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quinta-feira, 11 de abril de 2013

O Curso de Cinema:MOSTRA UNIVERSITÁRIA DE CURITIBA LEVARÁ VENCEDORES AO FESTIVAL DE BERLIM




MOSTRA UNIVERSITÁRIA DE CURITIBA LEVARÁ VENCEDORES AO FESTIVAL DE BERLIM


A Mostra Universitária do FICBIC – Festival Internacional de Cinema da Bienal de Curitiba – VentoSul 20 Anos premiará quatro jovens cineastas brasileiros com uma viagem para a capital alemã para acompanhar o 63º Festival Internacional de Cinema de Berlim, em 2014.

O FICBIC será realizado durante a Bienal de Curitiba, de 25 a 28 de setembro de 2013, com a cerimônia de premiação marcada para o dia 29. Com curadoria do cineasta Eduardo Baggio, o festival contará com uma mostra de filmes contemporâneos nacionais e internacionais.

As produções podem ser inscritas em quatro categorias – ficção, documentário, videoclipe e vídeo experimental – e devem ter como diretor ou roteirista estudantes universitários, alunos de cursos técnicos ou recém-formados. As inscrições são gratuitas e seguem abertas até o dia 6 de maio.

Mais informações podem ser encontradas no site www.ficbic.com.br.

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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Co-produção entre Portugal, Brasil e Angola abre hoje (03/04) quarta edição do FESTIN





“O Grande Kilapy”, do realizador angolano Zezé Gamboa, abre hoje a nova edição do Festival Itinerante de Cinema em Língua Portuguesa (Festin), que vai decorrer entre 3 e 10 de abril no cinema São Jorge, em Lisboa. A destacar uma cooperação adequada aos propósitos do evento, o filme conta com o ator brasileiro Lázaro Ramos (da telenovela “Insensato Coração”) como protagonista e inclui ainda no elenco os portugueses João Lagarto, Patrícia Bull e Silvia Rizzo O filme teve locações em João Pessoa, nordeste brasileiro, e em Lisboa e narra a história de um farsante (“kilapy”, num dialeto angolano, quer dizer golpe).


Entre curtas, longas e documentários, 77 filmes serão exibidos este ano. De acordo com a co-organizadora do evento, Léa Teixera, o Festin é um festival em crescimento, cujos números duplicaram entre a 1ª e 3ª edição. Mas, como admite, ainda é pouco. “Falta divulgação em relação aos filmes de língua portuguesa. 98% dos filmes que chegam aos cinemas portugueses são em língua inglesa e a quase totalidade dos restantes são europeus. O que é triste porque o país fala português… A nossa intenção é mostrar que o cinema feito em língua portuguesa tem enorme qualidade”, afirma.


Como não poderia ser de outra forma, a programação do festival termina por refletir a realidade das cinematografias dos sete países que compõem a comunidade lusófona. Destes, só o Brasil tem, neste momento, uma grande produção. Por isso, observa Teixeira, “fazer um festival em língua portuguesa não é fácil, pois as limitações são concretas”.


Sendo o cinema brasileiro dominante neste momento, fica a oportunidade para ver filmes que, fora do circuito dos festivais, nunca estarão acessíveis ao público – uma vez que, como observa, são obras cuja distribuição é barrada pelos monopólios existentes no setor. “Há um cartel que bloqueia a entrada destes filmes no mercado. Tivemos até um exemplo, este ano, de uma obra que queríamos exibir e que não foi possível – pois uma distribuidora, que no entanto faliu, impediu juridicamente que este fosse mostrado”, relata.


A exemplo do ano passado, o Festin mantém algumas das suas sessões – como as Mostras Competitiva (curtas e longas), do Cinema Brasileiro e da Inclusão Social. Entre as novidades para 2013, a mostra vai homenagear aquele que durante décadas foi o mais prestigiado evento competitivo do Brasil na área, o Festival de Cinema de Gramado. Como em todas as edições, haverá também um país homenageado – e este ano será a vez da Angola. A seção Maratona de Documentários, por sua vez, destacará oito títulos dentro do género. A inauguração de uma Mostra Infanto-Juvenil e o 1º Encontro Internacional de Jornalistas de Cinema completam a programação.

O Curso de Cinema: Cinema Russo é tema de curso na USP




Módulo começará na quinta-feira, 1108/04/2013 12h34


A partir de quinta-feira, 11, e até 2 de maio, a professora e tradutora de russo Neide Jallageas de Lima estará ministrando na Universidade de São Paulo (USP) o Curso de Cinema Russo, Módulo 2. As aulas serão ministradas sempre às quintas-feiras, entre as 14h30 e as 17h30. Serão quatro quintas-feiras: 11, 18 e 25 de abril, e 2 de maio.

As inscrições poderão ser efetuadas até a véspera do início do curso, a quarta-feira, 10, na Secretaria da Faculdade de Letras da USP. O número do telefone para informações é (11) 3091-4645 e o prédio fica na Avenida Professor Luciano Gualberto, 403, no Butantã, e a sala em que o curso será ministrado é a de número 212.

Segundo a Professora Neide Jallageas, o Módulo 1 do Curso de Cinema Russo foi ministrado em 2011. Agora, entre 11 de abril e 2 de maio, acontece o Módulo 2 e, futuramente, serão promovidos os Módulos 3 e 4.

O Módulo 1 focalizou o nascimento do Cinema Russo em 1908 e as suas realizações subsequentes nas décadas de 1910 e 1920. O Módulo 2 vai se ocupar do chamado Realismo Soviético. Os Módulos 3 e 4 deverão concentrar as suas abordagens sobre as produções mais recentes da cinematografia russa.

Neide Jallageas é, também, editora do KINORUSS, os Cadernos de Cinema virtuais que focalizam o Cinema Russo. Estes Cadernos, que só dispõem da versão eletrônica, são veiculados em duas edições anuais. Os Cadernos KINORUSS podem ser acessados no endereço www.kinoruss.com.br .

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fonte:http://www.diariodarussia.com.br/

sexta-feira, 22 de março de 2013

Curso de Cinema: Mulher vive transformista em documentário de cineastas baianos

'Jéssica Cristopherry' celebra a parceria entre Paula Lice, Rodrigo Luna e Ronei Jorge e o lançamento da Buh!Fu Filmes, que reunirá seus trabalhos audiovisuais




Em ordem, Carolina Vargas, Paula Lice, Mitta Lux, Valérie O’hara, Rainha Loulou



Imagine uma atriz, nascida mulher, tentando mergulhar no controverso universo dos homens que representam o feminino nas noites de Salvador. Esta é a proposta de 'Jéssica Cristopherry', documentário que celebra a parceria entre os cineastas Paula Lice, Rodrigo Luna e Ronei Jorge e o lançamento da produtora Buh!Fu Filmes. Compartilhando roteiro e direção, o trio mostra, através de Jéssica, o universo dos artistas-transformistas da cena noturna.


O filme documenta a criação de Jéssica Cristopherry, alimentada pelos desejos transformistas da atriz e mulher Paula Lice. Para isso, ela conta com o auxílio de cinco das mais respeitadas transformistas de Salvador: Mitta Lux, Valérie O’hara, Carolina Vargas, Rainha Loulou e Gina d’Mascar.

A produção mostra o passo-a-passo da montagem da personagem, que vai se desnudando e se revelando como uma homenagem ao trabalho dos atores que investem e acreditam no transformismo como arte. Enquanto assiste ao nascimento de Jéssica, o público acompanha ainda o papo da atriz com o diretor teatral pernambucano Rodrigo Dourado, pesquisador apaixonado da cena transformista.




Transformistas ajudaram a produzir Paula Lice



O filme conta com a produção executiva da Movioca - Content House + Buh!Fu Filmes, com colaboração da Domínio Público, Uhu Filmes e Pequena Sala de Ideias; e recursos do Governo do Estado da Bahia, através do Edital Demanda Espontânea/2011.

Proposta
'Jéssica Cristopherry' é um filme de amor pela cena transformista e seus artistas. Ganhando pouco e investindo muito, esses artistas alimentam largas horas de show, dublando e interagindo com públicos diversos. Potencializam a ambiguidade entre ser e não ser mulher, cantar e não cantar, viver e não viver em um mundo glamourizado.

Gravações
Filmado no tradicional Beco dos Artistas, nos bares All Club e Melancia Blue, o documentário investiga o universo trans, em que as identidades biológicas e de gênero são desconstruídas. Nessa cena em que, tradicionalmente, as representações do feminino são performadas por homens, Jéssica quer saber como uma atriz, mulher de nascença, pode se tornar uma outra mulher, para além de sua identidade biológica.




Paula Lice e Valérie O’hara no Beco dos Artistas



Exibições
O filme tem estreia marcada para o próximo dia 26 de março (terça), às 20h30, no Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha. Além do lançamento no cinema, 'Jéssica Cristopherry 'cumprirá uma microtemporada nos bares em que foi gravado: All Club e Melancia Blue, no Beco dos Artistas, sob a batuta de Gina d’Mascar e Rainha Loulou.

Exibições no Beco dos Artistas:
27/03, no ALL CLUB, 22h, com Gina de Mascar.
03/04, no ALL CLUB, 22h, com Gina de Mascar.
07/04, no Melancia Blue, 22h, com Rainha Loulou.

Entrevista com os diretores de 'Jéssica Cristopherry', Rodrigo Luna e Paula Lice:

iBahia - Por que vocês decidiram trabalhar com o tema?

Rodrigo Luna - Um dia, numa estreia de uma peça de Paula Lice, ela confessou seu desejo semi secreto de se experimentar como transformista. Ronei, de bate pronto, disse que serial lindo fazer um filme sobre isso, esse desejo de uma mulher querendo se transformar numa super diva, um filme digno de Sundance. Eu, que por acaso também estava ali, disse pra gente marcar logo uma reunião que o projeto era massa. Passamos três anos nos reunindo esporadicamente para conceber de fato o projeto, e fomos contemplados no primeiro edital em que o escrevemos.

Paula Lice - Bom, Jéssica é uma brincadeira de criança minha, era o nome que eu usava para batizar minhas personagens. Acompanho a cena transformista de Salvador há anos, o desejo de me "montar" e dublar já foi realizado em trabalhos de escola e bares da cidade dedicados a isso. Unir os dois fetiches não foi difícil.


"Elas foram completamente desenvoltas, nos dando um material riquíssimo para trabalhar na edição" (Rodrigo)



iBahia - Como funcionou essa parceria Paula Lice, Rodrigo Luna e Ronei Jorge?

Rodrigo Luna - Com o filme aprovado, tivemos nossa primeira reunião realmente prática, e descobrimos que cada um de nós tinha um filme diferente na cabeça. Ali mesmo combinamos que acontecesse o que acontecesse, mesmo se o apocalipse estivesse acontecendo e perguntassem pra gente o que a gente estava fazendo, teríamos que responder: o mesmo filme! De fato, Jéssica acabou se tornando um quarto filme, um amálgama dessas visões, e que ainda se transformou mais durante o processo de montagem.

iBahia - Como foi trabalhar com as transformistas Rainha Loulou, Mitta Lux, Valérie O’hara, Carolina Vargas e Gina d’Mascar?

Rodrigo Luna - Desde o principio, decidimos que não queríamos 'dirigir' elas, no sentido tradicional. Nossa ideia era montar algumas situações e deixar todos bem a vontade, colhendo o que rolasse, mas com Paula em cena, que poderia direcioná-las caso fosse necessário. Acontece que elas foram completamente desenvoltas, nos dando um material riquíssimo para trabalhar na edição.






iBahia - No ano passado, a cineasta Ceci Alves lançou um assunto semelhante. Vocês assistiram? Se inspiraram nele para criar o doc?

Paula Lice - Ceci e nós fomos aprovados no mesmo ano, 2011, na mesma safra de editais, então, não foi uma inspiração. Além do que, Ceci produziu uma ficção sobre um caso real de homofobia que levou à morte de uma travesti por policiais, na década de 90. Jéssica é um documentário sobre a corporificação de um desejo de mulher pelo transformismo, homenageando carinhosamente o trabalhos desses artistas, atores transformistas da noite soteropolitana. São temas diferentes, portanto.

iBahia - Tiveram alguma dificuldade durante todo o processo de produção?

Rodrigo Luna - Acho que só as dificuldades normais inerentes a qualquer produção audiovisual… Tivemos que adiar as filmagens por causa da greve da polícia, por exemplo, mas tudo foi se contornando.


"É um documentário sobre a corporificação de um desejo de mulher pelo transformismo" (Paula)



iBahia - O que você espera que aconteça com a difusão do seu doc?

Paula Lice - Meu macro desejo é que ele acrescente às discussões sobre gênero, desejos, sexualidade, em suas livres expressões. E se o olhar para esses artistas for mais respeitoso e afetuoso por conta do filme, ele terá cumprido sua meta principal.

iBahia - Pretende continuar trabalhando com o tema em outras produções?

Paula Lice - Eu, pelo menos, sim. Há muitos desdobramentos sendo gestados agora para trazer mais futuros nesse campo pra gente.

Lançamento do documentário 'Jéssica Cristopherry'
Data - 26 de março, às 20h30
Local - Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha
Duração - 52 minutos
Entrada franca

Ficha Técnica:
Roteiro e Direção: Paula Lice, Rodrigo Luna e Ronei Jorge/ Produção Executiva: Movioca Content House e Buh!Fu Filmes/ Colaboração: Domínio Público, Uhu Filmes e Pequena Sala de Ideias. Direção de produção e Assistência de Direção: Roberta Martins/ Direção de Fotografia: Jeronimo Soffer/ Som Direto e Mixagem: Napoleão Cunha/ Edição: Rodrigo Luna/ Direção Musical: Ronei Jorge/ Elenco: Aldo Zeck, Bruno Santiago, Jean Carlos Macêdo, Luiz Santana, Paula Lice, Rodrigo Dourado e Valécio Santos.




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fonte: http://www.ibahia.com/

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Curso de Cinema em Cuba abre vagas

Os cursos de roteiro da Escuela Internacional de Cine y TV de São Antonio de los Baños são conceituados internacionalmente e realmente são muitas as pessoas no Brasil que têm un interesse específico por participar nestas oficinas, embora não todas tenham o nível de espanhol mínimo requerido para poder acompanhar os exercícios escritos dentro de uma turma regular. Em funcão disso, a Coordenação de Oficinas Internacionais decidiu criar uma turma especial para alunos de paises de língua portuguesa, que pelo quarto ano consecutivo é agendada justamente no periodo de Carnaval, quando muitos brasileiros aproveitam para fugir da folia, conhecer Cuba e investir naquele curso de cinema que sempre teve vontade de fazer. A oficina tem sido um sucesso absoluto. O professor – Eliseo Altunaga- é um premiado escritor de romances, jornalista, ensaísta e roteirista de cinema, radio e televisão. É também professor do ISA (Instituto Superior de Arte de Cuba) e já ministrou oficinas de roteiro em diferentes países. A oficina tem uma duração de 2 semanas (fevereiro 28 – março 11) e um custo de 1300 euros, incluindo hospedagem e 3 refeições diárias. Não há limite de idade para participar. No programa: Aulas teóricas e práticas sobre o processo de criação de roteiro cinematográfico. Análise e discussão de filmes selecionados e práticas com exercícios de dramaturgia. Etapas de Criação do roteiro. Acontecimento Dramático. Línea Narrativa. Estrutura por Blocos de Roteiro. Personagem Dramático. Técnicas de Roteiro. Primeira Versão do Roteiro Literário. Contara com um tradutor para assistir nas aulas. Cuba-cursos-org