Escola de Cinema de Cuba encerra inscrições no próximo sábado
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Terminam no próximo sábado (10/3) as inscrições para o processo seletivo do Curso Regular 2012/2015 da Escola Internacional de Cinema e TV de Cuba (EICTV). As provas serão aplicadas nos dias 16 e 17 de março, em cinco cidades: Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Florianópolis (SC), Goiânia (GO) e Belém (PA).
As oportunidades são para os cursos de especialização em Direção, Produção, Roteiro, Fotografia, Som, Documentário, Edição e a recém-criada TV e Novas Mídias. Serão selecionados de quatro a seis alunos do Brasil que irão fazer parte de um grupo de 40 estudantes de todo o mundo.
Os selecionados vão cursar o primeiro ano de polivalência e o segundo e terceiro anos de especialização. A matrícula para os três anos tem um custo de cinco mil euros por ano. O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual, subsidia parte do valor da matrícula dos alunos brasileiros, sendo que o restante é pago pelo aluno.
A ficha de inscrição está disponível para download aqui.
Para mais informações, acesse o site www.eictv.org.
www.culturaemercado.com.br
http://www.cursosraizesculturais.com.br/
Este blog é destinado a comentar sobre cinema brasileiro de forma geral e cursos de cinema e vídeo de forma mais específica. Conheça o nosso portal de cursos: www.cursosraizesculturais.com.br
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quarta-feira, 7 de março de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
WorkShop para Cinema e TV no Centro Cultural em Campo Grande
MS Notícias, EC
A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, através do Programa Educativo do Centro Cultural José Octávio Guizzo, oferece o Workshop para Cinema e TV. A oficina acontece de 7 a 11 de Fevereiro e é ministrada pela atriz Nadja Mitidiero.
O curso intensivo na técnica de Stanislavki analisa a personagem no drama voltado para o Cinema e TV e é direcionado para atores e diretores, amadores ou profissionais da arte. Os horários são: de terça a sexta-feira, das 19 às 21 horas e no sábado, das 16 às 18 horas.
O objetivo da oficina é aplicar as técnicas e ferramentas em cenas extraídas de roteiros de cinema. As cenas serão filmadas e disponibilizadas aos alunos, que aprenderão técnicas de análise e compreensão textual levando ao entendimento e construção da personagem, além de ferramentas para extrair do texto, o objetivo maior e os objetivos específicos, desenvolvendo habilidade para realizar escolhas e definir as ações da personagem através de toda a obra, capacitando a identificação do seu estado emocional e a preparação antes da cena, mesmo em texto descontinuado, tão comum no cinema e na televisão.
“Campo Grande sempre morou no meu coração, é a cidade onde passei os anos mais importantes da minha vida, onde tive um primeiro contato com o teatro, meu primeiro curso foi no Centro Cultural Octavio Guizzo. É um prazer, depois de todas as minhas voltas pelo mundo, retornar as raízes que me são tão queridas e devolver a essa terra acolhedora tudo que aprendi.
Este método é como uma chave mestra que abre as portas das inúmeras possibilidades de se interpretar e dirigir um mesmo script. Transforma o ator de mero instrumento do diretor em ator criador. Aos diretores proporciona a oportunidade de ver o filme sob a perspectiva interna da cena e desenvolver vocabulário para comunicar ao ator a interpretação desejada pela direção”, explica a atriz.
Nadja Mitidiero é natural de Londrina, no Paraná e atualmente mora em São Paulo após uma temporada de cinco anos estudando e trabalhando na Inglaterra, onde foi contemplada com uma bolsa de estudos para o curso de pós-graduação da escola dramática Mountview Academy of Theatre Arts.
Durante esse período ganhou experiência ao interpretar Shakespeare em inglês, mergulhar em Tchecov, além de fazer o treino completo, com canto e dança. A atriz também atua em peças teatrais, cinema e comerciais.
Foi professora no OB Education lecionando através de workshops de teatro para escolas de ensino médio. No Brasil, Nadja fez bacharelado em Direito antes de se formar como atriz na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) no Rio de Janeiro. Trabalhou com os diretores Hamilton Vaz Pereira e Paulo de Moraes, em “A Vida Não Promete” e “Feliz Aniversário”, respectivamente.
Também atuou nas companhias de teatro físico, Omâme Teatro, atuando em duas de suas peças - Nariz de Prata e Medeia, que passou pelo Rio de Janeiro e São Paulo e na Akropolis Cia de Artes, com a qual atuou durante um ano como atriz no projeto As Belas Adormecidas e como produtora da peça Else, que ficou em cartaz no teatro Sergio Porto no Rio de Janeiro. Além de ter participado das novelas: Celebridade e Da Cor do Pecado.
Serviço:
O workshop terá certificado e as vagas são limitadas a dez alunos. O investimento é de R$ 100,00 (preço único). O pagamento deverá ser realizado no ato das inscrições, quando os alunos receberão o texto O Jardim das Cerejeiras, para que leiam já para o primeiro dia do curso.
As inscrições devem ser realizadas até sexta-feira, das 8 às 18 horas, na secretaria do Centro Cultural José Octávio Guizzo, na rua 26 de Agosto, 453. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3317-1795.
midiamax.com.br
http://www.cursosraizesculturais.com.br/
A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, através do Programa Educativo do Centro Cultural José Octávio Guizzo, oferece o Workshop para Cinema e TV. A oficina acontece de 7 a 11 de Fevereiro e é ministrada pela atriz Nadja Mitidiero.
O curso intensivo na técnica de Stanislavki analisa a personagem no drama voltado para o Cinema e TV e é direcionado para atores e diretores, amadores ou profissionais da arte. Os horários são: de terça a sexta-feira, das 19 às 21 horas e no sábado, das 16 às 18 horas.
O objetivo da oficina é aplicar as técnicas e ferramentas em cenas extraídas de roteiros de cinema. As cenas serão filmadas e disponibilizadas aos alunos, que aprenderão técnicas de análise e compreensão textual levando ao entendimento e construção da personagem, além de ferramentas para extrair do texto, o objetivo maior e os objetivos específicos, desenvolvendo habilidade para realizar escolhas e definir as ações da personagem através de toda a obra, capacitando a identificação do seu estado emocional e a preparação antes da cena, mesmo em texto descontinuado, tão comum no cinema e na televisão.
“Campo Grande sempre morou no meu coração, é a cidade onde passei os anos mais importantes da minha vida, onde tive um primeiro contato com o teatro, meu primeiro curso foi no Centro Cultural Octavio Guizzo. É um prazer, depois de todas as minhas voltas pelo mundo, retornar as raízes que me são tão queridas e devolver a essa terra acolhedora tudo que aprendi.
Este método é como uma chave mestra que abre as portas das inúmeras possibilidades de se interpretar e dirigir um mesmo script. Transforma o ator de mero instrumento do diretor em ator criador. Aos diretores proporciona a oportunidade de ver o filme sob a perspectiva interna da cena e desenvolver vocabulário para comunicar ao ator a interpretação desejada pela direção”, explica a atriz.
Nadja Mitidiero é natural de Londrina, no Paraná e atualmente mora em São Paulo após uma temporada de cinco anos estudando e trabalhando na Inglaterra, onde foi contemplada com uma bolsa de estudos para o curso de pós-graduação da escola dramática Mountview Academy of Theatre Arts.
Durante esse período ganhou experiência ao interpretar Shakespeare em inglês, mergulhar em Tchecov, além de fazer o treino completo, com canto e dança. A atriz também atua em peças teatrais, cinema e comerciais.
Foi professora no OB Education lecionando através de workshops de teatro para escolas de ensino médio. No Brasil, Nadja fez bacharelado em Direito antes de se formar como atriz na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) no Rio de Janeiro. Trabalhou com os diretores Hamilton Vaz Pereira e Paulo de Moraes, em “A Vida Não Promete” e “Feliz Aniversário”, respectivamente.
Também atuou nas companhias de teatro físico, Omâme Teatro, atuando em duas de suas peças - Nariz de Prata e Medeia, que passou pelo Rio de Janeiro e São Paulo e na Akropolis Cia de Artes, com a qual atuou durante um ano como atriz no projeto As Belas Adormecidas e como produtora da peça Else, que ficou em cartaz no teatro Sergio Porto no Rio de Janeiro. Além de ter participado das novelas: Celebridade e Da Cor do Pecado.
Serviço:
O workshop terá certificado e as vagas são limitadas a dez alunos. O investimento é de R$ 100,00 (preço único). O pagamento deverá ser realizado no ato das inscrições, quando os alunos receberão o texto O Jardim das Cerejeiras, para que leiam já para o primeiro dia do curso.
As inscrições devem ser realizadas até sexta-feira, das 8 às 18 horas, na secretaria do Centro Cultural José Octávio Guizzo, na rua 26 de Agosto, 453. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3317-1795.
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Curso de cinema com José Carlos Avellar
Começa nesta segunda curso de cinema com José Carlos Avellar
'Formas de ver: Introdução ao olhar cinematográfico' será na Biblioteca de Botafogo
Jornal do Brasil
SERVIÇO
Curso “Formas de ver: Introdução ao olhar cinematográfico”
Dias e horário: 21, 22 e 23/11, das 19h às 21h
Local: Biblioteca Popular Municipal de Botafogo - Rua Farani 53, Botafogo.Inscrições gratuitas: (21) 3235-3799 - 40 vagas
Jornal do Brasil
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Oficina de cinema no Cine Teatro em Cuiabá
| Oficina Composição de Cenas Curtas com Juliana Capilé, no
Cine Teatro Redação 24horasNews
De 8 a 11 de novembro, a diretora, atriz e dramaturga Juliana Capilé realiza
a Oficina de Composição de Cenas Curtas. As aulas são direcionadas a maiores de
16 anos e acontecem das 14h às 19h, no Salão Artístico do Cine Teatro
Cuiabá.
Segundo Juliana, a criação de cenas curtas, com duração de até 20 minutos,
é um grande exercício de montagem e atuação. O ator testa seus limites e sua
capacidade de síntese, além de produzir um produto que traduz sua pesquisa
cênica e que pode ser apresentado ao seu público. Também, por ser de breve
duração, a cena curta é um produto que o ator ou o grupo pode disponibilizar
para pequenas apresentações, comercializando com mais agilidade seu
trabalho.
Com o intuito de enriquecer o repertório do estudante de teatro, auxiliando
no exercício da composição de cena curta, a oficina tem em seu conteúdo
programático aprendizados em linha dramatúrgica, roteirização e tratamento de
roteiro, escolha da linguagem, dramaturgia corporal, dramaturgia vocal,
sonorização, caracterização, figurino, cenário e ritmo.
A facilitadora
Juliana Capilé é cuiabana, e iniciou sua carreira teatral no Grupo Folhas,
em 1990. Quando optou pela profissionalização, frequentou a Faculdade do Paraná
- FAP, onde fez o curso de licenciatura em Artes Cênicas, em Curitiba, mas não
concluiu os estudos. Trabalhou com áudio visual na TBO / Bandeirantes, de Cuiabá
e prosseguiu os estudos de cinema em Belo Horizonte, onde fez parte da
Associação de Curta-Metragistas e trabalhou nas unidades Unibanco de Cinema.
Participou do curso de cinema oferecido pelo Instituto Dragão do Mar, em
Fortaleza, em parceria com a Casa Amarela e freqüentou vários outros cursos na
área de cinema, teatro, dramaturgia e roteiro. Cursando Direção Teatral na
UFOP/MG, foi a primeira aluna a dirigir o trabalho final do Curso Livre de
Teatro, além de várias outras direções e dramaturgias. Em 2010 esteve na Espanha
apresentando seu monólogo Primeira Pele e fez um curso com O Bando, em Portugal.
Em 2011 participou do processo de imersão teatral oferecido pelo Odin Teatret,
em Holstebro, na Dinamarca.Juliana Capilé é atriz, diretora e dramaturga
teatral, integrante fundadora da Cia Pessoal de Teatro, formada em Direção
Teatral pela UFOP – Universidade Federal de Ouro Preto / MG. Atualmente trabalha
na Secretaria de Estado de Cultura, na Gerência de Artes
Cênicas.
|
sábado, 5 de novembro de 2011
Governo do Amazonas anuncia Curso de Cinema para 2012
Governo anuncia curso de cinema para 2013 no Amazonas
A parceria firmada nesta quinta-feira (3) entre a UEA e a SEC contará ainda com o apoio da Universidade Cândido Mendes, do Rio de Janeiro
Manaus, 03 de Novembro de 2011
MARIANA LIMA
O titular da Secretaria de Cultura do Estado do Amazonas (SEC), Robério Braga, divulgou durante a abertura do 8º Amazonas Film Festival que o Governo do Amazonas está estudando a possibilidade de se criar um curso de Cinema para 2013.
Segundo Robério um termo de compromisso foi assinado nesta quinta-feira (3) onde ficou acertado que a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e a SEC começariam a discutir a viabilidade técnica para a implantação de um curso voltado para cinema no Estado.
“Nós assinamos o termo hoje e, confirmando nossa expectativa, apresentaremos no vestibular de 2012 e começaremos o curso em 2013 na UEA”, disse Robério.
Ainda segundo Robério um acordo foi assinado nesta semana com a Universidade Cândido Mendes que realizará a fase preparatória. “Nós da SEC entraremos com a parte operacional e a Cândido Mendes com a educacional. Nossa ideia é que a partir dos próximos meses profissionais sejam treinados nas diferentes áreas do cinema, como fotografia e direção, para que eles estejam preparados para lecionar na instituição”, afirma o titular da SEC.
O secretário ressaltou ainda que o planejamento do curso será realizado em conjunto com os cineastas amazonenses, segundo orientações do governador Omar Aziz.
Fonte : http://www.acritica.uol.com.br/
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segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Mini curso explora o cinema brasileiro nas décadas de 50 e 60
O cinema brasileiro
tem uma história longa e diversificada nas produções e nos movimentos culturais
mais conhecidos, como o Cinema Novo. As empresas de cinema criadas como
tentativa de industrializar o setor também possuem um papel importante. Duas
delas, as produtoras Atlântida e Vera-Cruz, são o tema do III módulo do
minicurso “Conversas sobre Cinema e Filosofia”, que acontece nesta quinta-feira,
27, das 10h às 12h, no auditório do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
(IFCH) da UFPA.
Este módulo é chamado
“O Cinema Brasileiro das Décadas de 50 e 60 – A Aventura da Atlântida e da Vera
Cruz”. Na palestra, a professora da Faculdade de Filosofia e coordenadora do
minicurso, Verônica Capelo, irá apresentar dados sobre a história e a produção
cinematográfica das empresas, bem como cenas de alguns filmes. Entre eles,
“Assim era a Atlântida”, do diretor Carlos Manga.
História -
A
Atlântida, empresa carioca, e a Vera Cruz, paulista, são duas produtoras
importantes para se compreender o espírito da cinematografia brasileira dos anos
50 e 60. “A Atlântida e a Vera Cruz representam duas tendências. A Atlântida era
uma produtora de baixo custo, que explorava uma imagem mais caricaturada,
mostrando o brasileiro carnavalesco, o pandeiro, a festa”, explica a
professora.
Já a Vera Cruz era
uma produtora mais industrial. Criada em parceria com empresários italianos, ela
produzia filmes tecnicamente mais bem feitos. “Em ambas as produtoras, temos
filmes que são muito bons, como ‘São Paulo S.A’ e ‘O Homem do Sputnik’. Este,
inclusive, sendo uma das primeiras comédias tendo como tema a Guerra Fria”,
acrescenta Verônica.
Extensão
- O
minicurso é uma realização do Projeto de extensão “Troca de Olhares: Interfaces
Entre Cinema e Filosofia”. De acordo com a professora, a ideia de criar um
projeto que desse conta das relações entre as duas áreas surgiu de experiências
próprias não apenas como cineclubista, mas também como acadêmico.
“Há mais de seis
anos, eu ministro uma disciplina chamada ‘Recursos Audiovisuais no Ensino de
Filosofia’, durante a qual utilizo pinturas e filmes e relaciono-os com as
teorias de filósofos, como Gilles Deleuze, Maurice Merleau-Ponty e Michel
Foucault. Essa relação existe também porque, a partir dos filmes, nós temos um
espelho, uma representação de nós mesmos”, afirma.
Dois outros módulos
foram realizados no início deste ano, no âmbito do minicurso “Conversas sobre
Cinema e Filosofia: Breve História do Cinema”; e “Gêneros e Escolas
Cinematográficas”. De acordo com a professora Verônica Capelo, ainda acontecerão
outros módulos, inclusive, uma reedição daquele sobre “História do
Cinema”.
A participação no
minicurso é gratuita e aberta para todos os interessados. Certificados serão
distribuídos para os presentes que assinarem a lista de frequência.
Serviço
Minicurso O Cinema
Brasileiro das Décadas de 50 e 60 – A Aventura da Atlântida e da Vera Cruz. Dia
27 de outubro, das 10h às 12h, no auditório do IFCH.
Texto: Dilermando
Gadelha – Assessoria de Comunicação da UFPA
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Curso de Cinema na Paraíba ( Funesc)
Curso de cinema encerra inscrições
Os interessados em participar do Curso Avançado de Cinematografia Eletrônica Digital têm até esta quarta-feira (26) para se inscrever. O evento acontece no período de 7 a 11 de novembro no Espaço Cine Digital da Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc). O ministrante será Carlos Ebert e as aulas serão realizadas nos turnos da manhã e tarde. Os inscritos passarão por um processo de seleção, já que o número de vagas é limitado em 25.
O curso avançado é voltado para os participantes do curso básico que foi realizado na UFPB em 2009 e para profissionais e realizadores com experiência em cinematografia digital. Para se candidatar a uma vaga, o interessado deve solicitar a ficha de inscrição através do e-mail oficinasnpdpb@gmail.com, preenchê-la, anexar currículo e enviar de volta ao mesmo endereço. A inscrição também pode ser feita pessoalmente na sala anexa ao Cine Bangüê no Espaço Cultural (rampa 4), de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 15h às 21h.
A seleção final será feita pelo ministrante, a partir da análise de currículo e dados da ficha de inscrição. Serão priorizados alunos que já participaram do curso básico realizado anteriormente. As aulas se destinam a estudantes e professores de comunicação, rádio-TV e cinema, profissionais da área de TV, vídeo e cinema e realizadores independentes. É exigido conhecimento prévio de alguns procedimentos e técnicas básicas, bem como noções elementares de fotografia, cinematografia, estética e história das artes visuais.
O resultado final da seleção será divulgado diretamente a todos os inscritos através de e-mail e publicado no site www.funesc.com.br a partir do dia 3 de novembro.
O curso é realizado pelo Centro Audiovisual Norte-Nordeste (Canne) em parceria com o Núcleo de Produção Digital (NPD), por meio da Funesc e ABD-PB. A carga horária é de 40 horas, com aulas das 8h30 às 12h e das 14h às 18h.
O objetivo do curso é aprofundar conhecimentos técnicos e artísticos relacionados à captação de imagens em movimento em suporte eletrônico digital, complementando o curso de Cinematografia Digital realizado no final de 2008 em João Pessoa. Nas disciplinas serão abordados temas como: análise visual do roteiro, visita técnica a locação, testes de resolução espacial, temperatura de cor, fontes de luz, escolha de acessórios (maquinaria), formato de captação ideal para finalizar em diferentes suportes, transfer para película, entre outros.
*Currículo do ministrante*
Carlos Ebert é diretor e fotógrafo de cinema, televisão e publicidade. Carioca nascido em 1946, estudou arquitetura na Universidade Federal do Rio de Janeiro e cinema na Escola Superior de Cinema São Luiz, em São Paulo. Começou em 1966 como repórter fotográfico, tornou-se operador de câmera e diretor de fotografia em 1968 e diretor em 1970. No final dos anos 60, participou do cinema marginal e foi câmera e diretor de fotografia de um dos filmes mais significativos do movimento, “O bandido da luz vermelha” (1968), de Rogério Sganzerla, e em 1970, dirigiu República da traição. Fez a fotografia tanto de longas como de curtas-metragens, entre eles “O rei da vela” (1983), de José Celso Martinez Corrêa e Noilton Nunes, e “Fé” (1998), de Ricardo Dias. Fez também fotografias para televisão, como a de “O povo brasileiro” (2000), ganhador do Grande Prêmio Cinema Brasil de TV em 2001. Desde 1970 dedica-se também ao ensino da fotografia para cinema. É o vice-presidente da Associação Brasileira de Cinematografia para o período de 2002 a 2004. Em 2002 fez a fotografia dos longas-metragens “Rua seis, sem número”, de João Batista de Andrade, e “À margem da imagem”, de Evaldo Mocarzel. Em 2003 recebeu o prêmio de melhor fotografia no Festival de Gramado pelo seu trabalho no curta-metragem “Carolina”, de Jeferson De. Trabalhou nos documentários “Dia da graça” (2003), de Thiago Mendonça e Maira Buller, “Do luto à luta” (2005), de Evaldo Mocarzel, e “Vlado – 30 anos depois” (2005), de João Batista de Andrade. Em 2007, fez a direção de fotografia do filme “A Ilha do Terrível Rapaterra” , de Ariane Porto.
*Serviço*
Curso Avançado de Cinematografia Eletrônica Digital
Período do curso: 7 a 11 de novembro
Inscrições: até 26 de outubro
Inscrição presencial: sala do Cine Bangue na Funesc/Espaço Cultural (rampa 4), de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 15h as 18h
Inscrições por e-mail: oficinasnpdpb@gmail.com
Número de participantes: 25
Preço: Gratuito
Informações: (83) 3211.6281
Ascom/
fonte: www.pbagora.com.br
O curso avançado é voltado para os participantes do curso básico que foi realizado na UFPB em 2009 e para profissionais e realizadores com experiência em cinematografia digital. Para se candidatar a uma vaga, o interessado deve solicitar a ficha de inscrição através do e-mail oficinasnpdpb@gmail.com, preenchê-la, anexar currículo e enviar de volta ao mesmo endereço. A inscrição também pode ser feita pessoalmente na sala anexa ao Cine Bangüê no Espaço Cultural (rampa 4), de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 15h às 21h.
A seleção final será feita pelo ministrante, a partir da análise de currículo e dados da ficha de inscrição. Serão priorizados alunos que já participaram do curso básico realizado anteriormente. As aulas se destinam a estudantes e professores de comunicação, rádio-TV e cinema, profissionais da área de TV, vídeo e cinema e realizadores independentes. É exigido conhecimento prévio de alguns procedimentos e técnicas básicas, bem como noções elementares de fotografia, cinematografia, estética e história das artes visuais.
O resultado final da seleção será divulgado diretamente a todos os inscritos através de e-mail e publicado no site www.funesc.com.br a partir do dia 3 de novembro.
O curso é realizado pelo Centro Audiovisual Norte-Nordeste (Canne) em parceria com o Núcleo de Produção Digital (NPD), por meio da Funesc e ABD-PB. A carga horária é de 40 horas, com aulas das 8h30 às 12h e das 14h às 18h.
O objetivo do curso é aprofundar conhecimentos técnicos e artísticos relacionados à captação de imagens em movimento em suporte eletrônico digital, complementando o curso de Cinematografia Digital realizado no final de 2008 em João Pessoa. Nas disciplinas serão abordados temas como: análise visual do roteiro, visita técnica a locação, testes de resolução espacial, temperatura de cor, fontes de luz, escolha de acessórios (maquinaria), formato de captação ideal para finalizar em diferentes suportes, transfer para película, entre outros.
*Currículo do ministrante*
Carlos Ebert é diretor e fotógrafo de cinema, televisão e publicidade. Carioca nascido em 1946, estudou arquitetura na Universidade Federal do Rio de Janeiro e cinema na Escola Superior de Cinema São Luiz, em São Paulo. Começou em 1966 como repórter fotográfico, tornou-se operador de câmera e diretor de fotografia em 1968 e diretor em 1970. No final dos anos 60, participou do cinema marginal e foi câmera e diretor de fotografia de um dos filmes mais significativos do movimento, “O bandido da luz vermelha” (1968), de Rogério Sganzerla, e em 1970, dirigiu República da traição. Fez a fotografia tanto de longas como de curtas-metragens, entre eles “O rei da vela” (1983), de José Celso Martinez Corrêa e Noilton Nunes, e “Fé” (1998), de Ricardo Dias. Fez também fotografias para televisão, como a de “O povo brasileiro” (2000), ganhador do Grande Prêmio Cinema Brasil de TV em 2001. Desde 1970 dedica-se também ao ensino da fotografia para cinema. É o vice-presidente da Associação Brasileira de Cinematografia para o período de 2002 a 2004. Em 2002 fez a fotografia dos longas-metragens “Rua seis, sem número”, de João Batista de Andrade, e “À margem da imagem”, de Evaldo Mocarzel. Em 2003 recebeu o prêmio de melhor fotografia no Festival de Gramado pelo seu trabalho no curta-metragem “Carolina”, de Jeferson De. Trabalhou nos documentários “Dia da graça” (2003), de Thiago Mendonça e Maira Buller, “Do luto à luta” (2005), de Evaldo Mocarzel, e “Vlado – 30 anos depois” (2005), de João Batista de Andrade. Em 2007, fez a direção de fotografia do filme “A Ilha do Terrível Rapaterra” , de Ariane Porto.
*Serviço*
Curso Avançado de Cinematografia Eletrônica Digital
Período do curso: 7 a 11 de novembro
Inscrições: até 26 de outubro
Inscrição presencial: sala do Cine Bangue na Funesc/Espaço Cultural (rampa 4), de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 15h as 18h
Inscrições por e-mail: oficinasnpdpb@gmail.com
Número de participantes: 25
Preço: Gratuito
Informações: (83) 3211.6281
Ascom/
fonte: www.pbagora.com.br
domingo, 23 de outubro de 2011
Cine EBX nas Escolas, curso de cinema com inclusão social
Alunos experimetam a sétima arte em escolas municipais do Rio
POR JOÃO RICARDO GONÇALVES
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Cinema Escola no Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá
Definida a programação paralela do Festival de Cinema
O Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá realizará ações paralelas à mostra competitiva. Entre elas estão a Mostra Cinema Paradiso e os projetos Cinema Escola e Cinema nos Bairros, além do Cinema em Pauta e da realização do 5º Encontro do Audiovisual do Centro-Oeste. A mostra competitiva está programada para acontecer entre os dias 24 e 30 deste mês.
A Mostra Cinema Paradiso tem como principal objetivo garantir a individualidade e o reconhecimento dos direitos sociais, culturais e outros inerentes à natureza do indivíduo. “Esta mostra itinerante percorre instituições de saúde, assistenciais, prisionais e programas sociais com uma programação de filmes cuja temática venha minimizar os impactos causados pela atual condição destas pessoas, que tem em comum a impossibilidade temporária de liberdade, sejam por motivos de saúde, problemas com a justiça, desajustes sociais e precárias condições de subsistência”, explica a presidente do Instituto Cultural América (Inca), Keiko Okamura.
Já o Cinema Escola tem como meta educar pela arte e para a arte, através de dois campos fundamentais na formação do ser humano – cultura e educação. A busca é pela democratização do acesso à sala de cinema, visando criar nos alunos o interesse em frequentar este ambiente, e formar público.
“Levamos à sala de projeção crianças da rede estadual de ensino, onde eles assistem à sessão do homenageado. As crianças são acompanhadas por um coordenador-mediador, que apresenta o filme”, informa Keiko, destacando que desta forma, alunos e professores têm acesso aos elementos básicos da linguagem audiovisual, indispensáveis na formação do olhar crítico do espectador. Essa ação conta com o apoio das empresas Mika Alimentos e Refrigerantes Marajá.
O projeto Cinema nos Bairros leva a sétima arte a regiões da periferia da capital, com exibições em praças públicas, ao ar livre. E o Cinema em Pauta entra em cena ao cair da tarde. Todos os dias, às 18h é o momento de pensar, discutir e refletir sobre os filmes apresentados na noite anterior. “É uma forma de se conhecer melhor os bastidores da produção do filme, seus desafios e decisões estéticas dos diretores”, assegura a presidente do Inca.
Realizado pelo Instituto Cultural América (Inca) e Secretaria de Estado de Cultura de Mato Grosso, o Festival conta com patrocínio da Petrobras, Governo Federal, Ministério da Cultura e Secretaria do Audiovisual, Governo do Estado do Mato Grosso, Fundo Estadual de Fomento à Cultura, Conselho Estadual de Cultura. Possui ainda parceiros estratégicos como Secretaria de Estado de Turismo (Sedtur), Prefeitura de Cuiabá, Museu da Imagem e do Som (Misc), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Vivência da UFMT, Monkey Filmes, TWK, Rádio Cidade, Folha do Estado, RM Uniformes, Serra Restaurante e Taki´o Japa.
fonte: www.24horas.news.com.br
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quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Cinemato promove oficina de produção audiovisual
Cinemato promove oficina de produção audiovisual
Redação 24 Horas News
Como parte das ações do 18º Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – Cinemato – o Instituto de Cultural América (INCA) realiza a oficina “Modos Alternativos de Produção Audiovisual”. O evento ocorre entre os dias 25 e 27 de outubro, das 9h às 12h, no auditório do Museu da Imagem e do Som Lázaro Papazian – Misc. Vale destacar que as inscrições são gratuitas e limitadas a 50 vagas.
Ministram a oficina o professor do curso de Arte e Mídia da Universidade Federal de Campina Grande (RN), Nathan Cirino, e o jornalista e realizador audiovisual André da Costa Pinto.
Segundo o realizador do Festival, Luiz Borges, o objetivo consiste na formação básica para produção de um curta, expondo as etapas: argumento e roteiro, captação de recursos, pré-produção, direção e pós-produção. “Além de explanação sobre formatação de argumento e roteiro, o aluno terá acesso a um conteúdo que o guiará pela captação de recursos para produção dos seus projetos, bem como terá conhecimento sobre toda logística de pré-produção e pós, dentro e fora do set”, destaca.
No ato da inscrição, o candidato precisa apresentar o pré-roteiro de curta-metragem. E no fim do curso, os participantes sairão com projetos formatados para a produção do filme.
Ministrantes - Nathan Cirino é professor do curso de Arte e Mídia da Universidade Federal de Campina Grande (RN), estreando do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco, com dissertação sobre roteiro e narratividade em mídias interativas. Seus principais trabalhos como Diretor são: “Lamúria” (PB), “Além da Tela” (PB), “Uma Mulher” (PB) e “Em Tua Mão” (PB).
André da Costa Pinto é jornalista e realizador audiovisual. Idealizador e Coordenador do Comunicurtas UEPB - Festival Audiovisual de Campina Grande Paraíba, também idealizou, coordena e leciona no Curso de Formação de Atores para Vídeo e no Curso de Produção Audiovisual - Ficção e Documentário, ambos oferecidos pelo DECOM da Universidade Estadual da Paraíba. É sócio - fundador e vice-presidente da ONG Moinho de Cinema da Paraíba. Já produziu mais de 30 curtas-metragens, além de produzir e dirigir a série de tv "Pra você eu digo sim!, exibida pela TV Itararé, afiliada da TV Cultura na Paraíba.
André roteirizou, produziu e dirigiu os curtas "À minha amiga: Um breve relato sobre nós", "A encomenda do bicho medonho" e "Amanda e Monick". Por meio desses trabalhos já ganhou mais de 18 prêmios nacionais, nos principais festivais de cinema do país. No momento, encontra-se em fase de finalização do seu primeiro longa "Tudo que Deus Criou..."
Realizado pelo Instituto de Cultura América (Inca) e Secretaria de Estado de Cultura de Mato Grosso, o Festival conta com patrocínio da Petrobras, Governo Federal, Ministério da Cultura e Secretaria do Audiovisual, Governo do Estado do Mato Grosso, Fundo Estadual de Fomento à Cultura, Conselho Estadual de Cultura. Possui ainda parceiros estratégicos como Secretaria de Estado de Turismo (Sedtur), Prefeitura de Cuiabá, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Vivência da UFMT, Monkey Filmes, TWK, Serra Restaurante Taki´o Japa, RM Uniformes.
Informações e inscrições pelo telefone (65) 3624-4372 ou pelo e-mail oficinainca@gmail.com.
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terça-feira, 18 de outubro de 2011
Curso de cinema em frances na UFP
Entre os dias 5 e 16 de dezembro, a Universidade Federal de Pernambuco ira oferece um curso gratuito para os interessados na área de cinema com foco em direção e montagem. O custo é oferecido com o apoio da Fundação Gulbenkian, de Portugal. Os dois professores que vão ministrar a aula possui formação na França. As inscrições acontecem até o dia 31 de outubro.
Para poder participar das aulas, o interessado precisa preencher um formulário de inscrição e ainda anexar o seu currículo, uma carta de intenção e também o projeto do seu filme. Os candidatos serão selecionados pelo Laboratório de Imagem em Som (LIS), que faz parte do Centro de Artes e Comunicação da instituição.
As aulas acontecem nos turno da manha e na noite, todas na Laboratório. Nas duas semanas, os jovens cineastas devem participar de pesquisas para poderem produzir um roteiro de longa e curta metragem com o tema Água. a grade curricular também conta com técnicas de cinema direito e abordagem de personagens, construção narrativa e também a observação sobre o olhar.
Na última semana, os participantes vão filmar um trecho do seu roteiro que passaram pelas etapas de filmagem, finalização e trailer para ser exibido no encerramento do curso. Todos os dias no período da tarde o público poderá participar de mostrar com debates apresentadas pelos professores.
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Curso de Cinema : Forum universitário UESB
Semana de Integração do Curso de Cinema e Audiovisual
De 17 a 21 de outubro de 2011
PROGRAMAÇÃO
Segunda-feira - 17/10 – Teatro Glauber Rocha
8h30 – Apresentação do Curso de Cinema e Audiovisual
Exibição de filmes produzidos pelos alunos do Curso de Cinema e Audiovisual
Terça-feira - 18/10 – Teatro Glauber Rocha
8h30 - Exibição do filme “Amor À Flor da Pele”, de Wong Kar-Wai
Comentários: Prof. Cristiano Canguçu – DFCH e Carlos Rizério – aluno do Curso de Cinema
19h30 – Teatro Glauber Rocha
Abertura do VI Panorama Internacional Coisa de Cinema - Itinerância Conquista
Apresentação dos filmes: “O Céu Sobre os Ombros”, de Sérgio Borges, “Ela Morava na Frente do Cinema”, de Leonardo Lacca
Quarta-feira - 19/10 – Teatro Glauber Rocha
8h30 – Exibição do filme “Frida”, de Julie Taymor
Comentários: Prof. Paulo Alcântara – DFCH e Patrícia Moreira – aluna do Curso de Cinema
Quinta-feira - 20/10
8h às 12h - 14h às 17h – Oficinas
Oficina de Fotografia - Light painting, com Rayza Lélis – Laboratório de Telejornalismo (módulo dos laboratórios, no fundo do Luizão) – 20 vagas
Oficina de Produção Audiovisual, com Ramon Campelo e Shunji Ikuta - Sala 8 do Módulo de Aulas IV (módulo de aulas do Curso de Cinema) – 20 vagas
19h30 - Aula Magna com Orlando Senna: Processos contemporâneos de formação em cinema e audiovisual
Sexta-feira - 21/10
8h à 12h – Oficinas
Oficina de Fotografia - Light painting – Laboratório de Telejornalismo
Oficina de Produção Audiovisual - Sala 8 do Módulo de Aulas IV
Primeira aula do Curso Oratória do Ator, com Avanilton Carneiro – Sala 7 do Módulo de Aulas IV
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sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Curso Documetario Criação e Roteiro na ESPM
O curso Documentário: Criação e Roteiro, da Escola de Criação da ESPM-Sul, tem início no dia 22 de setembro, sábado, das 9h30 às 12h30 e das 13h30 às 16h.
Com uma abordagem teórica e prática da criação de roteiros para documentários, o aluno será provocado a criar situações por meio de hipóteses para a construção de um roteiro criativo que se aproxime da ficção.
Entre os tópicos da programação, estão: linguagem e diferenças entre documentário e ficção, inclusão nas mídias digitais, desenvolvimento de argumentos para escrita de roteiros e defesa de projetos audiovisuais.
A coordenação é do professor Beto Souza e as aulas acontecerão em cinco encontros, que totalizam 30 horas/aula.
SERVIÇO:
O quê? Curso Documentário: Criação e Roteiro, da Escola de Criação, ESPM-Sul.
Quando? 22/10, sábado, das 9h30 às 12h30 e das 13h30 às 16h
Duração: 5 encontros - Carga Horária: 30 horas/aula
Onde? Rua Guilherme Schell, 268 (próximo à Av. Prof. Oscar Pereira)
Bairro Santo Antônio - Porto Alegre – RS
Para quem? Estudantes e profissionais de cinema, publicidade, jornalismo, psicologia, sociologia, antropologia e áreas afins.
Informações e Inscrições: (51) 3218.1400 ou pelo e-mail centralinfo-rs@espm.br ou pelo site www.espm.br
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Professor da UFF diz que cinema brasileiro não retrata realidade
Cinema brasileiro não retrata realidade do país, diz especialista
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
08/10/2011 | 12h35 | Opinião
O cinema brasileiro, que ficou famoso nos anos 1960 e 1970 com uma modalidade de arte de intervenção social, vive agora uma fase de “ensimesmamento”, com diretores preocupados em focar problemas de sua própria existência ou de pequenos grupos, disse à Agência Brasil o crítico cinematográfico José Carlos Monteiro, professor de cinema brasileiro da Universidade Federal Fluminense (UFF).
Para ele, o país está a ponto de se tornar uma potência econômica, mas mostra um cinema que é do "terceiro mundo". As tendências do mercado nacional de cinema estão sendo debatidas no Festival do Rio 2011, que ocorre até o próximo dia 18.
Segundo Monteiro, os filmes do passado testemunhavam os problemas, as dificuldades e contradições do país. Isso elevou o cinema nacional no ranking de filmes mais politizados, engajados e combativos, por meio do Cinema Novo (movimento cinematográfico brasileiro por um cinema com mais realidade, mais conteúdo e menor custo) e suas variantes. As produções que se seguiram ainda mostravam ao mundo a vitalidade e a força dos diretores brasileiros para abordar temas como migração, pobreza e violência urbana. “Esse tipo de intervenção social desapareceu na primeira década do século 21”, comentou.
Na opinião do crítico, os filmes agora têm as preocupações essenciais voltadas para problemáticas intimistas, enquanto o país ainda apresenta aspectos de uma realidade que mereceria foco mais combativo de profissionais que acham que cinema não é só entretenimento, opinou. “Os problemas cruciais estão longe da tela”.
Filmes como Tropa de Elite e Cidade de Deus, que retratam a criminalidade em abordagens fortes, ou os filmes de denúncia “são exceção em um panorama em que prevalece um tipo de cinema preocupado com o culto do eu”. Examinando-se o grosso da produção nacional, verifica-se que os filmes que tratam da realidade são documentários, observou.
Na análise de Monteiro, o cinema produzido hoje no Brasil acaba sendo igual ao de muitos outros lugares. “Perde até para as produções argentinas que, embora em menor escala, estão veiculando a dificuldade que é ser argentino nos dias de hoje”. Ele reconheceu que existem produções isoladas no Brasil que se preocupam em retratar a realidade. “Mas, no conjunto, a produção ainda é muito tímida em relação à realidade”.
De acordo com o professor da UFF, o governo federal já reconheceu que o cinema não é só mercado, é também cultura. Ele disse ser necessário que o governo apoie não só a produção, mas também a exibição desses filmes, para que possam chegar a um número cada vez maior de brasileiros. “Não há a circulação desse produto”.
O Brasil perde nessa área para outros países, como os Estados Unidos, que criou todos os mecanismos de incentivo para a difusão dos seus filmes, inclusive no exterior. “O cinema brasileiro só pode atingir o ranking de criatividade no qual estava décadas atrás se for um cinema autenticamente pessoal, um cinema de compromisso, um cinema-verdade. Porque, lá fora, eles têm tecnologia avançada, modalidades de financiamento e de circulação muito grandes”, apontou.
Sem diferencial, o professor disse que os filmes ficam em uma situação de total indiferença. Para ganhar visibilidade, o cinema tem que ter vigor e expressar a identidade do país. “E mostrar o filme aqui”.
José Carlos Monteiro enfatizou que o gargalo está em uma produção cinematográfica que é abundante, mas não é expressiva no sentido de mostrar a nossa identidade e de ser de alcance do público. Isso deve ocorrer, contudo, “sem obrigações draconianas”, mas a partir de negociações que incluam as televisões a cabo, sugeriu.
Da Agência Brasil
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