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sexta-feira, 12 de abril de 2013

O Curso de Cinema:'Django Livre', de Tarantino, é retirado dos cinemas na China no dia de sua estreia








Mesmo depois de Quentin Tarantino ter retirado as cenas sangrentas do filme "Django Livre" para se adaptar às regras chinesas, autoridades locais cancelaram a exibição do longa no país. As cenas com conteúdo sexual e político são tidas como os motivos para a retirada do filme do circuito.

Programado para estrear na quinta-feira (11), "Django" teve sessões canceladas ou interrompidas depois de um minuto de exibição, informou o site Deadline.

"Nós lamentamos que o filme 'Django Livre' tenha sido retirado dos cinemas e estamos trabalhando com as autoridades chinesas para saber quando o filme poderá ser relançado", disse Steve Elzer, porta-voz da Sony Pictures.

Em alguns cinemas, o filme foi interrompido após um minuto de exibição. As companhias de cinema alegaram "problemas técnicos" para a interrupção.

Zhang Miao, diretor da Sony Pictures no mercado chinês, explicou anteriormente que o diretor "concordou em realizar pequenos ajustes no filme" e que os cortes eram um compromisso combinado previamente entre Tarantino e o estúdio.

"O que nós chamamos de derramamento de sangue e violência é somente um meio de vender a proposta do filme, e estes pequenos ajustes não afetarão as características principais da trama -- como tal esta afinação do sangue num tom mais escuro ou a altura do sombrio espirro de sangue", disse Miao para o Southern Metropolis Daily.

"Django" seria o primeiro filme de Tarantino a entrar em cartaz nos cinemas da China. Outros filmes do diretor já haviam sido vetados, como "Kill Bill".



"Django" seria o primeiro filme de Tarantino a ser exibido na China


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fonte: http://www.tribunahoje.com

terça-feira, 9 de abril de 2013

O Curso de Cinema: História do cinema no Sesc



O Sesc Arsenal de Cuiabá está com inscrições abertas para o curso História do Cinema, que será realizado entre os dias 09 e 13 de abril. A inscrição é franca

Você se liga em cinema? Já tentou fazer, tem algum interesse ou é um mero curioso sobre a sétima arte? Então se liga nessa dica. As inscrições estão abertas para o curso de História do Cinema no Sesc Arsenal de Cuiabá. A atividade será ministrada pelo jornalista, crítico, curador, pesquisador e professor de audiovisual Cássio Starling (SP). O curso acontecerá entre os dias 09 e 13 de abril, das 18 h às 22 h, e a inscrição é gratuita.

O curso História do Cinema visa oferecer uma visão ampla, mas não superficial, dos passos que fundaram a cultura audiovisual no final do século 19, modificando-se incessantemente ao longo do século 20. Abordará como o audiovisual se reinventa no século 21 ao incorporar as possibilidades de expressão e comunicação por intermédio das novas tecnologias.

Em vez de uma abordagem evolutiva, o curso se organiza em torno das estéticas mais influentes de cada época, suas adaptações e transformações, e dos paradigmas nunca imutáveis, que se mantêm vivos à medida que se recriam.

Serão cinco dias de aulas. No primeiro dia (09), o ministrante trabalhará “Pré-cinema, Primeiro Cinema e domesticação da linguagem”. Serão abordados os dispositivos utilizados para projeção de imagens a partir do Renascimento; as imagens em movimento de Muybridge, Marey e Edison; Irmãos Lumière: a invenção do cinematógrafo e os primeiros filmes; o cinema ganha o reforço da imaginação: Georges Méliés; e um novo meio de contar velhas histórias: a construção de narrativas de Porter a Grifith.

Na segunda aula, no dia 10, Starling falará sobre “O sistema clássico e a guerrilha das vanguardas”. Sobre isso abordará a comédia como recurso para abalar a ordem; a invenção de Hollywood e seus recursos para dominar o mundo; as vanguardas europeias e as possibilidade de um outro cinema; e o caso Limite do cinema brasileiro.

No terceiro dia de aula (11) o professor tratará sobre “O cinema face aos descompassos do mundo”. Entrarão em discussão os filmes como arma de propaganda; a busca pelo que sobrou do humano em meio às ruínas; visões de artistas: Orson Welles e Alfred Hitchcock; o que é cinema de autor?; e o Brasil em busca de seu cinema.

No quarto dia (12) o tema da aula será “Rebeldes e herdeiros”. O crítico Starling abordará a emergência do cinema sem regras; as novas ondas varrem as telas do mundo; o cinema novo redescobre o Brasil; Hollywood movida a sexo, drogas e rock n’ roll; e Spielberg, Lucas e a reinvenção do espetáculo.

No quinto e último dia de aula (13), o professor Starling encerrará com o tema “O cinema na paisagem contemporânea”. Ele abordará dois casos de cineastas-cinéfilos: Almodóvar e Tarantino; o cinema como janela para o mundo: a emergência do Oriente, do Irã e da Argentina; e a tecnologia digital e a infinitude do audiovisual na contemporaneidade.

SOBRE CÁSSIO STARLING

Crítico, curador, pesquisador e professor de história do audiovisual. Graduou-se em Filosofia pela UFMT. Como crítico, colabora regularmente para o jornal Folha de São Paulo. Integra o grupo de curadores da Mostra de Cinema de Tiradentes, da CineOP e da CineBH. Editou as coleções “Folha Clássicos do Cinema” (2009), “Folha Cine Europeu” (2011), e “Folha Charles Chaplin” (2012). É autor do livro “Em Tempo Real” (Ed. Alameda, 2006) sobre narrativas de séries de TV.

Mais informações pelo telefone (65) 3611-0550.

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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Co-produção entre Portugal, Brasil e Angola abre hoje (03/04) quarta edição do FESTIN





“O Grande Kilapy”, do realizador angolano Zezé Gamboa, abre hoje a nova edição do Festival Itinerante de Cinema em Língua Portuguesa (Festin), que vai decorrer entre 3 e 10 de abril no cinema São Jorge, em Lisboa. A destacar uma cooperação adequada aos propósitos do evento, o filme conta com o ator brasileiro Lázaro Ramos (da telenovela “Insensato Coração”) como protagonista e inclui ainda no elenco os portugueses João Lagarto, Patrícia Bull e Silvia Rizzo O filme teve locações em João Pessoa, nordeste brasileiro, e em Lisboa e narra a história de um farsante (“kilapy”, num dialeto angolano, quer dizer golpe).


Entre curtas, longas e documentários, 77 filmes serão exibidos este ano. De acordo com a co-organizadora do evento, Léa Teixera, o Festin é um festival em crescimento, cujos números duplicaram entre a 1ª e 3ª edição. Mas, como admite, ainda é pouco. “Falta divulgação em relação aos filmes de língua portuguesa. 98% dos filmes que chegam aos cinemas portugueses são em língua inglesa e a quase totalidade dos restantes são europeus. O que é triste porque o país fala português… A nossa intenção é mostrar que o cinema feito em língua portuguesa tem enorme qualidade”, afirma.


Como não poderia ser de outra forma, a programação do festival termina por refletir a realidade das cinematografias dos sete países que compõem a comunidade lusófona. Destes, só o Brasil tem, neste momento, uma grande produção. Por isso, observa Teixeira, “fazer um festival em língua portuguesa não é fácil, pois as limitações são concretas”.


Sendo o cinema brasileiro dominante neste momento, fica a oportunidade para ver filmes que, fora do circuito dos festivais, nunca estarão acessíveis ao público – uma vez que, como observa, são obras cuja distribuição é barrada pelos monopólios existentes no setor. “Há um cartel que bloqueia a entrada destes filmes no mercado. Tivemos até um exemplo, este ano, de uma obra que queríamos exibir e que não foi possível – pois uma distribuidora, que no entanto faliu, impediu juridicamente que este fosse mostrado”, relata.


A exemplo do ano passado, o Festin mantém algumas das suas sessões – como as Mostras Competitiva (curtas e longas), do Cinema Brasileiro e da Inclusão Social. Entre as novidades para 2013, a mostra vai homenagear aquele que durante décadas foi o mais prestigiado evento competitivo do Brasil na área, o Festival de Cinema de Gramado. Como em todas as edições, haverá também um país homenageado – e este ano será a vez da Angola. A seção Maratona de Documentários, por sua vez, destacará oito títulos dentro do género. A inauguração de uma Mostra Infanto-Juvenil e o 1º Encontro Internacional de Jornalistas de Cinema completam a programação.

segunda-feira, 25 de março de 2013

O curso de cinema: Comédia traz ‘ladrões’ atrapalhados





Rodrigo (Danton Mello), Danilo (Lúcio Mauro Filho), Tonico (Felipe Abib), Vaguinho (Gregório Duvivier) e Amaral (Fábio Porchat) se juntam para um assalto em “Vai que Dá Certo’’ e Bruno Mazzeo vive político corrupto / Foto Divulgação
É inevitável chegar aos 30 anos e não fazer uma reflexão sobre as conquistas da vida. É nesse ponto que se encontra Rodrigo (Danton Mello), na comédia “Vai que Dá Certo’’, que acaba de estrear nos cinemas do País.



Depois de uma noitada com os amigos, ele perde o emprego de músico e se vê sem dinheiro, expulso de casa pela mulher e obrigado a voltar a morar com a mãe. Só lhe resta, então, pedir emprego ao primo Danilo (Lúcio Mauro Filho), que trabalha em uma empresa de transporte de dinheiro.

Porém, ao contrário do que ele imagina, o que Danilo oferece é um plano tido como perfeito para assaltarem um carro-forte e, juntos, ficarem ricos. Para isso, eles precisam de mais três comparsas, e Rodrigo chama seus amigos Tonico (Felipe Abib), Vaguinho (Gregório Duvivier) e Amaral (Fábio Porchat) para participar do esquema.

Com um roteiro plausível e um elenco formado por atores cômicos é que o longa conquista o público. A ideia, segundo o diretor Maurício Farias, surgiu há cerca de 20 anos. “O filme discute uma questão ética: até que ponto você vai para sobreviver. Só que tudo de maneira inconsequente.’’ Como era de se esperar, o plano fracassa, e o grupo se vê em apuros. “Cada vez mais eles vão se afundando e se encrencando. E é justamente isso que é divertido’’, diz Fábio Porchat.

A princípio, Bruno Mazzeo faria o papel que coube a Danton Mello, mas ele sugeriu a troca para dar conta de outros compromissos.

Mazzeo acabou interpretando o político corrupto Paulo. “Quando cheguei para filmar, deu invejinha, porque eles estavam muito enturmados’’, diz ele.

Roteiro

Porchat é um dos principais nomes do humor brasileiro da atualidade. Além de interpretar o personagem Amaral, ele também assina o roteiro final ao lado do diretor Maurício Farias -e foi responsável pela criação dos diálogos do filme.

“Quando escrevi os textos, já sabia mais ou menos quais atores participariam. Então, pensei em cada um deles. Aí o diálogo saiu mais fácil.’’ Segundo ele, as improvisações ocorreram mais durante a leitura do texto e, quando chegaram ao set de filmagem, o roteiro foi seguido.

Porchat faz parte do grupo que criou o canal de vídeos Porta dos Fundos, que alcançou 90 milhões de visualizações em seis meses. “O que acho bacana é que nossa geração é talentosa, autoral, que faz do jeito que quer. É uma geração que toma as rédeas da situação. Eu, por exemplo, quero estar na TV, na internet e no cinema.”

Comédia

O longa “Vai que Dá Certo’’ vem para reforçar as produções brasileiras de comédia -que têm feito bastante sucesso recentemente. Coproduzido pela Globo Filmes, ele segue a receita de combinar atores famosos e temas engraçados.

No ano passado, entre os cinco filmes brasileiros mais vistos estão quatro comédias. “E Aí, Comeu?’’ lidera e levou 2,5 milhões de pessoas ao cinema -com Bruno Mazzeo, que está em “Vai que Dá Certo’’.

O único drama da lista é “Gonzaga - de Pai pra Filho’’, que atraiu 1,5 milhão de pessoas. Apesar disso, o diretor Maurício Farias diz que foi difícil conseguir recursos para fazer “Vai que Dá Certo’’. “Começamos a filmar sem conseguir captar todo o dinheiro.’’


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fonte:http://odiariodemogi.inf.br/

quinta-feira, 21 de março de 2013

RJ: curso de cinema muda percepção de alunos de escola pública

Na rotina, Reino Fungi, Pitágoras, fórmulas químicas, planaltos e planícies do interior do País. Mas que tal ir para a escola aprender a ser camera man ou protagonista de um filme? Foi isso que passou a acontecer com os alunos do Colégio Estadual José Martins da Costa, em Nova Friburgo (a pouco mais de 130 quilômetros da capital, Rio de Janeiro), depois que a escola foi selecionada em um edital da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).


Nos últimos meses, alunos e professores conheceram obras de cineastas como Wim Wenders, produziram seus próprios produtos audiovisuais, participaram de mostras internacionais e até visitaram Buenos Aires. Tudo isso como consequência do projeto CineZé, curso de cinema da escola, que, como atividade extraclasse, "mudou a percepção de vida de algumas pessoas", diz uma das coordenadoras do projeto, Daniella D'Andrea Corbo.


Muitas instituições da rede pública de ensino do Estado se inscreveram no edital. Apenas quatro foram selecionadas, entre elas, a José Martins da Costa. Depois da surpresa e do entusiasmo inicial dos estudantes de Nova Friburgo, os professores Daniella D'Andrea Corbo, de artes, e Ricardo Esteves Monteiro, de ciências, partiram para um processo de capacitação voluntário oferecido pela UFRJ. "Eu e o Ricardo fomos chamados para um curso de 10 dias, com representantes de mais de 30 escolas. Somente depois de um processo demorado e detalhado que fomos selecionados pela universidade", explica Daniella. O edital também garantiu a estruturação do projeto na escola, com a doação de equipamentos de cinema para a instituição.


Além da produção de filmes, em que alunos de 11 a 15 anos trabalham dirigindo, atuando, criando roteiros, o CineZé promove, mensalmente, um cineclube, em que debatem com a comunidade friburguense sobre diretores que os inspiram, produções inquietantes, o que lhes chamou atenção em certo filme. Para a professora Daniella, é extremamente prazerosa e gratificante a experiência de estar dentro da escola com um enfoque diferente do tradicional. "Ver alunos de 11 anos assistindo a filmes como Asas do Desejo, do Wim Wenders, e gostando é gratificante. Eles estão mudando a percepção deles, estão aprendendo a refletir sobre assuntos diversos desde novos. Isso acaba influenciando positivamente no desempenho dentro da sala de aula", diz.


O ápice do CineZé foi quando os dois primeiros filmes produzidos, os curtas Beba com Moderação e Uma Nuvem Engolindo a Montanha, foram selecionados para participar da Mostra Geração – Festival do Rio, que aconteceu em outubro de 2012, e da Mostra Latino-Americana do Festival Hacelo-Corto, em novembro do mesmo ano, em Buenos Aires, na Argentina. Na ocasião, os 22 integrantes do grupo de cineastas mirins participaram de um sorteio para selecionar quem representaria a escola na capital do país vizinho. Sara Ouverney Rimes Felipe, do 6º ano, Gabriel Heringer de Almeida, do 7º ano, e Luiza de Miranda Alcântara, do 9º ano, acompanharam os coordenadores na viagem. "Foi sensacional a experiência de, além de saírem do Brasil e conhecerem outra cultura, sentirem que são capazes de, com dedicação e amor, chegar a lugares que antes nem pensavam. O projeto deles estava em uma mostra no exterior, representando o país inteiro, isso significa muito", comemora Daniella.


Para 2013, o CineZé promete crescer. Será realizada uma audição com estudantes do Ensino Médio para aumentar o grupo com alunos mais velhos. Outro planejamento é incrementar o leque de produções. "Aos pouquinhos, gostaríamos de ingressar na área de animações, com bastante experimentação", prevê Daniella

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fonte:http://noticias.terra.com.br/

segunda-feira, 4 de março de 2013

Filme do Amazonas 'ganha o mundo' e participa de festivais internacionais


"A Floresta de Jonatas" esteve no Festival de Roterdã, na Holanda.
Filme de Sérgio Andrade deve entrar no circuito nacional ainda este ano.



Inspirado em história real, filme foi o primeiro produzido na Região Norte a ser contemplado com edital do Ministério da Cultura. (Foto: Divulgação/Festival do Rio)

Depois de se tornar o primeiro filme amazonense a competir nos festivais de cinema do Rio de Janeiro e de São Paulo, “A Floresta de Jonatas” ganhou o mundo no início de 2013. Em fevereiro, a produção de Sérgio Andrade participou do Festival de Roterdã, na Holanda, onde teve cinco exibições “muito bem sucedidas”, de acordo com o cineasta.

Em entrevista ao G1, Andrade definiu a experiência na Europa – ele também esteve no Festival de Cinema de Berlim, na Alemanha – como “enriquecedora”. “O filme foi bem aceito tanto pelo público quanto pela crítica. O Festival de Roterdã é bastante conceituado, então foi uma honra ver todas as sessões do filme lotadas”, disse.

Sérgio Andrade está animado com possibilidade
de levar "A Floresta de Jonathas" para outras
partes do mundo (Foto: Divulgação)

Na Alemanha, o cineasta amazonense não exibiu “A Floresta de Jonatas”, mas aproveitou a presença em Berlim – onde participou de discussões com outros representantes da sétima arte – para divulgar o filme e conhecer profissionais do cinema de todo o mundo. “Foi um momento de trocar experiências com gente que produz audiovisual na África, China, na própria Alemanha e em outros lugares do mundo. Eu tive contato com o mercado e apresentei esse projeto e o meu próximo, que ainda está em fase de captação de recursos”, contou Andrade, referindo-se ao filme “Antes o Tempo Não Acabava”, uma história de ficção que ele garantiu ser o oposto de “A Floresta de Jonatas”.

Após o sucesso na Holanda e o intercâmbio na Alemanha, a próxima parada na carreira internacional de “Jonatas” é em Praga, na República Tcheca. Ao mesmo tempo, o filme participa da Semana do Cinema Latino em Boston, nos Estados Unidos. “Não dá para comparar públicos. Os norte-americanos têm outra noção, outros conceitos. Mas não estou nervoso. Muito pelo contrário, meu sentimento é de alegria por estar levando essa produção pra fora”, garantiu.

Os brasileiros também terão chance de ver o trabalho do cineasta. No segundo semestre, ele pretende colocar o filme nas salas de cinema. Enquanto isso, “Jonatas” continua ganhando fama em festivais no país. “A próxima exibição dele no Brasil é na Mostra do Filme Livre no Rio de Janeiro. Também há planos de ir para Brasília e São Paulo novamente. A atenção internacional que o filme teve rendeu expectativas altas e a chance de aumentar o público”, afirmou.


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fonte: globo.com

sábado, 5 de novembro de 2011

Governo do Amazonas anuncia Curso de Cinema para 2012

Governo anuncia curso de cinema para 2013 no Amazonas

A parceria firmada nesta quinta-feira (3) entre a UEA e a SEC contará ainda com o apoio da Universidade Cândido Mendes, do Rio de Janeiro

O curso de cinema para 2013 foi anunciado na abertura
O curso de cinema para 2013 foi anunciado na abertura (Marcelo Cadilhe)
O titular da Secretaria de Cultura do Estado do Amazonas (SEC), Robério Braga, divulgou durante a abertura do 8º Amazonas Film Festival que o Governo do Amazonas está estudando a possibilidade de se criar um curso de Cinema para 2013.
Segundo Robério um termo de compromisso foi assinado nesta quinta-feira (3) onde ficou acertado que a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e a SEC começariam a discutir a viabilidade técnica para a implantação de um curso voltado para cinema no Estado.
“Nós assinamos o termo hoje e, confirmando nossa expectativa, apresentaremos no vestibular de 2012 e começaremos o curso em 2013 na UEA”, disse Robério.
Ainda segundo Robério um acordo foi assinado nesta semana com a Universidade Cândido Mendes que realizará a fase preparatória. “Nós da SEC entraremos com a parte operacional e a Cândido Mendes com a educacional. Nossa ideia é que a partir dos próximos meses profissionais sejam treinados nas diferentes áreas do cinema, como fotografia e direção, para que eles estejam preparados para lecionar na instituição”, afirma o titular da SEC.
O secretário ressaltou ainda que o planejamento do curso será realizado em conjunto com os cineastas amazonenses, segundo orientações do governador Omar Aziz.