "Esculpir o Tempo", de Andrei Tarkovsky. "Ao contrário do ator de cinema, cada ator de teatro precisa construir seu próprio papel interiormente, do começo ao fim, sob a orientação do diretor. Ele deve desenhar uma espécie de gráfico dos seus sentimentos, subordinado à concepção integral da peça. No cinema, não se admite essa elaboração introspectiva do personagem; não cabe ao ator tomar decisões sobre a ênfase, o tom e a modulação da sua interpretação, pois ele não conhece todos os componentes que farão parte da composição do filme. Sua tarefa é viver! - e confiar no diretor".

O resultado da seleção por currículo e dissertação será divulgado em 29 de junho. Os escolhidos serão entrevistados nos dias 3 e 4 de julho. A lista dos selecionados para o curso deve ser divulgada em 6 de julho. As aulas serão ministradas de 9 a 20 de julho, de segunda a sexta-feira, das 19h30 às 22h30.

fonte: www,dgabc..com.br

http://www.cursosraizesculturais.com.br

Curso de cinema em Fortaleza


Fortaleza recebe curso de cinema neste sábado e domingo

Curso terá oito horas de duração neste fim de semana.
Jornalista e escritora também lança livro na capital cearense.

Do G1 CE


Ana Maria Bahiana lança livro em Fortaleza (Foto: Divulgação)Ana Maria Bahiana lança livro em Fortaleza
(Foto: Divulgação)
A jornalista e escritora Ana Maria Bahiana ministra o curso “Como Ver Um Filme: Os Gêneros”, em Fortaleza, na tarde deste sábado (2) e domingo (3), na loja Cecomil.
Nesta quinta-feira (31), ela lança o livro “Como Ver um Filme” também na loja Cecomil Mega Store, na Avenida Dom Luís, 920, Bairro Aldeota.
De acordo com a produção do evento, o curso terá oito horas de duração e o conteúdo programático inclui a transformação e reconstrução dos principais gêneros cinematográficos ao das décadas. As vagas são limitadas e os preços variam entre R$ 299,00 e R$ 359,00, com possibilidade de parcelamento em até 3 vezes O telefone para mais informações é (85) 3262-4000.
http://www.cursosraizesculturais.com.br


segunda-feira, 18 de junho de 2012

Cinema brasileiro terá cota de programação com nova legislação



Cinema nacional será beneficiado com as cotas de programação


As cotas de conteúdo nacional criadas pela Lei 12.485/11 devem aumentar a demanda por filmes nacionais no horário nobre


Coprodução será a melhor maneira de garantir títulos locais para as grades dos canais
São Paulo - Os 15 canais com grade especializada em filmes da TV por assinatura brasileira exibiram filmes 5.738 vezes em 2010. Destes, 908 exibições, o que representa pouco menos de 16%, eram de filmes nacionais.


A grande maioria dos títulos locais, no entanto, estava concentrada em um único canal, o Canal Brasil, que exibiu filmes brasileiros 844 vezes. Nos outros 14 canais, apenas 1,3% das exibições de filmes era de títulos brasileiros.

Os números foram apresentados por Sergio Sá Leitão, presidente da RioFilme, nesta terça, 5, no Fórum Brasil de Televisão. "O cinema brasileiro na TV por assinatura está circunscrito a um gueto", disse.

As cotas de conteúdo nacional criadas pela Lei 12.485/11 devem aumentar a demanda por filmes nacionais no horário nobre, aponta ele. "Devemos ter 2,3 mil exibições de filmes brasileiros na TV paga", conta.

Segundo Sá Leitão, a coprodução será a melhor maneira de garantir títulos locais para as grades dos canais. "O perfil dos filmes pode mudar. Os produtores vão pensar nas grades dos canais na gênese das obras", sentenciou.

Segundo Sá Leitão, o cinema brasileiro vem crescendo em volume de títulos e de recursos investidos na produção. No entanto, vem perdendo market share no mercado interno. "Não temos uma política eficaz para o cinema comercial", disse, destacando que seis ou sete filmes são responsáveis pelo grosso do share do cinema nacional anualmente. "Precisamos de uma meritocracia e de mecanismo (de fomento e financiamento) automáticos, em função de performance", disse.

A própria TV é apontada pelo presidente da RioFilme como um mecanismo importante para fortalecer o cinema nacional. Segundo ele, a TV pode ajudar exibindo, coproduzindo e divulgando o cinema brasileiro.

fonte: revista exame




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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Cinema brasileiro homenageado no Festival de Cinema de Cannes


Homenageado em Cannes, cinema brasileiro vive momento fértil

Cena de 'Na Estrada', de Walter Salles, que irá concorrer a prêmio em Cannes. Foto: DivulgaçãoCena de 'Na Estrada', de Walter Salles, que irá concorrer a prêmio em Cannes
Foto: Divulgação

Homenageado no Festival de Cannes, que começa nesta quarta-feira (16), no sul da França, o cinema brasileiro atravessa um período fértil, com a produção de 100 filmes por ano e maior visibilidade internacional. "O cinema brasileiro vive um momento de muita diversidade. Estamos produzindo quase cem filmes por ano e ocupando uma parte importante de nosso mercado", comemorou, em entrevista à AFP, o cineasta Cacá Diegues, que presidirá no evento o júri da Camera D'Or, prêmio destinado ao diretor revelação.
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A 65ª edição do festival, que será realizado entre 16 e 27 de maio, não exibirá longas-metragens brasileiros em sua seção oficial. Porém, o Brasil estará presente em um documentário sobre a bossa nova, três curtas-metragens, duas co-produções, três filmes clássicos brasileiros e, na mostra oficial, com Na Estrada (On the Road), produção americana baseada no romance de Jack Kerouac - clássico da literatura beatnik, escrito em 1957 -, dirigida pelo brasileiro Walter Salles e filmado em estradas nos Estados Unidos, Canadá e México.
A produção de filmes brasileiros saltou na última década de uma média de 30, em 2002, para um recorde de 99, em 2011, segundo dados da estatal Ancine. Para João Guilherme Barone, professor e pesquisador de cinema e indústria audivisual da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), o cinema brasileiro conseguiu, na última década, produzir mais, diversificar-se e nacionalizar grande parte da distribuição, que antes era dominada pelas empresas estrangeiras.
"Entre 2004 a 2009, o número de distribuidoras passou a ser majoritariamente nacional, com um aumento de mais de 200%. Hoje, 73% do cinema brasileiro é lançado por distribuidoras brasileiras", afirmou. A arrecadação do nicho também cresceu e fechou 2011 com R$ 164 milhões, após um recorde em 2010, quando sucessos de bilheteria como Tropa de Elite 2 e Nosso Lar ajudaram a arrecadar R$ 222 milhões.
O Brasil estará, ainda, presente com uma sessão especial dedicada a A Música Segundo Tom Jobim (2011), do cineasta Nelson Pereira dos Santos, de 84 anos, documentário que homenageia Antônio Carlos Jobim, um dos criadores da bossa nova. "Amo o cinema brasileiro por muitas razões. E uma importante é que ele é plural, diferente da época do Cinema Novo, quando havia uma polarização temática por causa da necessidade que tínhamos de combater a ditadura e de mostrar a realidade de um Brasil que a censura queria esconder", disse Pereira dos Santos à AFP.
"Acho que merecíamos ter mais filmes selecionados oficialmente. Mas a presença de Walter (Salles) na competição e de curtas-metragens na seleção oficial, somada à homenagem ao cineasta Nelson Pereira dos Santos, e a mais três filmes brasileiros clássicos, tudo isso é uma deferência muito especial à nossa cinematografia", completou Diegues, um dos fundadores do Cinema Novo, cineasta brasileiro que mais concorreu à Palma de Ouro durante sua carreira.
Para Ilda Santiago, diretora do Festival de Cinema do Rio e representante da mostra de Cannes no Brasil, a homenagem ao país significa o reconhecimento da importância do cinema brasileiro. "Há vários níveis da presença do cinema de um país em um festival, não apenas na seleção oficial. Avaliamos também o número de produtores, projetos que foram recebidos, inclusive no nível de coprodução", disse Ilda à AFP, completando que nesses quesitos o país está bem representado.
"Fico feliz e acho que é muito honroso para o Brasil ser escolhido o país homenageado. Isso dá visibilidade a todos os projetos, abre portas para o futuro", completou. Para ela, as indústrias do cinema brasileiro e latino-americano se fortaleceram nos últimos anos, e agora contam com produções destinadas "a todos os gostos". "Toda a América Latina, não só o Brasil, começou a aparecer mais nos últimos anos em todos os festivais", disse. "Começa a despontar um novo cinema", concluiu.

fonte; www.cinema.terra.com.br

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Cinema Escola no Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá

Definida a programação paralela do Festival de Cinema O Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá realizará ações paralelas à mostra competitiva. Entre elas estão a Mostra Cinema Paradiso e os projetos Cinema Escola e Cinema nos Bairros, além do Cinema em Pauta e da realização do 5º Encontro do Audiovisual do Centro-Oeste. A mostra competitiva está programada para acontecer entre os dias 24 e 30 deste mês. A Mostra Cinema Paradiso tem como principal objetivo garantir a individualidade e o reconhecimento dos direitos sociais, culturais e outros inerentes à natureza do indivíduo. “Esta mostra itinerante percorre instituições de saúde, assistenciais, prisionais e programas sociais com uma programação de filmes cuja temática venha minimizar os impactos causados pela atual condição destas pessoas, que tem em comum a impossibilidade temporária de liberdade, sejam por motivos de saúde, problemas com a justiça, desajustes sociais e precárias condições de subsistência”, explica a presidente do Instituto Cultural América (Inca), Keiko Okamura. Já o Cinema Escola tem como meta educar pela arte e para a arte, através de dois campos fundamentais na formação do ser humano – cultura e educação. A busca é pela democratização do acesso à sala de cinema, visando criar nos alunos o interesse em frequentar este ambiente, e formar público. “Levamos à sala de projeção crianças da rede estadual de ensino, onde eles assistem à sessão do homenageado. As crianças são acompanhadas por um coordenador-mediador, que apresenta o filme”, informa Keiko, destacando que desta forma, alunos e professores têm acesso aos elementos básicos da linguagem audiovisual, indispensáveis na formação do olhar crítico do espectador. Essa ação conta com o apoio das empresas Mika Alimentos e Refrigerantes Marajá. O projeto Cinema nos Bairros leva a sétima arte a regiões da periferia da capital, com exibições em praças públicas, ao ar livre. E o Cinema em Pauta entra em cena ao cair da tarde. Todos os dias, às 18h é o momento de pensar, discutir e refletir sobre os filmes apresentados na noite anterior. “É uma forma de se conhecer melhor os bastidores da produção do filme, seus desafios e decisões estéticas dos diretores”, assegura a presidente do Inca. Realizado pelo Instituto Cultural América (Inca) e Secretaria de Estado de Cultura de Mato Grosso, o Festival conta com patrocínio da Petrobras, Governo Federal, Ministério da Cultura e Secretaria do Audiovisual, Governo do Estado do Mato Grosso, Fundo Estadual de Fomento à Cultura, Conselho Estadual de Cultura. Possui ainda parceiros estratégicos como Secretaria de Estado de Turismo (Sedtur), Prefeitura de Cuiabá, Museu da Imagem e do Som (Misc), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Vivência da UFMT, Monkey Filmes, TWK, Rádio Cidade, Folha do Estado, RM Uniformes, Serra Restaurante e Taki´o Japa. fonte: www.24horas.news.com.br

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Curso de cinema no Olympia

Alunos de cinema vão estudar no Olympia Convênio entre a Universidade Federal do Pará (UFPA) e a Prefeitura de Belém pode ampliar o uso de espaços públicos de cinema e audiovisual em Belém. Em reunião no último dia 4, o prefeito Duciomar Costa e o reitor da UFPA, Carlos Maneschy, acordaram o início das ações do projeto que disponibiliza o Cine Olympia, a Casa Dira Paes e a Sala de Cinema Acyr Castro (localizados no Memorial dos Povos) para atividades acadêmicas e culturais do curso de Cinema e Audiovisual do Instituto de Ciências da Arte da UFPA (ICA). Para o diretor do Instituto, Celson Gomes, o convênio é um momento histórico importante para a produção e formação cultural no estado. “É um passo decisivo que deve proporcionar à sociedade, principalmente aos belenenses, a possibilidade de utilizar com mais frequencia espaços que são muito importantes culturalmente, nos aproximando da missão da UFPA de promover o acesso ao conhecimento e à cultura para a população em geral. Por outro lado, a iniciativa interessa a UFPA, pelo papel da instituição na formação de pessoas na área de cultura e cinema, o que por sua vez é muito significativo e que traz benefícios sociais imprescindíveis.” Segundo Ana Cláudia Melo, Coordenadora do curso de Cinema e Audiovisual, da Faculdade de Artes Visuais da UFPA, a iniciativa é importante para que o curso de graduação, o único da Amazônia na área de cinema, possa exercer plenamente as atividades ligadas ao ensino, a pesquisa e a extensão. Para redigir o projeto em parceria com a professora Jorane Castro, a coordenadora visitou o Cine Olympia, a Casa Dira Paes e a Sala Acyr Castro, observando as instalações, os equipamentos e as condições de cada um para avaliar de que forma seus usos poderiam ser potencializados, com a ajuda da Universidade e em prol da população. História dos Filmes “É a memória e história do cinema em Belém, no Pará, na Amazônia e no mundo que tem um novo capítulo com o curso de cinema da UFPA e com esta iniciativa. Em 2012, o Cine Olympia completa cem anos e poderemos intensificar a produção de filmes e mostras de cinema ou ter nestes locais salas de encontro e debates sobre a produção audiovisual do estado”, comemorou o diretor do ICA. Ana Cláudia Melo explicou que a criação da graduação, que recebeu sua primeira turma em 2011, permite formar gerações de realizadores, cineastas, pensadores e pesquisadores para o Pará, a Amazônia e o Brasil. “A busca e a proposição deste convênio reconhecem a importância histórica destes espaços de cinema e da produção de cinema na Amazônia”, afirma. Os espaços anexos do Cine Olympia, pelo projeto, serão adaptados para abrigarem laboratórios, salas de aula e atividades dos estudantes do curso de Cinema e Audiovisual da UFPA. “Aliamos o futuro do cinema com o passado e a história, por exemplo, do cinema mais antigo do País, às ações que podem transformá-lo em referência nacional e internacional”, lembrou a professora Jorane Castro. (Diário do Pará)

Cinemas de rua abrem com multiplas atrações no Rio

Cinemas de rua reabrem com múltiplas atrações no Rio FOLHA "Em breve, num cinema perto de você." A expressão vai se tornar cada vez mais recorrente no Rio e em Niterói. Em pouco mais de um ano e meio, seis tradicionais cinemas de rua terão voltado a funcionar nas duas cidades. Quem começou esse boom foi o cine Joia, uma sala que não fica na rua, mas tem tal espírito. Situado numa galeria de Copacabana (zona sul), ele fechou as portas em 2005. Em abril, foi reaberto por empresários e cineastas, com melhorias na estrutura. Mas o charme da acanhada sala (87 lugares) foi mantido. "A nossa programação é de clássicos e obras de novos diretores. E em toda estreia fazemos debate com os realizadores", diz Carol Ficheira, gerente operacional do espaço, também usado para eventos literários e artísticos. Outro cinema que vai servir para diferentes fins é o Paissandu, no Flamengo (zona sul). O empresário Léo Feijó alugou o local por dez anos para que ele volte a funcionar, após três anos fechado. Templo da cinefilia, o Paissandu exibia filmes da nouvelle vague e do cinema novo. Com a reabertura, em junho próximo, terá sala de exibição e salão para shows, peças e eventos. "Em respeito à tradição, vamos exibir filmes mais autorais", diz Feijó. A aura em torno do Paissandu se deve muito ao programador da sala nos anos 1960, Fabiano Canosa. Ele planeja reativar no primeiro semestre de 2012 o Tijuca Palace, fechado desde 1982. Professor de cinema da PUC-Rio e conservador-chefe da Cinemateca do MAM, Hernani Heffner exalta a revalorização desses espaços. "Ali há uma relação artística e mais ampla com o cinema do que nas salas do shopping. São locais de arquitetura particular, nos quais o público está realmente interessado no espetáculo cinematográfico. Fazem parte da identidade cultural e memória afetiva da cidade", diz ele. O governo do Rio quer reativar o cine Olaria (zona norte), fechado há 15 anos, transformando-o em 2012 em centro cultural, como a prefeitura fará com o ex-cine Imperator, no Meier (zona norte). Aberta em 1954, a sala transformou-se em 1993 em uma casa de shows, hoje abandonada. No primeiro semestre de 2012, passará a abrigar filmes, shows e peças. Responsável pelo mais antigo curso de cinema do país, a Universidade Federal Fluminense, em Niterói, já recebeu da CEF R$ 10 milhões para a compra do cine Icaraí, fechado desde 2006. Futuro palco da Orquestra Sinfônica Nacional, mantida pela UFF, o espaço também exibirá produções de alunos e ex-alunos, além de filmes de arte. Fonte:O documento.com.br / Folha