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quarta-feira, 27 de maio de 2015
Prefeitura de Cordeirópolis promove curso gratuito de cinema no Eldorado
Atividades vão ensinar teorias e práticas para a produção de um filme.
As oficinas abrangem tópicos de direção, produção, roteiro, edição e montagem, fotografia, iluminação e áudio. De acordo com a Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Eventos, a ideia do projeto é levar cultura a todos os bairros da cidade e outras oficinas serão realizadas ainda neste ano.
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sexta-feira, 22 de maio de 2015
Seja o próximo Kubrick: curso de cinema 'É Nóis na Fita' tem inscrições gratuitas
O projeto É NÓIS NA FITA 2015 - Curso de Gratuito Cinema abre inscrições para sua 2ª turma no CEU Jaguaré, na zona oeste de Sâo Paulo. As inscrições estão abertas e podem ser feitas até 10 de maio, sem custo algum. São 25 vagas para jovens de 15 a 20 anos. As aulas vão de 23 de maio a 2 de agosto, aos sábados e domingos, das 9h às 18h.
Ao longo de 9 finais de semana, os alunos entram em contato com todas as etapas da criação e produção audiovisual – roteiro, direção, fotografia, arte, som, edição e finalização – com profissionais e professores das melhores faculdades de audiovisual de São Paulo. E ainda produzem 2 curtas-metragem.
quarta-feira, 20 de maio de 2015
OAB cria excelente manual para o produtor audiovisual
Desde 2011, com a edição da Lei 12.485, o mercado audiovisual
brasileiro vem passando por uma profunda reformulação. Foi
com esta lei que o mercado de televisão por assinatura foi aberto
às empresas de telecomunicações e, ao mesmo tempo, que se criou
cota de conteúdo nacional na grade do chamado serviço de acesso
condicionado.
A primeira edição deste guia feita pela Comissão de Direitos
Autorais, Direitos Imateriais e Entretenimento da OAB do Rio de
Janeiro trazia mais os aspectos autorais da obra audiovisual. Nesta
nova cartilha pretendemos trazer ao conhecimento de todos informações
sobre regulação desse mercado, dentre outros aspectos fundamentais
ao produtor audiovisual.
Este guia não pretende, nem poderia, exaurir o assunto,
mas tem como função principal esclarecer rapidamente dúvidas
conceituais sobre a produção audiovisual e auxiliar como primeira
etapa para a passagem para um estudo mais aprofundado.
Observando a prática de mercado, estão inseridos de forma
direta os conceitos regulatórios básicos necessários para toda a
cadeia produtiva, permitindo ao leitor, inclusive, ter acessos às diversas
fontes de financiamento público em vigor. Por fim, com uma
10
Guia do produtor audiovisual
abordagem mais leve, o guia integra ao estudo a Condecine, tributo
específico da atividade e principal fonte de alimentação do Fundo
Setorial do Audiovisual, importante mecanismo de fomento direto
do Estado.
A Comissão de Direito Autoral, Direitos Imateriais e Entretenimento
da OAB-RJ também está à disposição para esclarecer
dúvidas e discutir os aspectos legais que cercam o mundo da produção
cultural e do entretenimento.
Fábio de Sá Cesnik
Presidente da Comissão de Direito Autoral,
Direitos Imateriais e Entretenimento
Veja a apostilha abaixo de excelente qualidade
sexta-feira, 15 de março de 2013
Steven Spielberg confirma próximo As Aventuras de Tintim para 2015
Uma boa notícia para os fãs do célebre personagem criado pelo cartunista belga Hergé: o diretor Steven Spielberg (“ET – O Extraterrestre”) anunciou que repetirá a parceria com Peter Jackson (“O Hobbit – Uma Aventura Inesperada”) na continuação do filme “As Aventuras de Tintim”. Em entrevista ao The Times of India, Spielberg adiantou que o longa deve estrear no final de 2015.
“Peter Jackson irá dirigir o próximo filme, e eu irei produzir. Nós já temos o roteiro e iremos começar as filmagens no final deste ano. Esperamos que o filme venha a tempo para o Natal de 2015″, afirmou.
O roteiro do longa, resultado da junção de dois livros de Hergè, já foi finalizado e as filmagens devem iniciar no final de 2013. Nesse segundo filme, os papéis serão invertidos, cabendo a Peter Jackson o cargo de diretor, passando a produção a Spielberg.
Lançado em 2011, “As Aventuras de Tintim” foi rodado em motion-picture, contando com as expressões faciais de nomes como Daniel Craig (“007 – Operação Skyfall”), Andy Serkis (“Planeta dos Macacos – A Origem”) e Jamie Bell (“Billy Elliot”). O longa faturou quase US$ 750 milhões em todo o mundo e foi indicado ao Oscar de Melhor Trilha Sonora.
“Peter Jackson irá dirigir o próximo filme, e eu irei produzir. Nós já temos o roteiro e iremos começar as filmagens no final deste ano. Esperamos que o filme venha a tempo para o Natal de 2015″, afirmou.
O roteiro do longa, resultado da junção de dois livros de Hergè, já foi finalizado e as filmagens devem iniciar no final de 2013. Nesse segundo filme, os papéis serão invertidos, cabendo a Peter Jackson o cargo de diretor, passando a produção a Spielberg.
Lançado em 2011, “As Aventuras de Tintim” foi rodado em motion-picture, contando com as expressões faciais de nomes como Daniel Craig (“007 – Operação Skyfall”), Andy Serkis (“Planeta dos Macacos – A Origem”) e Jamie Bell (“Billy Elliot”). O longa faturou quase US$ 750 milhões em todo o mundo e foi indicado ao Oscar de Melhor Trilha Sonora.
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fonte:http://cinemacomrapadura.com.br/
quarta-feira, 13 de março de 2013
China avança sobre mercado de cinema e fecha parcerias com grandes produtoras de Hollywood
Disney e Dreamworks já têm produções em aberto com financiamento do país oriental; filmes americanos estão sujeitos à censura do Partido Comunista chinês
O humor debochado e sarcástico de Tony Stark será fiscalizado por autoridades chinesas durante produção de Homem de Ferro 3
Todo mundo já se acostumou ao jeitão debochado e politicamente incorreto de Tony Stark, o Homem de Ferro interpretado por Robert Downey Jr.. Só que, agora, tudo que o personagem fizer no terceiro filme da série terá que ser aprovado pelo Partido Comunista da China. Isso porque a coprodução de Homem de Ferro 3 será assinada pela Disney e a chinesa DMG. E esse é apenas o primeiro de uma série de projetos firmados entre Hollywood e a China.
Não foi à toa que os americanos apelaram para a dobradinha. Estatísticas indicam que até 2020 o gigante asiático deve ultrapassar os EUA como o maior mercado cinematográfico do mundo. De seu lado, os chineses se aproveitam para se tornar importante polo exportador de cultura. "A China e os EUA cozinham juntos com o objetivo de abocanhar para si o maior pedaço da torta", resume o espanhol Pello Zúñiga, jornalista radicado em Pequim e especializado na indústria cultural chinesa.
Uma das iniciativas mais ambiciosas é a da americana DreamWorks. Em agosto, foi anunciada a joint venture Shanghai Oriental DreamWorks, com 55% do capital nas mãos de três empresas estatais chinesas. A meta é empregar 2 mil pessoas e produzir até três filmes por ano. Um deles é Kung Fu Panda 3, que deve ficar pronto em 2016, ano em que também será inaugurado um complexo com cinemas e outras atrações, orçado em US$ 3,2 bilhões (R$ 6,4 bilhões).
Também em agosto foi a vez de o diretor James Cameron (Avatar) anunciar uma joint venture com empresas estatais chinesas para produzir equipamentos para filmagens em 3D. "Os chineses veem o 3D como o futuro", disse Cameron ao jornal Financial Times. Para Hollywood, a coprodução tem uma grande vantagem: escapar do limite de 34 produções estrangeiras por ano – recentemente, o governo chinês permitiu mais 14 produções, desde que em 3D. Por outro lado, trabalhar com Hollywood é a chance de o cinema chinês, que produz 500 longas por ano, aprimorar a capacidade mercadológica de seus filmes fora de suas fronteiras.
Para os americanos, a contrapartida pode ser difícil. Antes de ser rodado, o roteiro precisa ser revisado e aprovado pela Administração Estatal de Rádio, Filme e Televisão, órgão censor do governo. A entidade tem parâmetros draconianos para cenas de sexo e violência, além, é claro, para temas políticos. No ano passado, por exemplo, Tropa de Elite 2 teve 24 minutos cortados. Já o documentário Uma noite em 67, sobre os festivais de música da Record, foi censurado, provavelmente pelas referências à ditadura militar.
"Na China, você tem de ser bom em lidar com o governo e com o consumidor", explica o americano Dan Mintz, presidente da DMG Entertainment, empresa privada de entretenimento chinesa.
Não foi à toa que os americanos apelaram para a dobradinha. Estatísticas indicam que até 2020 o gigante asiático deve ultrapassar os EUA como o maior mercado cinematográfico do mundo. De seu lado, os chineses se aproveitam para se tornar importante polo exportador de cultura. "A China e os EUA cozinham juntos com o objetivo de abocanhar para si o maior pedaço da torta", resume o espanhol Pello Zúñiga, jornalista radicado em Pequim e especializado na indústria cultural chinesa.
Uma das iniciativas mais ambiciosas é a da americana DreamWorks. Em agosto, foi anunciada a joint venture Shanghai Oriental DreamWorks, com 55% do capital nas mãos de três empresas estatais chinesas. A meta é empregar 2 mil pessoas e produzir até três filmes por ano. Um deles é Kung Fu Panda 3, que deve ficar pronto em 2016, ano em que também será inaugurado um complexo com cinemas e outras atrações, orçado em US$ 3,2 bilhões (R$ 6,4 bilhões).
Também em agosto foi a vez de o diretor James Cameron (Avatar) anunciar uma joint venture com empresas estatais chinesas para produzir equipamentos para filmagens em 3D. "Os chineses veem o 3D como o futuro", disse Cameron ao jornal Financial Times. Para Hollywood, a coprodução tem uma grande vantagem: escapar do limite de 34 produções estrangeiras por ano – recentemente, o governo chinês permitiu mais 14 produções, desde que em 3D. Por outro lado, trabalhar com Hollywood é a chance de o cinema chinês, que produz 500 longas por ano, aprimorar a capacidade mercadológica de seus filmes fora de suas fronteiras.
Para os americanos, a contrapartida pode ser difícil. Antes de ser rodado, o roteiro precisa ser revisado e aprovado pela Administração Estatal de Rádio, Filme e Televisão, órgão censor do governo. A entidade tem parâmetros draconianos para cenas de sexo e violência, além, é claro, para temas políticos. No ano passado, por exemplo, Tropa de Elite 2 teve 24 minutos cortados. Já o documentário Uma noite em 67, sobre os festivais de música da Record, foi censurado, provavelmente pelas referências à ditadura militar.
"Na China, você tem de ser bom em lidar com o governo e com o consumidor", explica o americano Dan Mintz, presidente da DMG Entertainment, empresa privada de entretenimento chinesa.
fonte:http://www.new.divirta-se.uai.com.br/
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sexta-feira, 1 de março de 2013
Oportunidade para diretores de filmes
Oportunidade para diretores de filmes: Sundance Institute e Nokia buscam filmes curtos para Festival
A Nokia e o Sundance London Film and Music Festival 2013 estão convidando diretores e cineastas para enviar um trailer (15 a 60 seg.) para um curta-metragem inspirado no cenário da musical underground de uma cidade de escolha do diretor, o vídeo poderá ser uma animação ou live-action.
Dois trailers serão selecionados pelos júri do Sundance Institute e da Nokia. Os vencedores receberão: Um orçamento de $5000 dólares cada, para finalizar a produção do seu curta Dois Nokia Lumia920 Exibição garantida no Sundance London Film Festival Sessão de consultoria com um dos jurados Viagem com tudo pago para participar do Festival em Londres E ainda, um grande vencedor levará um prêmio de $5000 dólares!
Para mais detalhes, datas e para participar aqui: http://re.po.st/R5CZW2 Atenciosamente, Claudia Lins Community Relations Manager cell +1-415-955-7668 Talenthouse Inc. www.talenthouse.comblog.talenthouse.com Siga-nos: https://twitter.com/talenthouse_pt Curta: https://www.facebook.com/TalenthousePortugues San Francisco, CA
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Steven Spierlberg presidente?
Steven Spielberg será o presidente do júri no Festival de Cannes 2013
O diretor de Lincoln deverá ajudar a escolher o novo filme vencedor da Palma de Ouro em 2013.
por Bruno Carmelo

Conhecido por suas grandes produções comerciais, que vão dos filmes de guerra às ficções científicas, Steven Spielberg tem se transformado aos poucos em um cineasta respeitado no circuito de arte. Depois de uma grande consagração na Cinemateca Francesa, com uma retrospectiva elogiosa de toda a sua obra, Spielberg foi convidado a ser o presidente do festival de Cannes em 2013.
O cineasta aceitou o convite e emitiu uma nota, com a seguinte mensagem: "É uma honra e um privilégio ser o presidente do júri em um festival que prova, ano após ano, que o cinema é a linguagem mundial". O anúncio vem logo após o sucesso de comercial de Lincoln, drama que agradou o público e a crítica, embora não tenha obtido o prêmio máximo no Oscar. Spielberg sucede ao italiano Nanni Moretti, presidente da edição de 2012, quando o drama austríaco Amor, de Michael Haneke, foi o vencedor da Palma de Ouro.
Ainda falta saber quem serão os outros membros do júri e, acima de tudo, quais serão os cerca de vinte filmes escolhidos para a competição oficial. Por enquanto, o sangrento Only God Forgives e o drama The Bling Ringaparecem bem cotados entre os títulos americanos, enquanto The Nymphomaniac e Twelve Years a Slave têm sido citados como bons candidatos europeus.
O diretor de Lincoln deverá ajudar a escolher o novo filme vencedor da Palma de Ouro em 2013.
por Bruno Carmelo
Conhecido por suas grandes produções comerciais, que vão dos filmes de guerra às ficções científicas, Steven Spielberg tem se transformado aos poucos em um cineasta respeitado no circuito de arte. Depois de uma grande consagração na Cinemateca Francesa, com uma retrospectiva elogiosa de toda a sua obra, Spielberg foi convidado a ser o presidente do festival de Cannes em 2013.
O cineasta aceitou o convite e emitiu uma nota, com a seguinte mensagem: "É uma honra e um privilégio ser o presidente do júri em um festival que prova, ano após ano, que o cinema é a linguagem mundial". O anúncio vem logo após o sucesso de comercial de Lincoln, drama que agradou o público e a crítica, embora não tenha obtido o prêmio máximo no Oscar. Spielberg sucede ao italiano Nanni Moretti, presidente da edição de 2012, quando o drama austríaco Amor, de Michael Haneke, foi o vencedor da Palma de Ouro.
Ainda falta saber quem serão os outros membros do júri e, acima de tudo, quais serão os cerca de vinte filmes escolhidos para a competição oficial. Por enquanto, o sangrento Only God Forgives e o drama The Bling Ringaparecem bem cotados entre os títulos americanos, enquanto The Nymphomaniac e Twelve Years a Slave têm sido citados como bons candidatos europeus.
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domingo, 5 de agosto de 2012
Unesp oferece curso de cinema brasileiro
Instituto de Artes da Unesp oferece curso de cinema brasileiro
Interessados já podem fazer as inscrições; atividades têm início em setembro
Estão abertas as inscrições para o curso Panorama do Cinema Brasileiro, oferecido pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp). A atividade, gratuita, é direcionada a alunos de comunicação, artes e profissionais da área do audiovisual que buscam uma especialização teórica e a ampliação do conhecimento sobre a cinematografia brasileira.
As inscrições pode ser feitas até o dia 20 de agosto pelo email petmusicaunesp@gmail.com. É necessário mandar nome completo, endereço de email e número do celular. O curso começa em setembro e será às segundas-feiras, das 18h30 às 20h30, no 4º Andar do Instituto de Artes da Unesp, em São Paulo (Rua Dr. Bento Teobaldo Ferraz, 271, Barra Funda, São Paulo, SP).
Os temas enfocados são cinema mudo, influências do neorrealismo italiano, a industrialização no Brasil, cinema novo, cinema marginal, tropicalismo/undigrudi, novos tempos, problemas políticos e sociais; e vida moderna. A promoção é do Cineclube Pet/Música/IA e do Cine Clube Bauru/Unesp e do Laboratório de Pesquisa em Identidade e Diversidade Cultural Brasileira.
Do Portal do Governo do Estado
veja tambem:
http://www.cursosraizesculturais.com.br
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Curso de Cinema na Paraíba ( Funesc)
Curso de cinema encerra inscrições
Os interessados em participar do Curso Avançado de Cinematografia Eletrônica Digital têm até esta quarta-feira (26) para se inscrever. O evento acontece no período de 7 a 11 de novembro no Espaço Cine Digital da Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc). O ministrante será Carlos Ebert e as aulas serão realizadas nos turnos da manhã e tarde. Os inscritos passarão por um processo de seleção, já que o número de vagas é limitado em 25.
O curso avançado é voltado para os participantes do curso básico que foi realizado na UFPB em 2009 e para profissionais e realizadores com experiência em cinematografia digital. Para se candidatar a uma vaga, o interessado deve solicitar a ficha de inscrição através do e-mail oficinasnpdpb@gmail.com, preenchê-la, anexar currículo e enviar de volta ao mesmo endereço. A inscrição também pode ser feita pessoalmente na sala anexa ao Cine Bangüê no Espaço Cultural (rampa 4), de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 15h às 21h.
A seleção final será feita pelo ministrante, a partir da análise de currículo e dados da ficha de inscrição. Serão priorizados alunos que já participaram do curso básico realizado anteriormente. As aulas se destinam a estudantes e professores de comunicação, rádio-TV e cinema, profissionais da área de TV, vídeo e cinema e realizadores independentes. É exigido conhecimento prévio de alguns procedimentos e técnicas básicas, bem como noções elementares de fotografia, cinematografia, estética e história das artes visuais.
O resultado final da seleção será divulgado diretamente a todos os inscritos através de e-mail e publicado no site www.funesc.com.br a partir do dia 3 de novembro.
O curso é realizado pelo Centro Audiovisual Norte-Nordeste (Canne) em parceria com o Núcleo de Produção Digital (NPD), por meio da Funesc e ABD-PB. A carga horária é de 40 horas, com aulas das 8h30 às 12h e das 14h às 18h.
O objetivo do curso é aprofundar conhecimentos técnicos e artísticos relacionados à captação de imagens em movimento em suporte eletrônico digital, complementando o curso de Cinematografia Digital realizado no final de 2008 em João Pessoa. Nas disciplinas serão abordados temas como: análise visual do roteiro, visita técnica a locação, testes de resolução espacial, temperatura de cor, fontes de luz, escolha de acessórios (maquinaria), formato de captação ideal para finalizar em diferentes suportes, transfer para película, entre outros.
*Currículo do ministrante*
Carlos Ebert é diretor e fotógrafo de cinema, televisão e publicidade. Carioca nascido em 1946, estudou arquitetura na Universidade Federal do Rio de Janeiro e cinema na Escola Superior de Cinema São Luiz, em São Paulo. Começou em 1966 como repórter fotográfico, tornou-se operador de câmera e diretor de fotografia em 1968 e diretor em 1970. No final dos anos 60, participou do cinema marginal e foi câmera e diretor de fotografia de um dos filmes mais significativos do movimento, “O bandido da luz vermelha” (1968), de Rogério Sganzerla, e em 1970, dirigiu República da traição. Fez a fotografia tanto de longas como de curtas-metragens, entre eles “O rei da vela” (1983), de José Celso Martinez Corrêa e Noilton Nunes, e “Fé” (1998), de Ricardo Dias. Fez também fotografias para televisão, como a de “O povo brasileiro” (2000), ganhador do Grande Prêmio Cinema Brasil de TV em 2001. Desde 1970 dedica-se também ao ensino da fotografia para cinema. É o vice-presidente da Associação Brasileira de Cinematografia para o período de 2002 a 2004. Em 2002 fez a fotografia dos longas-metragens “Rua seis, sem número”, de João Batista de Andrade, e “À margem da imagem”, de Evaldo Mocarzel. Em 2003 recebeu o prêmio de melhor fotografia no Festival de Gramado pelo seu trabalho no curta-metragem “Carolina”, de Jeferson De. Trabalhou nos documentários “Dia da graça” (2003), de Thiago Mendonça e Maira Buller, “Do luto à luta” (2005), de Evaldo Mocarzel, e “Vlado – 30 anos depois” (2005), de João Batista de Andrade. Em 2007, fez a direção de fotografia do filme “A Ilha do Terrível Rapaterra” , de Ariane Porto.
*Serviço*
Curso Avançado de Cinematografia Eletrônica Digital
Período do curso: 7 a 11 de novembro
Inscrições: até 26 de outubro
Inscrição presencial: sala do Cine Bangue na Funesc/Espaço Cultural (rampa 4), de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 15h as 18h
Inscrições por e-mail: oficinasnpdpb@gmail.com
Número de participantes: 25
Preço: Gratuito
Informações: (83) 3211.6281
Ascom/
fonte: www.pbagora.com.br
O curso avançado é voltado para os participantes do curso básico que foi realizado na UFPB em 2009 e para profissionais e realizadores com experiência em cinematografia digital. Para se candidatar a uma vaga, o interessado deve solicitar a ficha de inscrição através do e-mail oficinasnpdpb@gmail.com, preenchê-la, anexar currículo e enviar de volta ao mesmo endereço. A inscrição também pode ser feita pessoalmente na sala anexa ao Cine Bangüê no Espaço Cultural (rampa 4), de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 15h às 21h.
A seleção final será feita pelo ministrante, a partir da análise de currículo e dados da ficha de inscrição. Serão priorizados alunos que já participaram do curso básico realizado anteriormente. As aulas se destinam a estudantes e professores de comunicação, rádio-TV e cinema, profissionais da área de TV, vídeo e cinema e realizadores independentes. É exigido conhecimento prévio de alguns procedimentos e técnicas básicas, bem como noções elementares de fotografia, cinematografia, estética e história das artes visuais.
O resultado final da seleção será divulgado diretamente a todos os inscritos através de e-mail e publicado no site www.funesc.com.br a partir do dia 3 de novembro.
O curso é realizado pelo Centro Audiovisual Norte-Nordeste (Canne) em parceria com o Núcleo de Produção Digital (NPD), por meio da Funesc e ABD-PB. A carga horária é de 40 horas, com aulas das 8h30 às 12h e das 14h às 18h.
O objetivo do curso é aprofundar conhecimentos técnicos e artísticos relacionados à captação de imagens em movimento em suporte eletrônico digital, complementando o curso de Cinematografia Digital realizado no final de 2008 em João Pessoa. Nas disciplinas serão abordados temas como: análise visual do roteiro, visita técnica a locação, testes de resolução espacial, temperatura de cor, fontes de luz, escolha de acessórios (maquinaria), formato de captação ideal para finalizar em diferentes suportes, transfer para película, entre outros.
*Currículo do ministrante*
Carlos Ebert é diretor e fotógrafo de cinema, televisão e publicidade. Carioca nascido em 1946, estudou arquitetura na Universidade Federal do Rio de Janeiro e cinema na Escola Superior de Cinema São Luiz, em São Paulo. Começou em 1966 como repórter fotográfico, tornou-se operador de câmera e diretor de fotografia em 1968 e diretor em 1970. No final dos anos 60, participou do cinema marginal e foi câmera e diretor de fotografia de um dos filmes mais significativos do movimento, “O bandido da luz vermelha” (1968), de Rogério Sganzerla, e em 1970, dirigiu República da traição. Fez a fotografia tanto de longas como de curtas-metragens, entre eles “O rei da vela” (1983), de José Celso Martinez Corrêa e Noilton Nunes, e “Fé” (1998), de Ricardo Dias. Fez também fotografias para televisão, como a de “O povo brasileiro” (2000), ganhador do Grande Prêmio Cinema Brasil de TV em 2001. Desde 1970 dedica-se também ao ensino da fotografia para cinema. É o vice-presidente da Associação Brasileira de Cinematografia para o período de 2002 a 2004. Em 2002 fez a fotografia dos longas-metragens “Rua seis, sem número”, de João Batista de Andrade, e “À margem da imagem”, de Evaldo Mocarzel. Em 2003 recebeu o prêmio de melhor fotografia no Festival de Gramado pelo seu trabalho no curta-metragem “Carolina”, de Jeferson De. Trabalhou nos documentários “Dia da graça” (2003), de Thiago Mendonça e Maira Buller, “Do luto à luta” (2005), de Evaldo Mocarzel, e “Vlado – 30 anos depois” (2005), de João Batista de Andrade. Em 2007, fez a direção de fotografia do filme “A Ilha do Terrível Rapaterra” , de Ariane Porto.
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Período do curso: 7 a 11 de novembro
Inscrições: até 26 de outubro
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